Comunidade Shalom Promove o 5º Lual da Juventude

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REFLEXÃO
Os mandamentos que Deus nos deu na verdade constituem-se na grande manifestação do seu amor, pois os mandamentos de Deus nos possibilitam a descoberta dos valores que podem fazer o homem verdadeiramente feliz. O cumprimento dos mandamentos tem dois significados: o primeiro é a correspondência ao amor de Deus que nos amou primeiro, e o segundo é trilhar os caminhos para a verdadeira felicidade, pois o amor faz com que permaneçamos unidos a Deus, que é a única fonte da verdadeira alegria, a alegria plena, que é a alegria da perfeita comunhão com aquele que nos ama com amor eterno.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo Emérito de Manaus - AM
  • Dom Oneres Marchiori, Bispo Emérito de Lages - SC
Ordenação Episcopal
  • Dom José Carlos Castanho de Almeida, Bispo Emérito de Araçatuba - SP
  • Dom Diamantino Prata de Carvalho, OFM, Bispo de Campanha - MG
  • Dom Adriano Ciocca Vasino, Bispo de São Félix - MT
NOTÍCIAS
O médico Nelson Arns Neumann, coordenador da Pastoral da Criança Internacional, participa nesta semana de encontro promovido pela Rede Global de Religiões pela Infância (GNRC) em Coimbatore, no sul da Índia. Os integrantes da GNRC reúnem-se nesta quarta e quinta-feira (1º e 2 de maio) para definir e planejar as novas ações do Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança para o período de 2013-2015.
A Rede Global de Religiões (GNRC) é integrada por representantes de todas as grandes religiões do mundo e muitas outras tradições espirituais. Seus membros compartilham o compromisso de tornar o mundo um lugar onde todas as crianças possam desfrutar não apenas do direito de sobreviver, mas de viver com dignidade. Suas iniciativas e programas são concebidos para integrar questões essenciais como a erradicação da pobreza, direitos da criança, o ensino da ética, educação para a paz e a redução da violência urbana.
O Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança (20 de novembro) foi instituído durante o III Fórum da GNRC realizado em Hiroshima, em maio de 2008. A proposta é direcionar, neste dia, orações e ações para a proteção dos direitos e a promoção do bem-estar das crianças. A Pastoral da Criança – entidade que participa da GNRC desde sua criação - incluiu o Dia de Oração (20 de novembro) no conjunto de ações e campanhas que desenvolve em favor da proteção e desenvolvimento integral das crianças.
Com o tema “Stop Violence against Children” (no Brasil, adaptado para “Reduzir a violência e construir a paz”), foram realizados em 2011 atividades em 72 países no Dia Mundial de Oração e Ação. No ano passado, houve mobilização e atividades em 57 países. As novas metas propostas até 2015 incluem o fortalecimento das parcerias com organizações e redes inter-religiosas; a expansão das atividades para outras regiões do mundo; atingir e motivar mais jovens; utilizar mais os meios de comunicação e midias sociais.

Depois de celebrar o dia 1º de maio, Festa do Trabalhador, o Papa Francisco voltou ao tema esta quinta-feira através de dois tuítes. O primeiro é da Secretaria de Estado, citando o Papa Francisco: “Peço a todos que, no limite de suas possibilidades, se esforcem para criar postos de trabalho e dar esperança aos trabalhadores”.
O segunda, da conta @pontifex, o Pontífice escreve: “Penso em todos os que estão desempregados, frequentemente por causa duma mentalidade egoísta que procura o lucro a todo o custo”.Na homilia da missa celebrada no dia 1º de maio, Francisco definiu como “injusta” uma sociedade que não oferece trabalho ou explora os trabalhadores.

