Papa Francisco aos jornalistas: dom Claudio Hummes é um grande amigo

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REFLEXÃO
Quando falamos em pecado, sempre nos referimos aos pecados que os outros cometeram, jamais aos nossos, porque os outros precisam ser condenados pelos seus erros e nós somos diferentes, precisamos ser compreendidos. Quando fazemos isso, geralmente escondemos dos outros a face amorosa e misericordiosa de Deus, porque esta face e só para nós, e lhes mostramos um Deus que pune e é vingativo, que quer o castigo de todos, e esta face não é para nós. Com isso, nos tornamos um obstáculo para a conversão dos outros e, em conseqüência disso, Deus não agirá com misericórdia e amor conosco.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom David Dias Pimentel, Bispo de São João da Boa Vista - SP
Ordenação Episcopal
  • Dom Francisco José Zugliani, Bispo Emérito de Amparo - SP
  • Dom José González Alonso, Bispo de Cajazeiras - PB
  • Dom Augustinho Petry, Bispo de Rio do Sul - SC
  • Dom Rubens Sevilha, OCD, Bispo Auxiliar de Vitória do Espírito Santo - ES
NOTÍCIAS
A Rádio Vaticano divulgou na manhã desta segunda-feira, 18 de março, o brasão do Papa Francisco. O símbolo possui a mensagem "Miserando atque eligendo" - "Com misericórdia o chamou".
No Escudo, em seus traços, essenciais, o Papa Francisco decidiu manter seu brasão anterior, escolhido desde sua consagração episcopal e caracterizado por uma simples linearidade.
O escudo azul é coberto por símbolos da dignidade pontifícia, iguais aqueles de Bento XVI (mitra posicionada entre chaves de ouro e prata entrecruzadas, unidas por um cordão vermelho). No alto, está o emblema da ordem de proveniência do Papa, a Companhia de Jesus: um sol radiande e flamejante carregado com as letras, em vermelho, IHS, monograma de Cristo. A letra H é coberta por uma cruz em ponta e três pregos em preto.
Abaixo, encontram-se a estrela e a flor de nardo. A estrela, de acordo com a antiga tradição araldica, simboliza a Virgem Maria, mãe de Cristo e da Igreja; enquanto a flor de nardo indica São José, patrono da Igreja. Na tradição da iconografia hispânica, de fato, São José é representado com um ramo de nardo nas mãos. Colocando no seu escudo tais imagens, o Papa pretendeu exprimir a própria particular devoção à Virgem Santíssima e São José.


