Desempenho de conteúdo acima da média, maior rentabilidade para a sua rádio e fidelização dos ouvintes e clientes? O

10:36 Radio Ideal FM 0 Comentarios



Amigos radionautas, já pararam para saber o que a TV faz para estar na frente do rádio? Muitos vão dizer que é porque a TV é áudio e vídeo, imagem e som, correto? De certa forma isso tem muito a ver, mas vamos mais além.

Enquanto a TV investe dinheiro para ganhar dinheiro, compra conteúdo de qualidade, contrata profissionais qualificados, artistas, compra equipamentos entre muitos outros fatores que a qualificam, o rádio não segue a mesma linha. Em boa parte dos casos, o rádio retira recursos, demite profissionais, não atualiza e não investe em equipamentos. Muitas vezes, na ilusão de que o baixo investimento vai atrair maior lucro, algumas rádios investem em conteúdo de péssima qualidade, com pessoas, que muitas vezes, não tem se quer uma qualificação, ou não é do meio.

Sabe a história da pessoa que passa em frente da emissora e tem uma voz bonita, aí o diretor vai lá e coloca ele pra falar, no intuito de economizar, achando que o profissional é muito caro? Pois é, é bem aí que “a vaca vai para o brejo”, é bem aí que o rádio perde o seu formato. É um insulto para os ouvintes acompanhar uma pessoa do outro lado do rádio que não tem um pingo de formação na área da comunicação, que assassina o português e, o inglês, então, nem se fale.

Muitos dizem que os profissionais estão escassos para o rádio. Eu tenho que concordar, mas por outro lado, como investir nesta profissão se o próprio contratante não reconhece o valor? Como ser um profissional da área se não existe vaga de emprego?

Lembro-me que tempos atrás, na época em que a máquina de escrever era uma grande ferramenta, um carinha ficava sentado o dia todo ouvindo música e datilografando a programação. O rádio nesta época tinha uma grade musical, músicas de qualidade. Sua profissão era a de “Programador Musical”. Hoje poucas emissoras se dão ao luxo de dizer que possuem um.

Mas o rádio sempre se reinventa, não é mesmo? As produtoras de formatos estão ai para a sua salvação. E eu concordo novamente com essa afirmação, se não fosse por um detalhe:

Alguns empresários do rádio acabam indo novamente atrás das produtoras que possuem preço e não qualidade, e acaba contratando o carinha lá detrás, sem nenhuma formação. A produtora de fundo de quintal que compra um microfone e uma mesinha de som e que muitas vezes não sabem nem falar, comercializam seus “produtos” com pacotes de 20 programas por mais ou menos R$ 50 reais mensais.

O investimento em conteúdos de qualidade é fundamental para a credibilidade da emissora e também garante um retorno mais seguro, pois o cliente que acredita no projeto não vai se sentir “frustrado” ao perceber que sua marca está associada a um produto de péssima qualidade. A contratação de uma empresa idônea, que conta com profissionais qualificados no mercado e que ofereça uma grande variedade de atrações vai render mais audiência e credibilidade junto aos empresários e, consequentemente, maior rentabilidade à emissora. Antes de fazer alguma contratação, pesquise o histórico da produtora, conheça sua história e veja as opções que ela oferece. Isso será determinante para o futuro da rádio.

Hoje cabe ao próprio radiodifusor decidir quantos anos ainda vai querer que a sua rádio vai consiga sobreviver no mercado em que atua. Tratar o rádio como uma empresa poderosa de mídia e de envolvimento dentro da sociedade, sem politicagem. É isso o que eu acho que está faltando. É respeito ao rádio. Investir em qualidade, profissionais, conteúdos de empresas serias, equipamentos de última geração. Só assim o seu retorno estará garantido. Lembre-se: Riqueza gera riqueza, pobreza gera pobreza, sua rádio vai ser rica ou vai ser pobre?

por: Alessandro Caliu

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