Bento XVI retornou ao Vaticano. Ele chegou ao heliporto localizado nos jardins vaticanos pouco depois das 16h45min (hora local), vindo de Castelgandolfo. Um grande número de fiéis estava presente na Praça São Pedro desejosos de saudá-lo e de onde puderam testemunhar a chegada do helicóptero.
O Bispo emérito de Roma foi recebido pelo Secretário de Estado Tarcisio Bertone, pelo Presidente do Governatorado, Cardeal Giuseppe Bertello e pelo decano do Colégio Cardinalício, Cardeal Angelo Sodano.
Também estavam presentes o Substituto da Secretaria de Estado, Arcebispo Angelo Becciu, o Sub-secretário de Assuntos Exteriores, Arcebispo Dominique Mamberti e o Secretário do Governatorado Arcebispo Giuseppe Sciacca.
Do heliporto, Bento XVI seguiu em automóvel até o Mosteiro Mater Ecclesia, onde foi recebido com grande e fraterna cordialidade pelo Papa Francisco, que o aguardava. Juntos, foram à capela do Mosteiro para um momento de oração.
Esta foi a segunda vez que se encontraram pessoalmente, desde a eleição de Francisco. Em 23 de março passado Francisco foi até Castel Gandolfo para encontrar Bento XVI (foto acima). Em numerosas ocasiões falaram-se ao telefone.
Bento XVI retornou para o Vaticano após concluídas as reformas realizadas no Mosteiro, onde vai residir acompanhado da ‘Família pontifícia”, formada pelo seu Secretário particular e atual Prefeito da casa Pontifícia, Arcebispo Georg Ganswein, as 4 leigas consagradas do Instituto “Memores Domini”, além de um diácono belga. Um quarto está reservado para seu irmão Georg, também sacerdote, de 89 anos, que vive na Alemanha.
Em 11 de fevereiro, Ratzinger anunciou que passaria a servir a Igreja através da oração.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, enviou, nesta quinta-feira, 2 de maio, uma mensagem de condolências lembrando o falecimento de dom Tito Buss ocorrido na terça-feira, dia 30 de abril, dirigida aos familiares, ao povo de Rio do Sul (SC) e ao bispo diocesano dom Augustinho Petry.
Leia a Nota na íntegra:
Nota de condolências pelo falecimento de dom Tito Buss

Brasília, 2 de maio de 2013


A conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifesta, nesta jornada que sucede o dia do seu sepultamento, o nosso pesar pelo falecimento de dom Tito Buus, bispo emérito de Rio do Sul (SC) ocorrido na terça-feira, dia 30 de abril, aos 87 anos de idade.
Dom Tito era catarinense e foi o primeiro bispo da diocese de Rio do Sul. Seu pastoreio durou 29 anos e, por essa razão, somos levados a meditar e agradecer a Deus pelo tempo longo e forte vivido por esse nosso Irmão na profunda dedicação ao Reino de Deus e ao povo. Reconhecemos, agradecidos, todo o bem realizado durante o caminho percorrido por dom Tito junto ao rebando dessa diocese.

Entoamos, com o Apóstolo Paulo, o hino de ação de graças pela vida e obra de dom Tito: “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Desde agora está reservado para mim o prêmio da justiça que o Senhor, o juiz justo, me dará naquele dia, não somente a mim, mas a todos os que tiverem esperado com amor a sua manifestação” (2Tm 4,7-8).

Enviamos nosso abraço fraterno a todos os familiares de dom Tito, ao povo de Rio do Sul e ao bispo diocesano, dom Augustinho Petry.






Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, realiza no mês de maio o 3º Simpósio Nacional da Família e a 5ª Peregrinação Nacional da Família. O Simpósio será realizado no dia 25, na sede da Canção Nova em Cachoeira Paulista- SP.
O evento tem como objetivo refletir o papel da família na transmissão da fé e despertar nos pais a preciosa e insubstituível missão na transmissão e educação da fé aos filhos.
O Simpósio será transmitido ao vivo pela TV Canção Nova e contará com a presença do presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família e bispo de Camaçari (SP), dom João Carlos Petrini; membros da Comissão; bispos responsáveis pela Pastoral Familiar nos 17 Regionais da CNBB; padres assessores Nacionais da Comissão Episcopal para a Vida e a Família; coordenadores nacional, regionais, diocesanos e paroquiais da Pastoral Familiar; assessores do Instituto João Paulo II e de famílias vindas de todas as dioceses do Brasil.
Ainda no dia 25 de maio haverá uma procissão luminosa pedindo a Deus pelas famílias, que sairá do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida/SP, às 19h30, e seguirá até a “Igreja Velha”.
No dia 26 de maio a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB realizará a 5ª Peregrinação Nacional da Família de Aparecida. São aguardadas para o evento cerca de 150 mil pessoas que em peregrinação torna visível toda a ação evangelizadora em favor da família.  O tema escolhido para 5ª Peregrinação Nacional das Famílias está em sintonia com o ano da fé e com a Jornada Mundial da Juventude.
Os membros da Comissão organizadora estão preparando subsídios como: oração comunitária, reflexão teológica e pastoral sobre o tema, sugestões para que as comunidades organizem simpósios, palestras e momentos de fraternidade e de intercâmbio entre as famílias.  Os subsídios estarão disponíveis no site da Pastoral Familiar, regionais e Dioceses.
Oração do Peregrino:
Deus nosso Pai, que nos criou a Vossa imagem e semelhança e nos presenteou com o dom precioso da família, concedei, a nós, peregrinos rumo ao céu, participar pela presença e oração do 3º. Simpósio e da 5ª. Peregrinação Nacionais da Família com o propósito de renovarmos nossa unidade e visibilidade na missão da transmissão da fé.
Jesus Cristo, o Peregrino do Pai, que tendo nascido e crescido numa família humana, a santificou, olhai com bondade para nossas famílias peregrinas, para que continuem com coragem cristã o anúncio e testemunho da beleza de sermos e termos família, como o lugar privilegiado e próprio para que os pais ensinem aos filhos as lições do Evangelho.
Espírito Santificador, companheiro de nossas caminhadas, guia nas incertezas e perigos da vida, alento no cansaço, luz na escuridão, fortalecei nossos pais autênticos e insubstituíveis guardiães da educação dos filhos segundo a medida do amor divino e conduzi os peregrinos são e salvos a Casa da Mãe Aparecida e no retorno aos seus lares.
Sagrada Família, abençoai nosso 3º. Simpósio e 5ª. Peregrinação Nacionais da Família.