O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, também nesta segunda-feira, 18 de março, concedeu uma coletiva aos jornalistas. Ele revelou detalhes do almoço do Papa Francisco com a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, após um encontro privado com ela de cerca de 20 minutos na Casa Santa Marta, no Vaticano.
Sobre a celebração de início de Pontificado, que será realizada nesta terça-feira, 19 de março, o padre recordou que a celebração é motivada também pela celebração do Padroeiro da Igreja Universal, São José. “No patamar da Basílica de São Pedro teremos à esquerda as personalidades eclesiásticas, arcebispos e bispos, não concelebrantes e também – muito provavelmente – as delegações das outras Igrejas e comunidades cristãs”, disse Lombardi.
São esperados mais de 200 mil fiéis. “À direita, teremos as delegações dos vários países, conduzidas pelos chefes de Estado, reinantes, ministros e assim por diante. A delegação argentina será conduzida pela Presidente Cristina Kirchner, a delegação brasileira pela Presidente Dilma Rousseff e a delegação italiana pelo Presidente Giorgio Napolitano”.
Nos primeiros setores da Praça São Pedro, abaixo do patamar, próximo à estátua de São Pedro, à esquerda, será destinado às delegações das outras religiões – judaica, islâmica, budista, sique, jainista – e os sacerdotes e seminaristas: fala-se de cerca de 1.200 pessoas.
Ao lado direito, diante da estátua de São Paulo, será destinado ao Corpo diplomático e autoridades. A praça estará aberta a todos, a partir das 6h30 da manhã. Não haverá necessidade de bilhetes.
O Pontífice deixará a Casa Santa Marta por volta das 8h45 locais e, a bordo do papamóvel, dará uma longa volta pela Praça São Pedro. Em seguida, ainda no papamóvel, por alguns minutos antes do início da celebração, saudará a multidão de fiéis passando pelos diversos corredores formados na praça.
Depois, irá até a Sacristia, que está próxima da estátua La Pietà, no interior da Basílica de São Pedro. A celebração começa às 9h30, no horário de Roma (5h30 em Brasília). Pe. Lombardi precisou que a cerimônia de amanhã é intitulada "Início do ministério petrino do bispo de Roma", mas que pode ser chamada também de “inauguração". “É a missa de início solene do serviço do Papa que é bispo de Roma, mas que é um serviço para a Igreja universal: o ministério petrino é um ministério para a Igreja inteira”, explicou.
A cerimônia começará no túmulo de São Pedro, no centro da Basílica, sob o altar central, e se realizará na praça que, segundo a tradição, é também o lugar do martírio de São Pedro, porque o Circo de Nero ocupava também esta área. A missa desta terça-feira será celebrada entre o túmulo e o lugar do martírio de São Pedro, de quem o Papa é Sucessor.
Da Sacristia o Papa irá ao túmulo de São Pedro, sob o altar, e será acompanhado pelos patriarcas e arcebispos maiores das Igrejas Orientais Católicas. “Não somente o Papa, mas também os chefes das Igrejas Orientais Católicas descem ao túmulo de Pedro, e são uma dezena, entre patriarcas e arcebispos maiores: quatro são cardeais, e os outros seis, ao invés, não são cardeais, mas têm outra dignidade e, portanto, se fazem presentes para esta missa de amanhã e concelebrarão também eles junto aos cardeais”, explicou Lombardi.
Ao todo, serão 180 concelebrantes com o Papa Francisco. Durante a procissão de dentro da Basílica para fora dela será cantado o "Laudes Regiae", ou seja, Louvores ao Rei: “o Rei é Cristo, evidentemente”, recorda padre Lombardi. Nesta celebração se invocam também explicitamente os Santos papas, após os Apóstolos. O mais recente é São Pio X.
A procissão sai da porta esquerda da Basílica e os primeiros ritos, antes ainda que comece a missa, são a entrega do pálio e do anel ao Papa, que são os sinais de seu ministério.
O pálio será entregue e imposto ao Papa pelo protodiácono, Jean-Louis Tauran, o mesmo que anunciou o Habemus Papam do Balcão Central da Basílica Vaticana. Este pálio é do mesmo que tinha Bento XVI, idêntico. Após a entrega do pálio, há uma oração que é feita pelo Cardeal protopresbítero, ou seja, o primeiro da Ordem dos Presbíteros.
Depois, se tem a entrega do anel que será feita pelo Cardeal Decano, Angelo Sodano, que é o protoepiscopo, ou seja, o primeiro da Ordem dos Bispos. Em seguida, os três primeiros cardeais das três ordens entregam o pálio, rezam e entregam o Anel do Pescador, que não é de ouro.
"O anel se chama 'Anel do Pescador' porque São Pedro era um pescador, como sabemos, e Jesus o fez tornar-se pescador de homens. Porém, no anel que desta vez o Papa receberá é representado São Pedro com as chaves. Este anel é obra de um famoso artista italiano, Enrico Manfrini, e é de prata dourada", explicou Pe. Lombardi.
Em seguida se terá lugar o ato de "obediência" feito por seis cardeais. "Nas grandes celebrações – explicou –, inclusive na Páscoa, por exemplo, existe a tradição de se ter o latim e o grego para recordar a Igreja do Ocidente e a Igreja do Oriente, as duas grandes dimensões da tradição da Igreja. Por simplicidade, nesta missa, o Evangelho será cantado somente em grego, porque o latim já estará presente em muitas outras partes" – ressaltou Pe. Lombardi.
A celebração durará cerca de duas horas e a homilia será feita em língua italiana. A celebração se concluirá com o "Te Deum". Depois haverá a saudação do Papa aos chefes de delegações, provenientes de diversos países do mundo inteiro.
A seguir, o Papa entrará na Basílica, deixará as vestes litúrgicas, irá para diante do altar central e os chefes das delegações dos vários países entrarão na Basílica para saudar o Santo Padre.
As delegações das outras Igrejas e confissões cristãs e das outras religiões encontrarão o Papa, na Sala Clementina, no Vaticano, no dia seguinte, quarta-feira, às 11h locais.

