Inaugurado Tribunal Eclesiástico do Regional Norte 3

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REFLEXÃO
O Espírito Santo nos é enviado não apenas como o Consolador. Ele é também o Espírito da Verdade, que nos ensinará toda a verdade. A promessa da presença do Espírito Santo no meio de nós é a garantia da fidelidade da Igreja na busca da compreensão das verdades reveladas nas Sagradas Escrituras. É o Espírito Santo quem abre o coração e a mente de todos os fiéis para que possam compreender melhor as coisas do alto e assim possibilita a todos a melhor vivência da vontade do Pai. É pela ação do Espírito Santo que podemos reconhecer Jesus e glorificar o seu santo Nome.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Walter Ivan de Azevedo, SDB, Bispo Emérito de São Gabriel da Cachoeira - AM
Ordenação Episcopal
  • Dom Giovane Pereira de Melo, Bispo de Tocantinópolis - TO
  • Dom Teodoro Mendes Tavares, CSSp, Bispo Auxiliar de Belém do Pará - PA
NOTÍCIAS
Na manhã desta quarta-feira, 08 de maio, a Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou que o Papa Francisco fez a nomeação de dois novos bispos brasileiros. O Monsenhor Luiz Antonio Cipolini (na foto, à esquerda) para a Diocese de Marília (SP), e o Monsenhor José Aparecido Gonçalves de Almeida para auxiliar na Arquidiocese de Brasília (DF).
Até agora, Mons. Luiz Antonio trabalhava como pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em São João da Boa Vista (SP). Ao longo de 26 anos de sacerdócio, atuou como vigário em Mogi Guaçu e Vargem Grande do Sul, além de colaborar na formação de novos presbíteros. Sua nomeação ocorre após o pedido de renúncia de dom Osvaldo Giuntini, por motivo de idade.
O Mons. José Aparecido atualmente residia no Vaticano, onde trabalhava no Pontifício Conselho para os Textos Legislativos. Foi ordenado presbítero em 1986, na diocese de Santo Amaro (SP), onde atuou como vigário em diversas paróquias. Foi nomeado como bispo titular de “Enera” e auxiliar para a Arquidiocese de Brasília a pedido de dom Sérgio da Rocha.

Delegações de religiosas de todo o mundo foram recebidas pelo Papa Francisco na manhã desta quarta-feira, 08 de maio, na Sala Paulo VI, no Vaticano. As 800 irmãs, delegadas de 1900 diferentes Congregações, se reuniram nos últimos dias na Assembleia Plenária da União Internacional das Superioras Gerais, em Roma. Com elas, estava também o Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedade de Vida Apostólica, a quem Papa Francisco agradeceu logo no início de seu discurso. Dom João esteve domingo, 05, na Assembleia, participando de um debate e celebrando uma missa para as irmãs.
Centralidade de Cristo, autoridade como serviço de amor, e ouvir a Mãe-Igreja. Estas foram as três principais indicações sugeridas pelo Papa às religiosas, ao se dirigir a elas. “O que seria da Igreja sem vocês? Faltaria o carinho, a maternidade, a ternura, a intuição das mães. Queridas irmãs, fiquem certas de que eu as acompanho de perto, rezo por vocês, mas por favor, rezem também por mim!”, pediu Francisco.
O Papa também lembrou que “adorar e servir são dois comportamentos que não se separam, mas caminham sempre juntos; e disse que obediência é ouvir a vontade de Deus e aceitar que a obediência passe através das mediações humanas”. E completou: “Lembrem-se que a relação autoridade/obediência se insere no contexto maior do mistério da Igreja e constitui uma atuação especial de sua função mediadora”.
Outra questão recomendada para a reflexão das religiosas foi a pobreza, que – disse – não è a pobreza teórica: “A pobreza teórica não nos interessa, a pobreza se aprende tocando a carne de Cristo pobre”; e insistiu na necessidade de que as religiosas sejam espiritualmente fecundas e neste sentido, ‘sejam mães’ e não ‘solteironas’.
Avançando, Papa Francisco passou ao segundo elemento no exercício da autoridade: o serviço, que teve seu ápice luminoso na cruz. “Para o homem – especificou – quase sempre a autoridade è sinônimo de posse, mas a autoridade como serviço è sinônimo de amor, significa entrar na lógica de Jesus que se inclinou para lavar os pés aos pobres. Quem quiser ser grande será servidor e antes ainda, escravo”.
Após criticar comportamentos carreiristas de homens e mulheres da Igreja, que usam o povo como trampolim para suas ambições pessoais, pediu às religiosas que exerçam autoridade compreendendo, amando, ajudando, abraçando todos, especialmente quem se sente excluído, nas periferias existenciais do mundo humano.
“È impossível – acrescentou – que uma consagrada e um consagrado não sintam com a Igreja, e a eclesialidade é uma das dimensões constitutivas de sua vocação, é um carisma fundamental para a Igreja. O ‘sentir com a Igreja’ – explicou – se expressa na fidelidade ao magistério, em comunhão com os pastores e com o bispo de Roma, sinal de unidade visível”.
“O anúncio – reafirmou o Pontífice, citando Paulo VI – não é jamais um ato isolado ou de grupo. A evangelização se realiza graças a uma inspiração pessoal, em união com a Igreja e em nome dela”.