Entre os dias 25 e 28 de abril aconteceu na cidade de Manaus (AM) o 3º Seminário de Catequese Indígena com o tema “Catequese, Protagonismo Indígena e Inculturação”. O evento reuniu cerca de 90 pessoas e foi realizado pelas Comissões Episcopais: De Animação Bíblico-Catequética, da Amazônia e Missionária, pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e pela Pastoral Indigenista da Arquidiocese de Manaus. Leia o balanço do 3º Seminário escrita pelo padre indígena Justino Rezende.
Manaus, 25-28/04/2013
Meu amigo e minha amiga!
A cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, acolheu de coração aberto as 90 pessoas, participantes do III Seminário de Catequese Indígena, de 25 a 28 de abril de 2013. “Catequese, Protagonismo Indígena e Inculturação” foi o tema muito bonito que nos desafiou.
Este inesquecível Seminário foi organizado pelas Comissões Episcopais: De Animação Bíblico-Catequética, da Amazônia e Missionária, pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e pela Pastoral Indigenista da Arquidiocese de Manaus.
Fato admirável, a presença de indígenas procedentes de vinte e um (21) povos: Boé Bororo, Maku Hyump, Wapixana, Baré, Piratapuia, Baniwa, Kokama, Mura, Bará, Munduruku, Zapoteca, Arapaso, Macuxi, Tukano, Tuyuka, Sateré-Maué, Kambeba, Guajajara, Tariano, Desana, Mayuruna. Presentes também bispos, padres e religiosos(as).   Destacamos a presença de padres e religiosas indígenas.
A convivência fraterna construída no dia a dia do Seminário mostrou-nos de que nós estamos vivendo um Kairós, manifestação carinhosa de Deus para com os povos indígenas e os missionários que se dedicam em estar com estes povos.
No âmbito mais global temos na animação da Igreja Católica um novo Papa, Francisco. É um latino-americano como nós e nos inspira nova mentalidade. O papa, a partir do espírito de São Francisco, pode dar um rumo novo para a Igreja. Ele fala que a nossa Igreja deve ser “uma Igreja pobre e dos pobres” e nos convida para “ir às periferias geográficas e existenciais”. Por isso nesse Seminário sentimos que Deus nos chama para a missão de promover e servir a vida.
O III Seminário deu continuidade aos dois já realizados nessa linda Amazônia: O I aconteceu em Manaus, no período de 25 a 28 de outubro de 2007. O II aconteceu em Ananindeua/PA, no período de 8 a 10 de abril de 2011.
Nosso Seminário contou com muitas e valiosas assessorias: -Pe. Raimundo Possidônio: “Cenários catequéticos da história da missão”.-Pe. Paulo Suess: “Catequese no contexto histórico-social dos povos  indígenas hoje o foco catequético na pastoral indigenista”.-Pe. Luis Alves de Lima : “Iniciação à Vida Cristã”. -Pe. Eleazar Lopez Hernández: “Diálogo inter-religioso e intercultural- Teologia Índia”. -Pe. Eleazar e Pe. Paulo: “Inculturação: perspectivas e desafios”.-Ir. Téa Frigério: “A Bíblia na Catequese indígena”.-Pe. Bartolomeu Giaccaria: “Ritos e Mitos Indígenas na Catequese”. -Pe. Justino Rezende: “Inculturação na Catequese Indígena”. -Irmã Rebeca: “Espiritualidade e Catequese Indígena”. -Pe. Nello Ruffaldi: “Catequese e Protagonismo Indígena”.-Pe. Roberto,OMI: “Evangelização e Cat. Entre os Indígenas da Cidade”.                                                                                                                          
-Nós indígenas “partilhamos nossos trabalhos, nossas práticas de catequese e os nossos sonhos”
O III Seminário de Catequese está dentro da caminhada da Igreja, estamos conectados com os fatos importantes da vida da nossa Igreja. Por isso celebramos com gratidão os 30 anos do Documento Catequese Renovada, como inspiração para a nossa ação atual. E da mesma forma fizemos memória dos 40 anos de história de compromisso com os povos indígenas do Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
O contexto histórico analisado nos desafia, a “desembarcar das naves dos invasores para embarcarmos nas canoas dos índios”. É preciso entender as culturas dos pequenos. Os povos indígenas são pequenos, mas possuem sabedorias, são portadores do Amor de Deus para as pessoas. Pe. Eleazar, vindo do México, nos contou que as flores de Guadalupe que Juan Diego ofereceu à Igreja simbolizam as culturas indígenas. Como Juan Diogo, com simplicidade, podemos contribuir também com a Igreja hoje.
Na experiência do encontro nos damos conta das coisas boas que estão acontecendo: As práticas da Iniciação à Vida Cristã estão sendo redescobertas por nossas comunidades. O diálogo, exigência da inculturação, também está avançando. É fundamental dialogar com os diferentes. Nós povos indígenas temos muito para dar, partilhar e oferecer para a Igreja. Por outra parte, queremos aprender também com os outros povos. Pois as histórias são construções humanas. Nós podemos construir novas histórias, mas precisamos aprender a fazer escolhas. Através de nossos mitos e ritos mostramos que a vida deve ser vivida com generosidade, com alegria e profundidade. Nós sabemos valorizar a natureza, as pessoas, os seres viventes, as forças imateriais presentes no mundo.