A primeira reunião deste ano da Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude (PJ) foi realizada em meio ao início da celebração dos 40 anos de sua caminhada. Os jovens e assessores estiveram juntos do dia 7 a 10 de março na cidade de São Leopoldo (RS).
Em parceria com a Comissão Nacional de Assessores, foi debatida a articulação da PJ em todos os regionais do país, bem como a organização da Ampliada Nacional da PJ, que será realizada em 2014, na cidade de Belo Horizonte (MG). Joaquim Alberto, membro da Comissão Nacional de Assessores da PJ, destaca a importância de preparar a Ampliada com antecedência. “A preparação antecipada permite uma melhor compreensão dos objetivos da atividade e o envolvimento dos grupos de base no processo de realização”, afirma.
Na oportunidade foi eleita também a sede do 11º Encontro Nacional da PJ: a capital amazonense, Manaus. O regional Norte 1 (parte do Amazonas e Roraima), por meio de sua representante Elayne Cardoso, apresentou o projeto para receber o encontro e obteve aprovação de toda a Coordenação. “Nosso povo vai receber a todos com muito carinho para fazermos um grande puxirum”, afirmou Elayne usando o termo indígena que significa mutirão.
O encontro da Coordenação Nacional tratou também do Seminário Nacional da Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens, que será realizado de 3 a 5 de maio, em Brasília (DF). A reunião foi encerrada com o Seminário sobre os 40 anos da PJ. A Coordenação Nacional volta a se reunir em novembro em Belo Horizonte.

Membros da Pastoral familiar da diocese  de Joinville passaram o final de semana, de 01 à 03 de março, reunidos no Centro Comunitário da Paróquia Senhor Bom Jesus, em Xanxerê para o I Encontro e Formação do Regional Sul IV da Pastoral Familiar (PF) do ano. Mais de cem pessoas  de oito dioceses de Santa Catarina tiveram formação para estruturação da pastoral em suas paróquias.
O tema família foi abordado em diversos aspectos por meio de estatísticas, modelos de família, situação da família moderna e a atuação da Igreja Católica diante destas realidades. Entre os palestrantes, o bispo da Diocese de Caçador e Referencial da Pastoral Familiar no Regional, dom Severino Clasen, que valorizou a participação dos leigos na Igreja.
Dom severinop explicou que 99% dos seus atendimentos semanais estão relacionados a problemas familiares. “O ser humano merece a felicidade, que tem como origem uma família comprometida com o amor pelo princípio da luz maior que é Jesus Cristo”, salientou. A missão da Igreja é possibilitar caminhos de superação para tais realidades. A Pastoral Familiar, como uma parte importante da evangelização na Igreja Católica, auxilia as famílias na superação de muitas questões problemáticas.
Esta formação além de estruturar a PF, pretende ampliar a visão a respeito da atuação pastoral para acolher as novas realidades da sociedade pós-moderna. Como metodologia de trabalho, a PF deverá realizar um trabalho interdisciplinar entre todas as pastorais da igreja para alcançar a todos, sem distinção.
“Diante  dos desafios o medo e covardia não pode ser a nossa resposta, porque enquanto os bons se acomodam o mal se agiganta” (Everaldo Fenrich e Adriane Provesi Fenrich, Casal Secretário da Coordenação Diocesana da PF).


