Sé Vacante: Cardeais recebem convocação para as congregações gerais

21:15 Radio Ideal FM 0 Comentarios



REFLEXÃO
O Evangelho de hoje nos apresenta uma síntese de toda a história da salvação. Deus formou o seu povo, representado por Jerusalém que, nesta parábola, é simbolizado pela vinha. Aqueles que eram responsáveis pela vida religiosa do povo não foram fiéis a Deus, que lhes enviou os profetas para que voltassem ao caminho da justiça, mas os profetas não foram recebidos, foram vítimas de toda espécie de violência e acabaram mortos. Por fim, Deus enviou seu Filho ao mundo, mas ele também foi rejeitado e morto. Deus, então, estabeleceu uma nova Aliança com o seu novo povo, a Igreja, que deve produzir seus frutos no devido tempo.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Spiridon Mattar, Eparca Emérito de Nossa Senhora do Paraíso em São Paulo dos Greco-Melquitas
  • Dom José Doth de Oliveira, Bispo Emérito de Iguatu - CE
  • Dom José Valmor Cesar Teixeira, SDB, Bispo de Bom Jesus da Lapa - BA
NOTÍCIAS
A partir das 20h desta quinta-feira, teve início o período de Sé Vacante, em que o Colégio cardinalício assume a gestão de assuntos ordinários da Igreja, porém, sem qualquer poder ou jurisdição sobre questões que cabem ao Papa.
Neste primeiro dia de Sé Vacante, o Decano do Colégio Cardinalício, Card. Angelo Sodano, enviará a carta de convocação para as Congregações Gerais, que terão início na manhã de segunda-feira, 4 de março, às 9h30. Os cardeais brasileiros que já estão em Roma receberão a carta no Colégio Pio Brasileiro, onde estão hospedados – com exceção de Dom João Braz de Aviz, que reside no Vaticano.
Participarão das reuniões inclusive os purpurados com mais de 80 anos, e os encontros representam também uma ocasião para que os cardeais se conheçam pessoalmente. Nas congregações gerais será definida a data para o início do Conclave.
O órgão de governo da Igreja para esta fase é a Câmara Apostólica (o camerlengo, o seu vice e os auditores), que tem a função de “custodiar” os bens (espirituais e materiais) da Igreja. Durante a Sé Vacante, deixam seus cargos o Secretário de Estado, os prefeitos das Congregações, os Presidentes dos Pontifícios Conselho e os membros de todos os dicastérios curiais.
Os únicos que permanecem em seu cargo são o Penitenciário-mor (o Cardeal português Manuel Monteiro de Castro), o Vigário para a Diocese de Roma (Card. Agostino Vallini), O Arcipreste da Basílica de S. Pedro (Card. Angelo Comastri) e o Esmoleiro (Mons. Guido Pozzo). Permanecem ainda no cargo o Camerlengo (atualmente é o Card.Tarcisio Bertone), o Substituto da Secretaria de Estado (Mons. Angelo Giovanni Becciu), o Secretário das Relações com os Estados (Dom Dominique Mamberti) e os secretários dos Dicastérios vaticanos. Também ficam confirmados no cargo os Núncios e os delegados apostólicos.
Com a renúncia de Bento XVI, a Igreja pela décima vez inicia o período de sé vacante por causas diversas que não a morte de um Pontífice.
Além disso, a tradição será respeitada: além dos selos, haverá moedas para a Sé Vacante: a emissão de uma moeda de dois euros e uma moeda de prata de cinco euros. A cunhagem é feita com o símbolo do Cardeal camerlengo.

Dom Raymundo Damasceno, dom Cláudio Hummes, dom Odilo Scherer, dom Geraldo Majella Agnelo e dom João Braz de Aviz estão em Roma e começam, nesta sexta-feira, 1. de março, a participar dos encontros do Colégio Cardinalício em vista da convocação do Conclave que deverá ocorrer na próxima segunda-feira.
Segundo a Rádio Vaticano, também estão sendo ultimados os preparativos para a cobertura jornalística do conclave. Até agora foram credenicados junto à Sala de Imprensa da Santa Sé, para acompanhar os eventos que seguiram à renúncia do Papa e que levarão ao Conclave para a eleição de seu sucessor, 3.641 jornalistas de 968 meios de comunicação e de 24 línguas.
A informação foi dada pelo Diretor da Sala de Imprensa vaticana, o jesuíta Pe. Federico Lombardi, durante a coletiva com os jornalistas. Com relação aos vários meios de comunicação, os jornalistas de jornais são 336, 156 os fotógrafos, 2.470 os reportes e técnicos, 231 os jornalistas de emissoras de rádio, 115 os acreditados através da internet.