Neste Seminário entendemos que nós possuímos as nossas teologias, a Teologia Índia, que vem mostrar para indígenas e não indígenas que temos um Deus que é único, mas que é compreendido com vários nomes. Jesus Cristo nos foi apresentado pelos colonizadores, conquistadores. Mas Jesus não é um colonizador/conquistador. Ele é nosso amigo, companheiro, Salvador. Jesus é fonte inesgotável de vida, nós nunca chegaremos a compreendê-lo plenamente, mas buscaremos, dia a após dia, ser seus discípulos, construtores do seu Projeto, o Reino de Deus. Sentimos que já percorremos longos caminhos e muitos conhecimentos foram construídos em torno de Jesus. Mas as práticas de evangelização e catequese são adequadas para cada tempo e cada espaço histórico. Por isso, precisamos continuamente repensar e resignificar nossas práticas evangelizadoras.
Nós estudamos, partilhamos e sonhamos, dando-nos conta que no centro de nossos trabalhos está a PESSOA, que deve receber nossa atenção principal. Somente assim podemos dizer que a essência da catequese indígena é o valor da vida. A VIDA dos povos indígenas precisa ser amada, valorizada e respeitada. Em muitos contextos essa vida, a cultura, os costumes, tradições, as línguas estão enfraquecidas. A Catequese pode tornar-se um instrumento para fortalecer a vida dos nossos povos a partir do evangelho. Pois a catequese assume os problemas sociais e culturais para ajudar na transformação da realidade. Por isso apostamos no processo de evangelização e catequese para que nossas vidas sejam amadas como Deus nos ama.
Nas reflexões ficou claro para nós que a Inculturação deve ser feita através do protagonismo indígena. Por isso nos alegramos com a presença de vários padres e religiosas indígenas neste Seminário. Mas também contamos com a valiosa colaboração dos missionários(as), dos teólogos(as) e catequetas  não indígenas. Juntos temos uma bonita e grande missão: Servir a Vida.
Neste Seminário damos alguns passos para frente. Estamos caminhando. Não temos soluções mágicas. Mas continuamos buscando caminhos para superar as dificuldades, criar outras práticas e acertar juntos. As diversas questões referentes aos temas da catequese indígena, inculturação e protagonismo continuam em aberto para os nossos estudos, reflexões e experiências.
Finalmente, convidamos a todas as pessoas de boa vontade para que se interessem pelas vidas dos nossos povos. Fazemos apelo aos bispos para que estejam atentos às realidades indígenas de suas dioceses. Os povos indígenas não podem ser invisíveis aos vossos olhos. Pois estão presentes em muitas dioceses e paróquias. Somado a esse compromisso fazemos apelo para que as dioceses e as paróquias saibam disponibilizar recursos materiais para tornar viável nossa participação.
Para todos os participantes do III Seminário esse momento é de Kairós. Momento da Criação e Recriação da Vida. Deus nos criou para com Ele criar um mundo novo! Ele aposta nos povos indígenas!
Realizamos bonito trabalho. Elaboramos, através de processo bem participativo, propostas para o futuro de nossa caminhada. Estas estão em anexo para que todos participem desse processo histórico (confira abaixo).
Obs: Esta mensagem é fruto de reflexão de uma equipe, mas redigida pelo indígena Pe. Justino Rezende.
CONCLUSÕES DO III SEMINÁRIO DE CATEQUESE INDÍGENAReconhecendo que os catequistas indígenas são a base para o surgimento de uma igreja autóctone, chegamos às seguintes conclusões:1.    Sentimos a Necessidade de uma formação permanente, específica de catequistas indígenas em vista de uma Igreja indígena, ministerial, missionária, incorporando a lógica, o conteúdo, a metodologia e as instancias próprias dos povos e culturas indígenas. Essa proposta de formação poderá ser realizada em centro de formação permanente, ou nas aldeias, ou numa combinação criativa. Os elementos de formação inculturada devem ser incorporados também aos programas de formação do clero, religiosos e religiosas indígenas.
2.    Para os não indígenas que atuam junto aos povos indígenas é necessária uma preparação específica, em vista de uma catequese inculturada com protagonismo indígena.
3.    Queremos continuar o processo de reflexão com intercambio de experiências, conteúdos, metodologias, subsídios. Ao longo de quatro anos serão realizados encontros regionais e diocesanos, por temas específicos (indígenas na cidade), para partilha de experiências e aprofundamento. Esse processo culmina com a realização do IV seminário nacional de catequese indígena em 2017.