A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética lançou recentemente o livro “Mês da Bíblia 2013 – Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Lucas”.
O livro é um subsídio que motiva para vivenciar com intensidade o mês da Bíblia e direciona com profundidade o Evangelho de Lucas, ensinando e fortificando quem almeja se tornar verdadeiramente um discípulo missionário.
Os interessados neste aprofundamento podem encontrar o livro nas Edições CNBB, no endereço www.edicoescnbb.com.br
Outro lançamento que a Comissão fez é do livro “Escolas Bíblico-Catequéticas – Um processo pedagógico vivencial e catecumenal”. A publicação é limitada e tem por objetivo ajudar as Escolas Bíblico-Catequéticas a repensarem seu processo de formação e proporcionar-lhes princípios, critérios, conteúdos e linhas metodológicas que facilitam o processo permanente da educação e da fé.
Para adquirir esta publicação, os interessados deverão entrar em contato diretamente com a Comissão pelo telefone (61) 2103-8346 ou pelo e-mail catequese@cnbb.org.br, falar com o padre Décio José Walker.

Entre os dias 12 e 16 de março, a cidade de Recife (PE) sediou a Assembleia Nacional da Pastoral dos Pescadores. O encontro contou com representações de 18 estados, e promoveu a reflexão a partir nos eixos da formação e da avaliação. Estavam presentes no evento o bispo referencial da Pastoral, dom José Luis Sales, e o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, padre Ari Antônio dos Reis.
Segundo a Secretária Nacional da Pastoral dos Pescadores, Maria José Pacheco a “Assembleia foi importante por que possibilitou olhar para a realidade dos pescadores e pescadoras no Brasil que é bastante desafiadora por causa do modelo de desenvolvimento adotado pelos governantes e iniciativa privada no país, que destrói os recursos naturais e tenta inviabilizar o modo de vida das comunidades. As consequências são violência, exclusão, graves violações de direitos em todo território nacional”.
A Assembleia possibilitou que agentes de pastorais, pescadores e pescadoras avaliarem os avanços e dificuldades do ano de 2012, e apontou perspectivas e prioridades para atuação no ano de 2013. “Um dos pontos fortes da discussão foi a necessidade de sensibilizar a sociedade e a Igreja para apoiar a Campanha Nacional pela defesa do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras, uma proposta de lei de iniciativa popular que precisa de 1,5 milhão de assinaturas de eleitores brasileiros e que para lograr este êxito precisa da solidariedade de muitos grupos, afim de garantir às comunidades pesqueiras o direito a permanência nos seus Territórios”, completa Maria José.