Apresentamos as orientações litúrgicas para o período de Sé Vacante.
1 – OMISSÃO DA CITAÇÃO DO NOME DO PAPA NA ORAÇÃO EUCARÍSTICA E NA LITURGIA DAS HORAS.Durante todo o período de Sé Vacante, ou seja, desde as 16:00 horas do dia 28 de fevereiro de 2013 até a eleição do novo Papa, se omite a citação do nome do Santo Padre na Oração Eucarística e o mesmo não é substituído por nenhum outro nome. Na oração da Liturgia das Horas se omitem as intercessões pelo Papa.
2 –  ORAÇÃO PELA ELEIÇÃO DO PONTÍFICEDurante este período, se recomenda, entretanto, que os pastores e fiéis permaneçam em oração pela eleição do novo Papa. Pode-se celebrar nos dias de semana a Missa “Por várias necessidades: Para a Eleição do Papa” (Missal Romano), com a cor litúrgica do tempo da quaresma. Encoraja-se também realização de Hora Santa ou a recitação pública do rosário pela eleição do Papa.
3. APÓS A ELEIÇÃO DO SANTO PADREComo estabelece a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis: “88. Depois da aceitação, o eleito que tenha já recebido a Ordenação episcopal, é imediatamente o Bispo da Igreja de Roma, verdadeiro Papa e Cabeça do Colégio Episcopal; e adquire efetivamente o poder pleno e absoluto sobre a Igreja universal, e pode exercê-lo. Se, pelo contrário, o eleito não possuir o caráter episcopal, seja imediatamente ordenado Bispo.”Assim sendo, a partir do momento do anúncio da eleição do Pontífice, toda a Igreja passa a recordar do Papa como de costume.

Após encontro realizado em Luziânia (GO) entre os dias 25 e 28 de fevereiro, representantes de comunidades tradicionais de todo o país divulgaram uma carta que reafirma os processos de luta e resistência das populações tradicionais. Veja a carta na íntegra.
CARTA DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS
“O mundo está doente; precisa de cura” (Ninawa, Hunikui, Acre)
No âmbito dos eventos da V Semana Social Brasileira e do Encontro Unitário dos Povos do Campo, das Águas e da Floresta, nós, povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais, seringueiros, vazanteiros, quebradeiras de coco, litorâneos e ribeirinhos, comunidades de fundo e fecho de pasto e posseiros de todo o Brasil, mulheres e homens de luta, nos encontramos em Luziânia GO, nos dias de 25 a 28 de fevereiro, para partilhar cruzes e esperanças e repensar as nossas lutas frente ao avanço cada vez mais acelerado e violento do capital e do Estado sobre os nossos direitos.
Vivemos o encontro como um momento histórico, que confirma a realidade indiscutível de uma articulação e aliança entre povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e camponeses. O diálogo entre povos e comunidades que expressam culturas e tradições diferentes, frequentemente marcadas por preconceitos e rejeição, volta-se para a defesa e reconquista dos nossos territórios.  Este é o processo que unifica sonhos e estratégias na construção de um País diferente que se opõe à doença capitalista do agro e hidronegócio, mineração, hidroelétricas, incentivada e financiada pelo Estado, em nome do chamado desenvolvimento e crescimento do Brasil.
Não nos deixaremos curvar pelo avanço insaciável do capitalismo com o seu cortejo de políticas governamentais nefastas e genocidas. Território não se negocia não se vende não se troca. É o espaço sagrado onde fazemos crescer a vida, nossa cultura e jeito de viver, nos organizar, ser livres e felizes. “Territórios livres, já!!!”.
“A senzala não acabou. Ficamos livres das correntes e dos grilhões, mas continuamos presos ao cativeiro do sistema”. (Rosemeire, Quilombo dos Rios dos Macacos, Bahia)
Constatamos, mais uma vez, com dor e angústia, o retrocesso armado pelos três poderes do Estado para desconstruir, com leis, portarias, como a 303, PEC 215, ADIN 3239, e decretos de exceção, a Constituição, que garante, em tese, os nossos direitos territoriais e culturais. É revoltoso e doído o que estamos passando nas nossas aldeias, quilombos e comunidades: nossos territórios invadidos, a natureza sendo destruída, nossa diversidade cultural desrespeitada e a sujeição política via migalhas compensatórias. Querem nos encurralar! Sofremos humilhações, violências, morte e assassinatos, o que nos leva a tomar uma atitude.
O primeiro passo para uma verdadeira libertação do cativeiro a que estamos submetidos, é continuar o diálogo intercultural, para conhecermos melhor nossas diversidades, riquezas e lutas. Segundo passo é encontrarmos estratégias de unificação de nossas pautas para a construção de uma frente unificada, que possa se contrapor, com eficácia, ao capital e ao Estado, a partir de mobilizações regionais dos povos indígenas e das populações do campo, das águas e da floresta. Estamos de olho nas ações dos três poderes do Estado brasileiro, para nos defendermos do arbítrio da desconstrução dos direitos e da violência institucional e privada.
Diante da total paralisia do Governo Dilma em cumprir a Constituição e na contramão da legislação internacional (OIT 169) que decretam o reconhecimento dos direitos dos povos indígenas e das populações tradicionais, exigimos a imediata demarcação e titulação dos nossos territórios.
Acreditamos que a nossa luta, na construção de projetos de Bem Viver, é sagrada, abençoada e acompanhada pelo único Deus dos muitos nomes e pela presença animadora dos nossos mártires e encantados.
Luziânia, 28 de fevereiro de 2013.