Dom Leonardo Steiner, em nome da CNBB, enviou saudação especial aos novos bispos para o Brasil nomeados nesta quarta-feira, 8 de maio, pelo Papa Francisco: Monsenhor Luiz Antonio Cipolini como bispo de Marília (SP) e Monsenhor José Aparecido Gonçalves de Almeida como auxiliar de Brasília (DF) nesta quarta-feira, 8 de maio.
Leia as duas saudações:
Saudação ao novo bispo auxiliar de Brasília
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil recebeu, na manhã desta quarta-feira, 8 de maio, o comunicado da Nunciatura Apostólica que o Papa Francisco nomeou, como novo bispo auxiliar de Brasília (DF), Monsenhor José Aparecido Gonçalves de Almeida. Essa notícia nos trouxe muita alegria e cumprimentamos o novo bispo, juntamente com o povo da arquidiocese da capital federal e seu arcebispo, dom Sergio da Rocha.
Membro do clero da diocese de Santo Amaro (SP), ele trabalhou entre 1987 e 1990, como vigário paroquial, administrador paroquial e pároco em sua diocese. Doutor em Direito Canônico pelo Pontifício Ateneu Santa Cruz de Roma, Monsenhor José Aparecido tem servido à Igreja nos últimos anos como subsecretário do Pontifício Conselho para Textos Legislativos e consultor da Congregação para o Culto Divino e para a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano.
Lembramos que a alegria de sua chegada ao ambiente da Conferência se traduz na nossa disponibilidade de rezarmos pela sua nova missão apoiada numa espiritualidade também nova. A espiritualidade do bispo, lembrando as Diretrizes Pastorais para os bispos, tem a sua fonte em Cristo e a sua expressão mais íntima na oração do Bispo, que é definida como o pilar no qual se apoiar no caminho de cada dia para crescer na intimidade com Deus. O Bispo quanto mais for homem de Deus, tanto mais será pai e pastor do seu rebanho.
Desejamos que seu trabalho seja cheio de frutos e eu, particularmente, o acolho como irmão de caminhada, uma vez que também sirvo à mesma Igreja Particular, e desejo que nossa convivência seja abençoada.