A Escola Diocesana de Catequese “Caminho de Emaús”, realizou no domingo, 17 de março, a primeira etapa formativa do ano de 2013. Cerca de 150 catequistas se reuniram na Paróquia São Sebastião, em Praia Grande. A formação teve por tema a “Trindade” e foi assessorada pelo vigário geral da diocese de Criciúma (SC), padre Wilson Buss.
A Escola Catequética, como é chamada, teve início em 2011 reunindo catequistas de todas as paróquias da diocese. “No primeiro ano, devido a nossa pouca experiência, tivemos alguns problemas, mas hoje vemos como o projeto está dando certo e trazendo um novo olhar para a Catequese”, salienta uma das coordenadoras diocesanas da Pastoral Catequética, Terezinha Brunel.
Segundo Terezinha, atualmente se percebe catequistas mais entusiasmados e motivados em seu serviço, pensando a Catequese dentro da proposta da “Iniciação à Vida Cristã”, saindo da catequese “sala”, para a catequese “mesa”.
“A escola está formando catequistas para compreender melhor este mundo em acelerada mudança. Transformando a ‘Iniciação à Vida Cristã’ em uma urgência, não apenas sacramentalista, mas ajudando os fiéis a chegarem a uma adesão pessoal a Jesus Cristo. Esperamos que ao término desta primeira turma, possamos dar continuidade, para que seja uma escola permanente para formação de outros catequistas, com o apoio e a valorização de todos os padres de nossa diocese”, enfatiza a coordenadora.
“Nossas expectativas são de que cada aluno seja um multiplicador em suas paróquias e comunidades, que os padres continuem nos apoiando e que a escola seja um instrumento importante para a diocese. O objetivo da escola é promover um aprofundamento adequado que favoreça cada participante a ajudar outros catequistas em sua formação; refletir sobre os conteúdos que atendam as diversas áreas de formação bíblica, catequética, litúrgica, pessoal, metodológica e teológica, favorecendo momentos de celebração, partilha e trabalhos práticos”, pontua Terezinha.
Confira a programação 2013:
17/03: Tema “Trindade”, com Pe. Wilson Buss (Praia Grande)28/04: Tema “Escatologia”, com Pe. Vilmar Moretti (Santa Luzia)19/05: Tema “Afetividade do Catequista”, com Luciana Zilli (Nova Veneza)23/06: Tema “Iniciação à Vida Cristã”, com Ir. Marlene Bertoldi (Próspera)28/07: Retiro Espiritual, com Pe. Thiago De Moliner Eufrásio (Treviso)18/08: Tema “Comunicação e Catequese”, com Pe. Domingos Nandi (Urussanga)22/09: Tema “Bíblia”, com Silvia Togneri (Araranguá)20/10: Tema “Bíblia”, com Silvia Togneri (Morro da Fumaça)24/11: Formatura (Içara)

De acordo com a Defesa Civil do Rio de Janeiro (RJ), até o final da manhã desta segunda-feira, 18 de março, pelo menos 10 pessoas morreram em decorrência das chuvas em Petrópolis, na Região Serrana, nesta madrugada. Entre eles, dois técnicos da própria Defesa Civil, que trabalhavam no resgate de desaparecidos e acabaram soterrados.
Durante o temporal, que atingiu a região na tarde deste domingo, os rios Quitandinha e Piabanha transbordaram. Ainda segundo a Defesa Civil, pelo menos 50 pessoas estão desalojadas em Petrópolis.
A diocese de Petrópolis divulgou nesta manhã nota de solidariedade às vítimas da tragédia. Eis a íntegra do texto:
O Bispo Diocesano de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, manifesta sua solidariedade às famílias vítimas da chuva que cai sobre a cidade desde a tarde de domingo e está em oração, junto com todos os diocesanos, por aquelas que morreram por causa dos deslizamentos de terra.
A Diocese de Petrópolis coloca à disposição do Poder Público, caso seja necessário, a estrutura da Igreja para o atendimento as famílias.
Além disto, as pastorais sociais e o Projeto Presença Samaritana estão atentos às necessidades das vítimas da chuva, colaborando com as comunidades materiais necessários.
Que Deus abençoe e console todos os necessitados de nossa cidade.
Diocese de Petrópolis18 de março de 2013