Foi concluído nesta quinta-feira, 28 de fevereiro, o Seminário “Os territórios Tradicionais e o Estado Brasileiro”. O evento integra as atividades da 5ª Semana Social Brasileira, foi realizado em Luziânia (GO). Na carta final do Seminário, os participantes reafirmam seus processo de luta, de resistência e o intuito de fortalecer a articulação dos povos e comunidades originárias.
Leia a íntegra do documento:
CARTA DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS
“O mundo está doente; precisa de cura” (Ninawa, Hunikui, Acre)
No âmbito dos eventos da V Semana Social Brasileira e do Encontro Unitário dos Povos do Campo, das Águas e da Floresta, nós, povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais, seringueiros, vazanteiros, quebradeiras de coco, litorâneos e ribeirinhos, comunidades de fundo e fecho de pasto e posseiros de todo o Brasil, mulheres e homens de luta, nos encontramos em Luziânia/GO, nos dias de 25 a 28 de fevereiro, para partilhar cruzes e esperanças e repensar as nossas lutas frente ao avanço cada vez mais acelerado e violento do capital e do Estado sobre os nossos direitos.
Vivemos o encontro como um momento histórico, que confirma a realidade indiscutível de uma articulação e aliança entre povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e camponeses. O diálogo entre povos e comunidades que expressam culturas e tradições diferentes, frequentemente marcadas por preconceitos e rejeição, volta-se para a defesa e reconquista dos nossos territórios.  Este é o processo que unifica sonhos e estratégias na construção de um País diferente que se opõe à doença capitalista do agro e hidronegócio, mineração, hidroelétricas, incentivada e financiada pelo Estado, em nome do chamado desenvolvimento e crescimento do Brasil.
Não nos deixaremos curvar pelo avanço insaciável do capitalismo com o seu cortejo de políticas governamentais nefastas e genocidas. Território não se negocia não se vende não se troca. É o espaço sagrado onde fazemos crescer a vida, nossa cultura e jeito de viver, nos organizar, ser livres e felizes. “Territórios livres, já!!!”.
“A senzala não acabou. Ficamos livres das correntes e dos grilhões, mas continuamos presos ao cativeiro do sistema”. (Rosemeire, Quilombo dos Rios dos Macacos, Bahia)
Constatamos, mais uma vez, com dor e angústia, o retrocesso armado pelos três poderes do Estado para desconstruir, com leis, portarias, como a 303, PEC 215, ADIN 3239, e decretos de exceção, a Constituição, que garante, em tese, os nossos direitos territoriais e culturais. É revoltoso e doído o que estamos passando nas nossas aldeias, quilombos e comunidades: nossos territórios invadidos, a natureza sendo destruída, nossa diversidade cultural desrespeitada e a sujeição política via migalhas compensatórias. Querem nos encurralar! Sofremos humilhações, violências, morte e assassinatos, o que nos leva a tomar uma atitude.
O primeiro passo para uma verdadeira libertação do cativeiro a que estamos submetidos, é continuar o diálogo intercultural, para conhecermos melhor nossas diversidades, riquezas e lutas. Segundo passo é encontrarmos estratégias de unificação de nossas pautas para a construção de uma frente unificada, que possa se contrapor, com eficácia, ao capital e ao Estado, a partir de mobilizações regionais dos povos indígenas e das populações do campo, das águas e da floresta. Estamos de olho nas ações dos três poderes do Estado brasileiro, para nos defendermos do arbítrio da desconstrução dos direitos e da violência institucional e privada.
Diante da total paralisia do Governo Dilma em cumprir a Constituição e na contramão da legislação internacional (OIT 169) que decretam o reconhecimento dos direitos dos povos indígenas e das populações tradicionais, exigimos a imediata demarcação e titulação dos nossos territórios.
Acreditamos que a nossa luta, na construção de projetos de Bem Viver, é sagrada, abençoada e acompanhada pelo único Deus dos muitos nomes e pela presença animadora dos nossos mártires e encantados.
Luziânia, 28 de fevereiro de 2013.