A convite do Setor Leigos da Comissão Episcopal para o Laicato, juntamente com o Conselho Nacional dos Leigos e Leigas do Brasil (CNLB), nos dias 20 e 21 de abril, estiveram reunidos no  Centro Mariapolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista - SP, os dirigentes nacionais de diversas expressões laicais (Apostolado da Oração, Associação Instituição Teresiana, Caminho Neocatecumenal, Comunidade Nossa Senhora da Esperança, Confederação Nacional das Congregações Marianas, Conselho Nacional das Irmandades de São Benedito, Encontro de Casais com Cristo, Legião de Maria, Movimento Apostólico de Schoenstatt, Movimento Comunhão e Libertação, Movimento das Equipes Docentes, Movimento dos Focolares, Movimento Fé e Luz, Movimento dos Trabalhadores Cristãos, Obra Kolping do Brasil, Ordem Franciscana Secular e Renovação Carismática Católica) e membros da Comissão (Dom Giovane, Dom Celso e o Assessor Geraldo Aguiar).
A reunião teve como objetivo fortalecer a rede que se tem construído; refletir e dialogar, a partir das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, sobre as relações entre Movimentos, Associações e Serviços Eclesiais e as Igrejas Particulares/Paróquias; avaliar e retomar os encaminhamentos do IV ENMEAL (Encontro nacional acontecido no recife em novembro de 2012); informar sobre o possível “Ano do Laicato” e partilhar a caminhada das várias expressões laicais que se fizeram presentes.
Esse grupo já se reúne, anualmente, há cinco anos e tem conseguido criar caminhos de conhecimento mútuo, partilha de informações, programas de formação e troca de experiências. Discutem em plenário e em grupos sobre os avanços e retrocessos dessa caminhada, propõem trabalhos em comum e, especialmente, experimentam a grande diversidade de dons e carismas que compõe o cenário da Igreja atual.
No início dos trabalhos foi apresentado um painel com o tema “Reflexão e diálogo sobre as relações entre os Movimentos, Associações e Serviços Eclesiais, seus membros e as Igrejas Particulares(Dioceses)/Paróquias”. Foram painelistas: Profa. Maria Elenise Mesquita, Pe. Alexandre Awi Mello e Dom Giovane Pereira de Melo, bispo de Tocantinópolis e referencial do Setor Leigos.
A palavra chave dos expositores foi “conhecimento”.  Eles argumentaram que conhecer rompe os preconceitos, traz luz aos relacionamentos e ameniza as tensões. E explicaram que os movimentos e associações laicais são muito importantes para a vida da Igreja do Brasil, muitos são frutos do Concílio Vaticano II e têm origem internacional. Respondem aos desafios dos tempos modernos, são meios ágeis de reunião, alimentam laços afetivos entre os membros e dos membros com a comunidade local, formam os seus membros de maneira organizada, integral e constante e mobilizam jovens. Os expositores concluíram dizendo não haver dúvidas que os dons e carismas dos jovens são um grande tesouro da Igreja.
Os desafios que apareceram nos diálogos foram: Como integrar o membro do movimento/serviço/associação às atividades da paróquia, quando algumas vezes o movimento tem um dinamismo que ultrapassa o território paroquial? Como aproveitar o material, a formação dada pelos movimentos e colocá-los a serviço da Igreja particular? Como entender e dirimir as limitações que estão presentes tanto nos membros, como nos dirigentes dos diversos grupos existentes e também por parte de alguns párocos?
Foi lembrado que no IV ENMEAL houve várias reivindicações sobre a necessidade de melhorar a comunicação entre as expressões laicais e delas com a paróquia nas quais estão inseridas, também de aprimorarem o uso das diversas mídias disponíveis e de socializarem as informações de maneiras mais rápida e eficiente.
Geraldo Aguiar e Dom Giovane trouxeram ainda informações sobre os trabalhos desenvolvidos na 51ª. Assembleia Geral, realizada de 10 a 19 de abril em Aparecida. Houve muito interesse entre os participantes da reunião de dirigentes sobre o tema que lá foi estudado: “Comunidade de Comunidades, Uma Nova Paróquia”, visto que o mesmo tem relação direta com a vivência dos movimentos e suas práticas.
Com momentos de oração, discussão, estudo e partilha a reunião trouxe aos participantes a oportunidade da convivência fraterna e a esperança de que a caminhada poderá ser muito mais sólida se realizada em comunhão.

A Comunidade Católica Shalom promove no dia 04 de maio, a quinta edição do Lual da Juventude que será realizado em um espaço de eventos na cidade de Pacajus (CE).
O Lual da Juventude 2013 conta com as presenças da Banda Missionário Shalom, Cosme, Shalom God, Naldo José que fará a gravação do seu primeiro DVD e DJ´s.
A expectativa da organização é receber 3 mil visitantes. Além das atrações haverá o Espaço da Misericórdia, local para oração e aconselhamento do público presente, espaço para confissão e Adoração ao Santíssimo Sacramento.
Em 2012 o evento reuniu 2 mil pessoas. A programação também integra os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude, encontro que acontecerá em julho com o Papa Francisco, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). “Queremos levar pelo menos 1750 peregrinos daqui de Pacajus e junto com o Projeto Juventude Fortaleza 10 mil peregrinos. Durante o Evento teremos um momento especial sobre a JMJ”, garante Flavia Driele, responsável pelo Projeto Juventude da Missão da Comunidade de Pacajus (CE).

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