De 11 a 13 de março, os bispos do regional Centro-Oeste (CO) da CNBB, se reuniram para o CONSER (Conselho Episcopal Regional), em Goiânia. O encontro contou com momentos de oração e partilha, em clima de colegialidade entre o episcopado. Durante as sessões, os 17 bispos apresentaram temas pastorais de interesse comum às dioceses dos estados de Goiás, Tocantins e do Distrito Federal; tendo a frente da coordenação das atividades do encontro, dom José Luiz Majella Delgado, bispo diocesano de Jataí e presidente do regional Centro-Oeste.
Na pauta do encontro, os bispos refletiram temas como a Campanha da Fraternidade 2013, Pastoral da Comunicação (PasCom), Setor Universidades, além da abordagem sobre a 5ª Semana Social Brasileira. A presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil do Centro-Oeste, Ir. Maria Inês Alves Sampaio apresentou aos bispos as iniciativas dos religiosos dentro do Ano da Fé. Na oportunidade, o representante da CEB´s no regional, Antônio Macário, destacou o programa da entidade e a programação de atividades previstas para 2013, entre elas, o 13º Intereclesial que será realizado de 11 a 17 de janeiro de 2014, em Juazeiro do Norte (CE).
Dentro da programação, as 18 (Arqui)dioceses do regional estão empenhadas na preparação da Semana Missionário, evento que antecede a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em julho, no Rio de Janeiro. Os jovens de diversas paróquias estão motivados para as atividades como a Pré-Jornada, no desejo de anunciar com alegria a Boa Nova de Jesus. Em conclusão as atividades do encontro, em nota, “os bispos do Regional Centro-Oeste se alegram com toda a Igreja Católica pela eleição do Papa Francisco. O episcopado faz votos de um pontificado marcado pela força renovadora que vem da fé, através do olhar fraterno para os mais necessitados e a unidade em toda a Igreja”.

No dia 19 de março, fiéis da cidade de Confins organizam uma carreata, que seguirá até o terreno da Catedral Cristo Rei, para marcar o Dia de São José. O Santo, que é o padroeiro da cidade, também é patrono das obras de edificação da Catedral Cristo Rei, que começam no próximo dia 7 de abril.
A carreata deve chegar ao terreno da Catedral, que fica na Av. Cristiano Machado, em frente à Estação Vilarinho do Metrô, por volta das 10h30. Lá, os fiéis viverão um momento de oração, quando o arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo presidirá a oração do Angelus.
As comunidades de fé de Confins levarão até o terreno uma imagem de São José, que permanecerá no local, junto com a imagem de Nossa Senhora da Piedade - Padroeira de Minas Gerais, durante os trabalhos de edificação da Catedral Cristo Rei.
São José
Modelo de pai, protetor da Sagrada Família, São José, o esposo da Virgem Maria, foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo. Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.
Para acompanhar a programação da Novena e Festa de São José nas paróquias da arquidiocese de Belo Horizonte, ou obter mais informações, ligue para (31) 3273-2988.

Resultado de um importante trabalho de doação e amor das instituições da área de comunicação de Minas Gerais, a campanha de divulgação da Catedral Cristo Rei começa a ser veiculada nesta sexta-feira, 15 de março, quando dois vídeos começam a ser exibidos nas principais emissoras de TV do Estado.
Também no dia 15, foi publicado o novo site da Catedral Cristo Rei. O site, entre outros destaques, apresenta a história, as principais notícias e testemunhos sobre a Catedral. Clique aqui para acessá-lo.
Uma equipe de profissionais está empenhada na elaboração de produções audiovisuais, peças gráficas e conteúdo para publicação na internet com o objetivo de apresentar a caminhada da Arquidiocese de Belo Horizonte rumo à construção da Catedral Cristo Rei. Todos os trabalhos estão sendo coordenados pelo Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG).