Entre os dias 18 e 23 de fevereiro, em Medellín – Colômbia, foi realizada a reunião da equipe Ad Hoc, responsável em preparar itinerários de formação para os Diáconos Permanentes, Seminaristas, Presbíteros, Religiosos (as) e Leigos.
Participaram do encontro o padre Deusmar Jesus da Silva – Brasil; padre Juan Alvaro Zapata Torres – Colômbia; padre Jean Hérick Jasmin – Haití; padre Gabriel Alberto Rainusso Garrone – Uruguai e padre Octavio Ramon Rodrigues Palma – Venezuela. A coordenação dos trabalhos esteve a cargo de Pe Gabriel Angel Villa Vahos, Secretário Executivo do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM.
Em algumas sessões, esteve presente o Arcebispo de Medellin, Monsenhor Ricardo A. Tobón Restrepo. A reunião teve por objetivo descobrir processos bíblico-teológicos e pastorais adequados a cada vocação específica que favoreçam a reiniciação cristã dos agentes.

Cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, escreveu uma carta ao Papa emérito, Bento XVI, que foi publicada nesta sexta-feira, 01 de março. Na carta, dom Odilo afirma: "Vossa Santidade nos deu um grande exemplo de humildade e coragem e, ao mesmo tempo, de fé e generosidade, ao colocar em evidência que o bem e a missão da Igreja devem ocupar o primeiro lugar nas preocupações de todos aqueles que são chamados e constituídos no serviço do Rebanho do Senhor".
Dom odilo ainda lembrou: que "ao entregar a Santa Igreja ´aos cuidados do seu Supremo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo´, Vossa Santidade indicou qual é a verdadeira natureza do ministério do Papa, dos Bispos e de todos os Sacerdotes, colocados a serviço da Igreja: somos todos servidores do Povo de Deus em nome de Jesus Cristo e por encargo seu. É Ele o verdadeiro e único Senhor e Pastor da Igreja, que cuida dela e quer o seu bem mais do que ninguém outro!"
"Manifesto, portanto, minha mais sincera compreensão, respeito e admiração pelo gesto humilde, corajoso e generoso de Vossa Santidade e pelo ensinamento de fé que nos deixa, no serviço a Jesus Cristo e à Igreja. Não devemos estar apegados a cargos e posições, quando está em jogo o bem maior da Igreja, à qual servimos", reiterou o cardeal de São Paulo.
A carta ainda acena para a visita feita por Bento XVI à Sâo Paulo, em 2007, e a canonização de Santo Antonio de Sant’Ana Galvão, 1º Santo nascido no Brasil, canonizado naquela ocasião. E finaliza: "somos gratos pelo estímulo dado aos sacerdotes mediante o Ano Sacerdotal, e à Igreja toda para renovar-se na fé, mediante o Ano da Fé, que estamos vivendo. Gratos ainda pela escolha do Brasil e da cidade do Rio de Janeiro para sediar a próxima Jornada Mundial da Juventude".

