Paixão pela Amazônica

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REFLEXÃO
Dois elementos são importantes para nós a partir da leitura do Evangelho de hoje. O primeiro é que nenhum ser humano pode ser para nós modelo absoluto para a vivência do Evangelho, uma vez que todas as pessoas são pecadoras. O segundo é que não podemos fazer da religião forma de relação de poder e de promoção pessoal. As distinções que existem na vida religiosa devem ser de cargos e funções, porque existem ministérios diferentes, mas todos na Igreja têm uma dignidade igual: a de filhos e filhas de Deus. Mesmo dentro da Igreja, a hierarquia só pode ser concebida à luz do Evangelho e a partir do conceito de serviço.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Jacinto Inácio Flach, Bispo de Criciúma - SC
  • Dom Geremias Steinmetz, Bispo de Paranavaí - PR
  • Dom Nelson Francelino Ferreira, Bispo Auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ
Ordenação Presbiteral
  • Dom Joércio Gonçalves Pereira, CSSR, Bispo Prelado Emérito de Coari - AM
Ordenação Episcopal
  • Dom Meron Mazur, OSBM, Bispo Auxiliar de São João Batista em Curitiba dos Ucranianos
NOTÍCIAS
Em entrevista concedida ao jornal "Folha de Sâo Paulo", o cardeal dom Raymundo Damasceno trata de várias questões relacionadas ao momento presente vivido pela Igreja, elogia o Papa Bento XVI e fala da expectativa da eleição do novo Papa.
Folha – O que significa “sinais dos tempos” para o senhor?
Dom Raymundo Damasceno Assis – Significa mudanças profundas que todos nós experimentamos. Estamos falando hoje de uma mudança de época, e não de uma época de mudanças. Não são mudanças superficiais, mas que atingem a pessoa, os seus valores, o seu modo de viver, o seu estilo de vida, a sua maneira de julgar as coisas e de se relacionar com Deus, com o próximo, com a natureza.
O avanço das comunicações está afetando as pessoas no comportamento, nos valores, nas relações. Basta pensarmos hoje no celular, na internet, em todos esses meios modernos de comunicação, blog, YouTube etc.
Há a crise pela qual a família passa, o modelo de família hoje. São muitas as mudanças que estamos enfrentando, e a igreja tem de estar atenta a isso. São sinais dos tempos que nos falam também e que, portanto, o papa e nós, os bispos, temos de estar atentos para responder pastoralmente.
São muitos os desafios, não podemos desconhecer que a igreja também vive neste mundo, numa realidade histórica, não é só humana e divina. E a missão da igreja é responder a esses desafios com o anúncio do Evangelho. Sem perder a fidelidade do Evangelho, mas tem de atualizá-lo. Como fazer? Com que linguagem? De que maneira? Esses são os grandes desafios que nós temos pela frente.
Qual legado o papa Bento 16 deixará para a igreja?
Ele nos deixa um legado muito rico quanto ao magistério. Grande teólogo, grande pensador, mesmo antes de ser papa, como sacerdote, como professor em uma das principais universidades da Alemanha. Depois, como cardeal em Munique e prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, ele publicou muitos textos, muitos livros.
Como papa, infelizmente não deixou as três encíclicas que esperávamos. Deixou uma sobre a caridade, sobre a esperança, mas faltou a encíclica sobre a fé. As homilias, as audiências gerais às quartas-feiras são riquíssimas.
Muitos comparavam o papa Bento 16 aos grandes padres do início da igreja, tamanha a riqueza teológica. Será apreciado ainda mais com o passar do tempo.
O papa Bento 16 é chamado de conservador, mas inovou ao renunciar pela primeira vez em mais de 600 anos. O ato abriu uma discussão sobre os rumos da igreja, como a fala recente de um cardeal escocês a favor do fim do celibato?
Primeiramente, você vê que esse termo conservador/progressista é relativo. Muitas vezes, chama-se um papa de conservador e ele faz inovações extraordinárias.
João 23 (1958-63) era considerado conservador. Ele começou a usar aquela toca que nenhum papa mais usava e estabeleceu o latim para a igreja, para Roma, num sínodo em que ele realizou.