Papa Francisco chegou à Paróquia de Santa Ana, dentro da Cidade do Vaticano, pouco antes das 9h locais, para celebrar a missa deste domingo, 17 de março. Antes de entrar na pequena igreja, o Pontífice parou para cumprimentar a multidão que o aguardava do lado de fora. Apertou mãos, fez carinho nas crianças e trocou palavras com muitas pessoas.
Chegando perto da Porta Angélica, confim com a cidade de Roma, o Papa reconheceu dois sacerdotes argentinos que estavam em meio aos fiéis e os chamou para a missa. Francisco foi recebido pelo vigário para a Cidade do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri.
Sua homilia foi breve e tratou do episódio evangélico do perdão concedido por Jesus à mulher adúltera, por ele salva da lapidação com as palavras “Quem não tem pecado atire a primeira pedra”.
“Digo humildemente – começou – para mim, a mensagem mais forte do Senhor é a misericórdia. Acredito que às vezes, nós somos como aquele povo: por um lado, queremos ouvir Jesus, mas por outro, gostamos de criticar ou condenar os outros”.
O Papa disse que não é fácil entregar-se à misericórdia de Deus, porque é um abismo incompreensível; mas devemos fazê-lo! E garantiu que Jesus perdoa os pecados, tem a capacidade “de esquecer”, gosta se lhe contamos nossas coisas; beija, abraça e diz “Não te condeno; vai e não peque mais”.
“Este é o único conselho que dá. E mesmo se voltarmos depois de um mês e lhe contarmos novos pecados, o Senhor não se cansará de perdoar: jamais. Somos nós que nos cansamos de Lhe pedir perdão. Pedimos a graça de não nos cansarmos de pedir perdão” – encerrou.
Antes de terminar a missa, o Papa Francisco interrompeu por alguns momentos a celebração para homenagear um jovem missionário.
Foi ao microfone e disse que dentre os fiéis, alguns não eram membros da paróquia, mas que “hoje são como paroquianos”:
“Quero lhes apresentar um padre que trabalha com meninos de rua, com os abandonados. Fez muito por eles, como uma escola que restitui dignidade aos meninos e meninas da rua, que agora, amam Jesus. E pediu a Gonsalvo que fosse ao altar para cumprimentar todos. O padre trabalha no Uruguai, onde fundou a escola João Paulo II.
Ao encerrar a missa, o Papa saiu e apertou as mãos de todos, um por um, abraçando a falando com mais intimidade com alguns.

Uma multidão de mais de 150 mil pessoas lotou a Praça São Pedro e todas as ruas vizinhas, para assistir e rezar junto com o Papa a sua primeira oração do Angelus, neste domingo, 17 de março. Francisco apareceu na janela de seu apartamento para rezar e abençoar os fiéis, turistas e romanos.
Desde as primeiras horas do dia, o movimento já era grande. Toda a área foi interditada ao tráfico e ao estacionamento. Francisco fez um discurso informal, falando de improviso e apenas em italiano.
Ele saudou com as mãos e com um grande sorriso, recebendo em troca aplausos e muito entusiasmo. A popularidade de Francisco tem aumentado a cada dia desde que se tornou, quarta-feira passada, o primeiro Papa latino-americano da história. Chegou ao balcão com o seu modo simples, os braços ao longo do corpo e a mão direita ao alto, saudando o povo. “Bom dia!” – foram as suas primeiras palavras.
Lembrando o episódio da mulher adúltera que Jesus salva da condenação, Francisco ressaltou o valor e a importância da misericórdia e do perdão nos dias de hoje: “Deus jamais se cansa de nos perdoar. Nós é que nos cansamos de pedir perdão. Temos de aprender a ser misericordiosos com todos”, afirmou.
Antes disso, Francisco disse que estava contente de estar com os fiéis domingo, “dia do Senhor, dia de se cumprimentar, de se encontrar e conversar, como aqui, agora, nesta Praça, uma praça que graças à mídia, é do tamanho do mundo!”.
A propósito da leitura evangélica, Francisco encorajou os fiéis citou a atitude de Jesus, que não desprezou nem condenou a adúltera, mas disse apenas palavras de amor e misericórdia, que convidavam à conversão.
“Vocês já pensaram na paciência que Deus tem com cada um de nós? É a sua misericórdia: Ele nos compreende, nos recebe, não se cansa de nos perdoar se soubermos voltar a Ele com o coração arrependido. É grande a misericórdia do Senhor!”.
Dando andamento ao discurso, o Papa citou um livro lido nestes dias sobre a misericórdia, de autoria do Cardeal Walter Kasper, “um ótimo teólogo”. “O livro faz entender que a palavra ‘misericórdia’ muda tudo; torna o mundo menos frio e mais justo” – disse, ressalvando que com isso “não quer fazer publicidade ao livro do cardeal”. Depois, completou lembrando o Profeta Isaias, que afirma que “se nossos pecados fossem vermelho escarlate, o amor de Deus os tornaria brancos, como a neve”.
Sem ler um texto preparado, Francisco contou à multidão um fato de quando era bispo, em 1992, e uma senhora de mais de 80 anos, muito simples (uma ‘vovó’, ele disse, ndr) quis se confessar com ele. Diante de sua surpresa, a idosa lhe disse “Nós todos temos pecados! Se Deus não perdoasse tudo, o mundo não existiria...!”. De seu balcão, Francisco brincou com os fiéis arriscando que a senhora “havia estudado na Universidade Gregoriana de Roma”.
Telões foram montados em toda a área para transmitir as imagens do Papa, enquanto helicópteros sobrevoavam o centro de Roma, e o Papa continuava seu discurso:
“É, o problema é que nós nos cansamos de pedir perdão a Deus. Invoquemos a intercessão de Nossa Senhora, que teve em seus braços a misericórdia de Deus em pessoa, no menino Jesus”. O bispo de Roma, que é argentino, lembrou ainda que as origens da sua família são italianas, sublinhando, no entanto, que “nós fazemos parte de uma família maior, a família da Igreja, que caminha unida no Evangelho”.
Despedindo-se dos fiéis, Francisco disse palavras ainda mais simples: “Bom domingo e bom almoço!”.