Em missa celebrada na cidade de Monte Alegre do Sul (SP) no dia 24 de fevereiro, o bispo de Amparo, dom Pedro Carlos Cipolini, apresentou o primeiro Plano de Pastoral da Diocese. Na mesma ocasião, a igreja matriz da cidade recebeu o título de Santuário Diocesano do Senhor Bom Jesus.
Fiéis de todas as paróquias da diocese foram em peregrinação ao Santuário, reunindo, na praça de frente ao Santuário, cerca de 2 mil pessoas de 11 cidades. Na homilia, dom Pedro ressaltou “que o Santuário foi quisto primeiro por Deus, depois pelo povo e agora pela Igreja que o reconhece”.
Após a homilia foi entregue o Plano de Pastoral, elaborado de modo participativo por membros das paróquias e com grande participação do povo nos estudos que o antecederam. O evento também celebrou o 35º aniversário de sacerdócio de dom Pedro Carlos Cipolini.

Nos dias 23 e 24 de fevereiro, 48 delegados representantes das 21 dioceses e arquidioceses que compõe o Regional Nordeste 3 da CNBB (Bahia e Sergipe), participaram da ampliada do regional das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). O encontro ocorreu na Arquidiocese de Feira de Santana (BA), e teve como temática principal “Ser Igreja de CEBs nos dias atuais e o que o 12° Intereclesial nos disse?”.
Os trabalhos desenvolvidos na ampliada abordaram as transformações sociais e a vivência da fé. As atividades foram assessoradas por padres das dioceses de Ruy Barbosa, Jequié e Salvador (BA). No domingo (24), o arcebispo de Feira de Santana, dom Itamar Vian, realizou a celebração eucarística e recordou o 13ª intereclesial das CEB’s do Brasil, que está marcado para os dias 07 a 11 de janeiro de 2014, no Juazeiro do Norte (CE).
Confira a carta da ampliada:
CARTA DA AMPLIADA DO REGIONAL DAS CEBs – FEVEREIRO 2013
De 23 a 24 de fevereiro de 2013 nos encontramos na Chácara Santo Inácio, na cidade de Feira de Santana, 48 delegados e delegadas que representam 21 dioceses e arquidioceses de nosso Regional Nordeste 3.
Depois da acolhida e a oração inicial, Luis Miguel Modino, fez uma análise de conjuntura partindo da ideia de como ser Igreja de CEBs nos dias atuais a partir do que o 12º Intereclesial nos disse. O elo condutor foi o proverbio africano: “Gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares pouco importantes, consegue mudanças extraordinárias”, que Dom Moacyr Grecchi, usou na celebração de abertura do 12º Intereclesial para definir as CEBs. A partir daqui foi analisada a realidade sócio eclesial hoje, e como esta realidade nem sempre responde a este jeito de se colocar diante da vida.
Os trabalhos foram desenvolvidos em cinco rancharias: As transformações sociais e a vivência da fé; as CEBs no Contexto Urbano; uma Opção pelos pobres a partir do Documento de Aparecida; Justiça e Profecia na construção do Reino e as CEBs conquistas de ontem e de hoje. Estas rancharias contaram com a assessoria de Luis Miguel Modino; Benedito Ballio; Paulo Silva; Luciano Bernardi e Terezinha Foppa. A partir do trabalho realizado em cada uma delas surgiu uma serie de desafios que devem levar à reflexão as CEBs.
Diante da mudança de época, como vivenciar nossa fé? Respeitando o outro, as diferenças; dando testemunho da nossa fé nos ambientes que vivemos; assumindo que a tecnologia, bem usada, ajuda a vivenciar a fé, em especial com a juventude; sendo conscientes que do mesmo modo que a mulher tem tido um papel fundamental nas transformações da sociedade, precisa ter seu lugar reconhecido na Igreja, mas para isso precisa de transformações; retomando a consciência comunitária frente à mentalidade individualista.
É preciso recuperar a memória histórica; formação e trabalho de base; estimular o espírito solidário; colocar as CEBs como eixo da pastoral; entender as diferenças entre paróquia com CEBs e de CEBs; denunciar o papel da mídia católica, que dificulta a vivência comunitária.
Como levar para a prática a opção pelos pobres que aparece nos Documentos da Igreja Latino-americana? A Igreja precisa reconhecer o rosto de Cristo nos pobres, pois essa opção pelos pobres tem raiz bíblica e Trinitária; sentir Maria como discípula missionária que assume a opção pelos pobres a través do Magnificat; sermos conscientes que Aparecida tem como objetivo a defesa da vida em todas suas dimensões, mas não critica as injustiças cometidas contra pobres, indígenas e afro-descendentes.
Diante do texto do samaritano reconhecer quem mais assalta hoje (mídia); nos perguntar quais são as hospedagens onde são acolhidos aqueles que estão à beira do caminho; como aproximar-se e acolher na realidade de hoje; como expandir para o ano todo o grito bonito da Campanha da Fraternidade; fazer que aquilo que a gente reza seja colocado em prática; como saber quem são os verdadeiros donos do mundo, nem sempre visíveis; sentimos que hoje o profetismo virou uma estética, e não podemos considerar normal a cultura de morte; precisamos fomentar a comunhão dentro e fora da Igreja; como recuperar a liberdade de expressão.
Em nossa Igreja, em nossas CEBs, como acolher os homoafetivos; como dar espaço para as mulheres, especialmente para as mulheres negras, também numa liturgia inculturada; qual é a vivência da juventude dentro das comunidades; procurar pontos comuns em que todos concordem para o bem do coletivo; respeitar às diferenças e buscar nelas a complementariedade e não a divisão; vida equilibrada com o planeta; valorizar a identidade daqueles que ao longo de mais de quinhentos anos conseguiram viver em harmonia com a natureza; valorizar o ancestral e os conhecimentos que passam de pai para filho; construção da soberania a partir das comunidades.
Encerramos esta parte do trabalho em grupos com um momento de mística, que nos ajudou a colocar nas mãos de Deus aquilo que faz parte de nossa caminhada e vivência da fé. Também não poderia faltar um momento de confraternização depois de um dia de profunda reflexão.
A celebração eucarística, presidida por Dom Itamar Vian, arcebispo de Feira de Santana, foi momento para celebrar juntos nossa fé e vida e dar inicio a nossos trabalhos no domingo, onde a reflexão foi centrada em torno do 13º Intereclesial, a ser celebrado em Juazeiro do Norte de 07 a 11 de janeiro de 2014. Foi tempo para organizar os passos a serem dados e possibilitar a reflexão e participação de nossas CEBs deste momento marcante em nossa caminhada eclesial.
Agradecemos à Arquidiocese de Feira de Santana pela possibilidade que nos ofereceu de poder celebrar esta ampliada do Regional das CEBs. A Dom Itamar, que desde o inicio apoiou e agradeceu o fato de nos encontrar aqui, a Companhia de Jesus que cedeu o espaço para nos encontrar e a tantas pessoas que voluntariamente, com tanto carinho fizeram nos sentir em casa.
Os delegados e delegadas da ampliada das CEBs do regional nordeste 3, Bahia e Sergipe.
Feira de Santana (BA), 24 de fevereiro de 2013.