 Leonardo Ulrich SteinerBispo auxiliar de BrasíliaSecretário geral


Saudação ao novo bispo de Marília

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acolhe, com alegria, a nomeação de Monsenhor Luiz Antônio Cipolini, atualmente pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em São João da Boa Vista (SP), como novo bispo de Marília (SP). O comunicado desta nomeação feita pelo Papa Francisco nos chegou na manhã desta quarta-feira, 8 de maio.
Monsenhor Luiz Antônio é paulista de Caconde e foi ordenado padre em 1986. Desde aquela época atuou como vigário, pároco e reitor do Seminário. Desse modo, fez um caminho substancioso na pastoral direta com o povo e com a formação do clero. Essa longa experiência nesses campos são alicerces fortes para realizar sua missão como bispo. Em sua sólida formação consta o título de Mestre em Teologia Moral no Instituto Superior de Teologia Moral, em Roma, a Accademia Alfonsiana, ligada à Pontifícia Universidade Lateranense.
Saudamos esse nosso Irmão, recordando o que ouvimos durante o retiro realizado na última assembleia geral dos bispos em Aparecida, de 10 a 19 de abril passados: “um bispo encontra a sua identidade e o seu lugar no seio da comunidade dos discípulos do Senhor, onde recebeu o dom da vida divina e a primeira instrução na fé. Sobretudo quando da sua cátedra episcopal exerce na presença da assembleia dos fiéis a sua função de mestre na Igreja, cada Bispo deve poder repetir como santo Agostinho: ‘Se se considerar o lugar que ocupamos, somos vossos mestres; mas, pensando no único Mestre, somos condiscípulos vossos na mesma escola’. Na Igreja, escola do Deus vivo, Bispos e fiéis são todos condiscípulos e todos têm necessidade de ser instruídos pelo Espírito.”
Pedindo, em oração, que sua missão seja abençoada, saudamos o povo da diocese de Marília e elevamos nossa ação de graças pelo trabalho realizado com dedicação por dom Osvaldo Giuntini que viverá, a partir de agora, o tempo profícuo da emeritude.


 Leonardo Ulrich SteinerBispo auxiliar de BrasíliaSecretário geral




O Patriarca Maronita cardeal Bechara Boutros Raí, que realiza uma visita pastoral pela América Latina, está no Brasil desde o dia 28 de abril. Na noite desta quarta-feira, 08 de maio, ele presidirá a missa da Festa de São Charbel na Catedral Metropolitana de Brasília (DF), às 19 horas.
Na capital federal desde terça-feira, o Patriarca foi recebido pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e visitou a Embaixada do Líbano. Também houve um encontro com o Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni d’Aniello. Após a celebração da eucaristia na Catedral, será realizado um encontro fraterno com a comunidade maronita no Clube Monte Líbano.
A passagem do cardeal Bechara pelo Brasil deve se estender até o dia 11 de maio, no Rio de Janeiro, de onde partirá para a Venezuela.

“Não à redução da maioridade penal e sim a favor da vida das juventudes”. Esse foi o grito dos mais de 150 participantes do Seminário Nacional da Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens ao encerrarem a atividade realizada no Colégio Marista de Taguatinga (DF) de 03 a 05 de maio.
“A Campanha já se estabeleceu, mas ela precisa ter uma continuidade. Agora temos um olhar de onde a gente está e para onde a gente vai”, afirmou a jovem Elisangela Hahn da arquidiocese de Curitiba (PR) ao avaliar a importância do evento. Para se estabelecer os caminhos para a campanha foram abordados seis temas centrais: juventude e extermínio; tráfico humano; violência e uso de drogas; a não redução da maioridade penal; juventude e violência e juventude, educação e trabalho.
Alessandra Miranda, assessora nacional de Direitos Humanos da Cáritas Brasileira, destacou os índices de extermínio de jovens no Brasil. “Os adolescentes e jovens têm o direito da ousadia de pensar em horizontes. Da importância de pensar na violência em todas as suas dimensões e que o extermínio de jovens aponta um índice de cenário de guerra no Brasil. Não podemos normatizar o genocídio da juventude empobrecida e negra nesse país. São pessoas, com histórias, famílias, sonhos. Precisamos com inteligência assumir que temos uma política de extermínio dos empobrecidos e agir para a superação dessa realidade.”
Não só a análise e o debate sobre os rumos da Campanha estiveram em pauta. A avaliação das ações já realizadas e das conquistas também esteve presente. O jovem Felipe Freitas, que coordena o projeto “Juventude Viva” do Governo Federal, afirmou que a Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens foi a principal ação para pautar o tema na sociedade e motivar a criação dessa e de outras políticas públicas.
A participação de representantes do poder público foi acompanhada de diálogos e conversas a respeito do posicionamento da Pastoral da Juventude contra a redução da maioridade penal. “Dizemos não por acreditar que a redução trata o efeito e não a causa. Além disso, o sistema prisional não reinsere ninguém na sociedade”, esclarece o jovem Gil Kairós do estado do Piauí. O posicionamento é partilhado pela Igreja do Brasil em nota já emitida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB.
A Campanha Nacional contra a Violência e Extermínio de Jovens teve início no ano de 2008 em uma ação articulada das Pastorais da Juventude do Brasil. O Seminário foi realizado pelo projeto “A Juventude Quer Viver” em parceria com toda a PJ e parceiros.