No encontro com os profissionais de imprensa neste sábado, 16 de março, Papa Francisco disse que, no Conclave, logo após sua eleição, ouviu de dom Claudio Hummes: "não se esqueça dos pobres". O comentário do arcebispo emérito de São Paulo, seu grande amigo, o ajudou a escolher o nome de Francisco.
Papa Francisco foi ovacionado pelo público. Sentou-se em sua cadeira no centro do palco e ouviu a saudação do Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, o Arcebispo Claudio Maria Celli.
Em seguida, leu um breve discurso, agradecendo todos pelo precioso serviço realizado nos dias passados, na cobertura do Conclave e em sua eleição.
Vocês trabalharam!” – exclamou, recebendo um imediato aplauso. Disse ainda que a Igreja e a mídia estão juntas para comunicar a verdade, a bondade e a beleza: “Todos nós somos chamados a comunicar esta tríade, essencial”.
Papa Francisco quis explicar porque “o Bispo de Roma quis se chamar Francisco”. E contou, de modo informal, que a seu lado, no Conclave, estava sentado o arcebispo emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, “um grande amigo, grande amigo”.
Quando a coisa ficou “mais perigosa” – prosseguiu – ele me confortava, e quando os votos chegaram a dois terços, momento em que há o aplauso habitual porque o Papa é eleito – ele me abraçou, me beijou e disse “não se esqueça dos pobres”.
Aquela palavra entrou aqui – disse, indicando a cabeça – ‘os pobres, os pobres’. Aí, pensei em Francisco de Assis e depois, nas guerras. E Francisco é o homem da paz, o homem que ama e tutela a Criação... neste momento em que nosso relacionamento com o meio-ambiente não é tão bom, né?”.
Francisco é o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre... “Ai, como gostaria de uma Igreja pobre e pelos pobres!”.
Depois de saudar pessoalmente alguns jornalistas, o Papa Francisco concluiu, em espanhol:
Disse que lhes daria a minha benção de coração. Muitos de vocês não pertencem à Igreja Católica, outros não crêem. Concedo minha benção, de coração, no silêncio, a cada um de vocês, respeitando a consciência de todos, mas sabendo que cada um de vocês é filho de Deus. Que Deus os abençoe”.

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