Um grande número de fiéis participou da missa em agradecimento a Bento XVI, celebrada no Santuário São Judas Tadeu em Belo Horizonte. Presidida pelo arcebispo metropolitano dom Walmor Oliveira de Azevedo, a Celebração Eucarística foi transmitida ao vivo pela Rádio América e TV Horizonte, que integram a Rede Catedral de Comunicação Católica, e recebeu ampla cobertura da imprensa.
Durante a Homilia, o arcebispo dom Walmor pediu que todos permaneçam em oração e comunhão com toda a Igreja nesse momento: “Peço ao coração de cada irmão, cada irmã, que estejamos em comunhão com nossa Igreja, nesse momento singular. Que possamos cumprir a grande tarefa que Jesus Cristo deu ao apóstolo São Judas Tadeu, de congregar todos no amor de Deus. Esse é o tempo de oração e compromisso para fortalecer o coração de nossa Igreja com a intercessão de São Judas Tadeu. Bento XVI demonstrou simplicidade e humildade pelo gesto de confiança em Deus, nesse Ano da Fé”, destacou.
Diversas paróquias e santuários da Arquidiocese de Belo Horizonte também realizaram momentos especiais em homenagem ao Papa Emérito. No Santuário da Padroeira de Minas Gerais, Nossa Senhora da Piedade, que fica em Caeté (MG), Região Metropolitana de Belo Horizonte, entre outras atividades, também foi celebrada missa em agradecimento a o Papa Emérito. Na igreja Nossa Senhora do Carmo, região Centro-Sul da capital, os sinos repicaram durante oito minutos, representando cada ano do pontificado de Bento XVI. Já no Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua - Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, entre outras atividades, fiéis rezaram pelo Papa Emérito ao longo do dia.
Durante a noite, jovens se reuniram na Praça do Papa, um dos pontos mais conhecidos da capital mineira, que recebeu em 1980 a visita do Papa João Paulo II, para a oração do Terço. O ato, que reuniu mais de 100 pessoas, foi organizado pela internet, por meio das redes sociais.
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