E, no entanto, foi ele quem convocou o Concílio Vaticano 2º, que maior repercussão teve na vida da igreja.
O papa Bento 16 realmente inovou nesse sentido. Ninguém esperava essa renúncia. Sabíamos que o papa estava fragilizado fisicamente, faltava força, vigor, como ele disse, do ponto de vista físico e também de espírito.
Isso todo mundo sentia e via pela televisão, mas não se esperava que viria a renunciar. Foi um gesto de humildade, porque reconheceu as suas limitações e não ficou apegado ao poder. Quantos ficam apegados ao poder mesmo estando doente, que não largam de jeito nenhum, que se acham insubstituíveis?
Foi também um gesto de coragem, porque ele tem consciência da repercussão que teria o seu ato. Estamos vendo pelos meios de comunicação o impacto que a renúncia teve em toda a igreja.
E é um sinal profético. Se nós estamos preocupados com poder, com carreirismo na igreja, como ele fez aceno em algumas homilias, que é um dos pecados da igreja, essa busca do poder que cria divisão na igreja, então ele diz: “Eu renuncio, o cargo não é fundamental pra mim, eu cumpri a minha missão até quando eu podia cumprir. O apego ao poder, as honras, a glória do cargo, entrego a quem conduzir melhor a igreja no momento de hoje”.
Com a consciência tranquila de quem cumpriu seu dever diante de nós. É um exemplo pra todos. Aqui em Aparecida, o papa nos deu um exemplo de humildade, de simplicidade, até um pouco tímido.
O sr. mencionou o carreirismo. Esse é o grande motivo da divisão interna?
O papa Bento 16 fez uma alusão a isso. Muitas vezes a pessoa está usando o seu cargo não para servir. [Mas] muitas vezes, quem sabe, em busca de benesses, até para se promover mais ainda.
Ele não citou nomes, mas deu a entender que a comunhão é fundamental na igreja, que é fundamental entender na igreja que todo cargo é serviço, serviço à igreja, à comunidade, à sociedade.
Cargo na igreja não é honra, não é poder no sentido como entendemos, de opressão às outras pessoas, ou de ser favorecido pelo cargo. Nesse sentido, a sua renúncia é um gesto profético.
Em 2007, o sr. disse que havia chegado a hora de a América Latina evangelizar a Europa. Essa percepção deveria ser levada em conta na escolha do papa?
Eu digo sempre que o continente não é decisivo, mas a América Latina está contribuindo hoje para a evangelização da Europa, da África, da Ásia. É um fato, é verdade.
Quantos brasileiros hoje, padres, membros de novas comunidades e leigos consagrados estão na Europa no campo da evangelização, da comunicação?
Então a América Latina está contribuindo para a Europa, embora não tanto quanto nós gostaríamos.
Mas isso não quer dizer que seja o critério decisivo para a escolha do papa.
Então quais são esses critérios?
Um perfil que atenda às necessidades de hoje da igreja. Isso se faz num processo de discernimento, num clima de oração e reflexão, de partilha de experiências durante o conclave, talvez até antes do conclave, nos contatos entre os cardeais.
É muito difícil antecipar isso, mas, de um modo geral, é uma pessoa de experiência pastoral, de diálogo, que promova o diálogo no mundo de hoje entre os povos, entre as religiões, cristãs e não cristãs, uma pessoa sensível aos problemas sociais. E preparado também do ponto de vista teológico, filosófico, intelectual. É um conjunto de elementos.
Como presidente da CNBB, o que o senhor quer falar ao novo papa?
Os nossos anseios são de uma igreja missionária, dinâmica, uma igreja capaz de renovar-se para cumprir sua missão, que quer justamente estar no estado permanente de missão. Essa missão não é só dos bispos, mas de todo cristão e de todo batizado.
Uma igreja solidária com os pobres sobretudo, que esteja a serviço do mundo, e não o mundo a serviço da igreja.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, realizou na manhã desta terça-feira (26), mais uma coletiva de imprensa, em que esclareceu algumas das muitas dúvidas dos jornalistas.