Na manhã da terça-feira, 07/05, o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, recebeu na sede da instituição em Brasília (DF) a coordenação da Pastoral da Juventude (PJ), representada pelos jovens Thiesco Crisóstomo, secretário nacional, e Joaquim Alberto Silva, da Comissão Nacional de Assessores da PJ.
O encontro teve como pauta apresentar o diálogo que a PJ tem construído no que diz respeito à violência e extermínio da juventude brasileira, inclusive o debate em torno da redução da maioridade penal. Thiesco partilhou a realização do Seminário da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens, realizado de 3 a 5 de maio, e enfatizou o clamor da juventude presente na atividade para que, como cristãos,  “possamos lutar pela vida da juventude e que a redução da maioridade penal não é a solução para a questão violência que assola no país e, sim, uma maneira de criminalizar a juventude”, afirmou o jovem.
“Com a realização da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens a Pastoral da Juventude reafirma a sua luta pela vida, com destaque para que adolescentes e jovens sejam reconhecidos como sujeitos de direitos e tenham vida em abundância”, afirmou Joaquim Alberto.
Dom Leonardo, destacou a necessidade de que as dioceses possam dialogar localmente sobre a pauta da redução da maioridade penal, fortalecendo o posicionamento da Igreja do Brasil de que a proposta esta proposta não soluciona o problema, mas violenta e penaliza ainda mais adolescentes e jovens, sobretudo os mais pobres, negros e moradores de periferias. A CNBB já tem esta posição sobre o assunto, publicada em nota no ano de 2009.
Ao final do encontro, foi entregue a dom Leonardo o subsídio de estudo da PJ, materiais da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens e da celebração dos 40 anos da PJ no Brasil.

A Arquidiocese de Natal, em comunhão com as Dioceses de Mossoró e Caicó, realizam nos dias 10 e 11 de maio, o Seminário Estadual sobre a 5ª Semana Social Brasileira (SSB). Com o tema:  “Participação no processo de democratização do Estado Brasileiro” e o lema: “Bem viver – caminho para uma nova sociedade e um novo Estado”, o evento debate o modelo de Estado vigente: “Estado para quê e para quem?”.
O Seminário terá com uma mística de abertura com o cantor e compositor Zé Vicente, seguida de uma mesa redonda com os bispos do Rio Grande do Norte. Na parte da tarde, serão realizadas duas mesas de debate com os professores Cesar Sanson, Iris Maria e Telma Gurgel.
À noite, o Frei Betto - dominicano que recebeu o “Prêmio Internacional José Marti 2013”, conferido pela Unesco - versará sobre “O Papel Civilizatório dos Movimentos Sociais e a Luta pela Democratização”. No sábado, serão realizadas oficinas temáticas para a construção de pistas propositivas  ao “Estado que queremos” a partir da Saúde, Educação, Segurança e Assistência Social.

Nesta terça-feira, 07 de maio, foi inaugurado o Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Palmas, uma estrutura do recém-criado Regional Norte 3, na sede do próprio organismo. Estavam presentes os cinco bispos das dioceses que compõem do Regional (Palmas, Miracema, Porto Nacional e Tocantinópolis; e a prelazia de Cristalândia), além do bispo prelado emérito dom Heriberto Hermes.
Em seu discurso de abertura, o moderador do Tribunal, dom Philip Dickmans, mencionou o desafio de atuar em uma estrutura como esta. "Certamente é uma grande responsabilidade, no entanto, não devemos temer os desafios pastorais que se apresentam a nós", afirmou o bispo.
Padre Carlos Rodrigo Euzébio Bertozo, vigário judicial e presidente do Tribunal, lembrou em seu discurso a relação entre a caridade e a verdade, lema do órgão. "Não esqueçamos de que a verdade sem a caridade não constrói, mas destrói. Por isso o nosso lema: caritas in veritate", disse o presidente.
A cerimônia foi encerrada com a bênção das dependências do Tribunal, ministrada por Dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo metropolitano de Palmas. O Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Palmas têm a missão de aplicar e distribuir a justiça eclesiástica em vista da "salus animarum" (salvação das almas). É formado por uma equipe de 14 peritos das mais diversas áreas, como Direito, Administração e Psicologia.

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