Minicom busca acelerar processos de outorga de rádio e TV

10:25 Radio Ideal FM 0 Comentarios


Escrito por: Redação
Fonte: Coletiva.net

Órgão federal reorganizou a atuação de cinco grupos de trabalho

Com a proposta de agilizar a tramitação de processos de outorga de radiodifusão, o Ministério das Comunicações reorganizou a atuação de cinco grupos de trabalho (GTs) da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica (SCE). A principal novidade é a criação do GT de Radiodifusão Educativa, que será responsável apenas por processos relacionados ao segmento. As mudanças foram publicadas em portaria no Diário Oficial da União, nesta terça-feira, 8.

De acordo com a assessora da SCE, Gleyds Silva, as alterações estabelecidas visam à redivisão interna das atividades executadas pelos departamentos da secretaria. Dessa forma, o Departamento de Outorga de Serviços de Comunicação Eletrônica (Deoc) fica responsável pelos processos que envolvem radiodifusão comercial e pós-outorga. Enquanto isso, a radiodifusão educativa e a comunitária ficam a cargo do Departamento de Acompanhamento e Avalição (Deaa).

Os Grupos de Trabalho de Radiodifusão Comercial, de Radiodifusão Ancilar, de TV Digital e de Documentação e Informação funcionarão junto ao Deoc, e o único grupo subordinado ao Deaa será o de Radiodifusão Educativa e Consignações. A nova composição dos grupos, com seus coordenadores e integrantes, será definida posteriormente por ato interno da diretoria dos dois departamentos.
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Projeto para premiar novas ideias para séries e programas nacionais divide roteiristas

Escrito por: Redação
Fonte: Estadão

Críticos da iniciativa reclamam de finalistas não serem estreantes e até já trabalharem no setor

Um concurso inédito, que tem como objetivo mapear novas ideias para séries e programas brasileiros para a TV por assinatura. Além disso, que faz um levantamento dos novos talentos do roteiro nacional - ponto nevrálgico da produção audiovisual e área que sempre recebe críticas quando o assunto é profissionalizar o setor e cumprir a cota para conteúdo nacional que se abriu na TV a cabo com o surgimento da Lei da TV Paga, que prevê que parte do conteúdo exibido pelas TVs por assinatura tem de ser produção nacional.

Uma iniciativa como esta é algo que, a priori, tem potencial para se tornar motivo de comemoração em um mercado em que se investe pouco ou quase nada no estágio inicial dos projetos, o da elaboração de roteiros, argumentos e pesquisa. No entanto, logo após os criadores do NETLabTV terem divulgado na segunda seus 30 finalistas, entre mais de 1,8 mil inscrições recebidas de todo o País, o que se provocou foi polêmica.

Pouco tempo após a publicação do resultado na página oficial do NETLabTV no Facebook, teve início uma série de reclamações públicas sobre o fato de os finalistas não serem estreantes e de alguns já trabalharem no setor, como em emissoras de TV e produtoras. Até mesmo um abaixo-assinado pedindo a mudança nas regras foi organizado. "O regulamento é claro. É aberto a qualquer pessoa física. E não está ali estabelecido nem cota para estreantes e nem cota regional. Abrimos para todos e pedimos que se categorizassem. É óbvio que, entre quase 2 mil inscritos, houve estreantes e houve quem tivesse mais experiência", comentou Jasmin Pinho, da Casa Redonda Cultural, empresa parceira da NET na realização do NETLabTV. "O que é exatamente um estreante? É quem já atua na área, mas nunca foi autor de série ou alguém que nunca escreveu nada?", completou Minon Pinho, sócia de Jasmin.

"Esse assunto foi muito discutido quando formatamos o projeto e o regulamento. Se fôssemos restringir o concurso a estreantes, seria muito difícil definir o que significa essa categoria. Além disso, considerando que nenhum medalhão vai participar de um projeto como este, até porque o valor do prêmio (de R$ 8 mil para não ficção e R$ 15 mil para ficção) não vai fazer nenhum profissional com agenda cheia comprometer uma semana de seu tempo para concorrer com mais de 1,8 mil pessoas. Por isso, montamos um projeto em que o maior prêmio fosse a visibilidade e o próprio processo de treinamento e doctoring tutoria)que montamos", completou o diretor.

Jasmin completou que, mesmo com o regulamento aberto, metade dos projetos foram de estreantes e não descartou a possibilidade de instituir uma categoria volta a eles na próxima edição do concurso. "Tudo, do regulamento ao resultado, é aberto e claro. Todos os projetos foram lidos por pelo menos dois avaliadores na pré-seleção. Os cerca de cem melhores foram lidos pela comissão julgadora (formada por Carla Ponte, Philippe Barcinski, Luca Paiva Mello, Matias Mariani E Roberto Moreira)", comentou ela. "Estimávamos de 300 a 500 inscrições. Vieram 1,8 mil. Temos muito o que crescer e aprimorar."

Por ora, os 30 finalistas (15 de ficção e 15 de não ficção) podem ser conferidos no site do projeto (netlabtv.com.br). Desses, oito vencedores serão conhecidos no fim deste mês. "Quem vencer vai participar de laboratório de imersão em novembro, no Museu da Imagem e do Som (MIS). No dia 11, haverá um seminário sobre desenvolvimento de séries aberto ao público, além de uma masterclass com Elizabeth Devine, uma das criadoras do CSI, oferecida pela Sony", explicou Jasmin

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Twitter terá botão de acesso a programação de TV a cabo

Escrito por: Redação
Fonte: G1
NOVA YORK, 10 Out 2013 (AFP) - O Twitter e o grupo norte-americano de comunicação Comcast anunciaram nesta quarta-feira uma parceria para facilitar o acesso à programação de televisão a partir de mensagens publicadas no site de rede social.

A ideia, que poderia se expandir para outros canais de televisão e produtoras de vídeo, consiste em um botão - batizado de "see it" (veja, em inglês) - que aparecerá integrado a um tuíte e permitirá ao usuário do Twitter conectar-se de forma instantânea à atração televisiva.

A iniciativa se baseia no uso do Twitter como um "segundo canal" para os telespectadores, que usam cotidianamente a plataforma de mensagens para manter conversas em tempo real sobre os programas de televisão ou, em alguns casos, votar em alguma programação.

"Todos os dias o Twitter dá espaço para conversas em tempo real sobre o que se passa na televisão e uma grande parcela desta conversa ocorre enquanto os programas estão no ar", afirmou a vice-presidente do Twitter, Jana Messerschmidt, ao blog da empresa.

"Milhões de pessoas estão expostas a tuítes sobre os programas, tanto que, às vezes, se veem motivadas pela atividade do Twitter para vê-los. A parceria com a Comcast tornará mais fácil conectar-se ao programa de que todo mundo está falando e não ficar de fora", disse Messerschmidt.

soe/sl/rap/pl/jb/mm
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Para ler mais acessem o Link http://fndc.org.br/


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