Uma delas é sobre como Bento XVI será chamado a partir do dia 28 de fevereiro. O diretor respondeu que continuará a chamar-se “Sua Santidade Bento XVI”, mas também será chamado “Papa Emérito” ou “Romano Pontífice Emérito”.
Sobre as vestes: branca, simples, sem mantelete. Não são mais previstas os sapatos vermelhos. “Parece que o Papa ficou muito satisfeito com os sapatos que lhe presentearam no México, em Leon”, disse padre Lombardi.
Não usará mais o anel do pescador, para o qual o Camerlengo, com o decano, darão o fim que a Constituição prevê.
Sobre o dia de hoje, o Papa a transcorrerá em oração e preparação para a transferência a Castel Gandolfo.
Para a Audiência Geral de quarta-feira, foram distribuídos 50 mil bilhetes. Prevê-se o mesmo esquema: um amplo giro com o papamóvel. Não terá lugar o “beija-mão” – este será feito após a Audiência Geral, na Sala Clementina, para algumas autoridades, como o Presidente da Eslováquia, o Presidente da região da Baviera.
Quinta-feira, às 11h, haverá a saudação aos Cardeais, com o discurso do Decano no início. Às 16h55 (hora local), a partida de carro do pátio de São Dâmaso, saudação dos superiores. No heliporto, haverá a saudação do Cardeal Decano. Às 17h15, a chegada a Castel Gandolfo, onde estarão presentes o Bispo de Albano e outros autoridades. Às 17h30, no Pátio interno o Papa saúda os fiéis – a última saudação pública do Santo Padre. Às 20h, a Guarda Suíça, fecha a porta do Palácio Apostólico, encerrando o serviço para o Papa como chefe da Igreja.

Fazendo parte da história dos 60 anos da CNBB, desde o início, nossa Comissão deseja participar desta celebração fazendo também a sua memória:
Assim como as outras, a catequese era considerada uma das seis linhas de ação evangelizadora que mais tarde passaram a ser chamadas de dimensões. Ao crescer, porém, a consciência de que a Palavra de Deus é a grande fonte da catequese, foi assumida a nomenclatura de Dimensão Bíblico-Catequética. E por ocasião da aprovação do novo Estatuto da CNBB em sua 39ª Assembleia Geral (2000), passa a ser chamada como hoje a conhecemos: Comissão Episcopal Pastoral de Animação Bíblico-Catequética.
Na medida em que se ampliava a compreensão da finalidade da Comissão, também seus objetivos foram crescendo. No início, sua preocupação era de promover e impulsionar a renovação da mentalidade catequética, apelo feito pelo Concílio Vaticano II. E também procurava orientar o planejamento e a realização da atividade catequética nos diversos regionais e dioceses, coordenando as iniciativas catequéticas da Igreja do Brasil.
Diante da crescente percepção de que a Palavra de Deus deve ocupar o principal espaço entre os conteúdos da catequese, consolidou-se rapidamente o casamento entre Bíblia e Catequese. Junto com isso, surgiram novos métodos que integram e valorizam a liturgia, a experiência, a realidade e a vida comunitária como terrenos férteis onde a Palavra de Deus germina, cresce e frutifica, sendo assim conteúdos catequéticos. Tudo isso levou a alargar o conceito de catequese que passou a assumir o caráter de Iniciação à Vida Cristã, um processo de inspiração catecumenal, experiência que nasceu nos inícios da Igreja e foi retomada pelo último Concílio.
A partir do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus na Vida da Igreja (2010), surge o desafio da animação bíblica  de toda a pastoral. Com isso se alarga mais ainda a missão da Comissão que agora é chamada a articular e estimular a atividade catequética em sintonia com as demais pastorais, através da Leitura Orante da Bíblia e outros meios que tornem a Palavra de Deus a alma de toda a ação evangelizadora da Igreja.
Para realizar esta missão a Comissão é formada atualmente pelos bispos: D. Jacinto Bergmann, D. José Antônio Peruzzo e D. Paulo Mendes Peixoto, e como assessor: Pe. Décio José Walker. Conta também com a colaboração dos bispos referenciais dos Regionais, as coordenações Bíblico-Catequéticas dos Regionais, um Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética (GREBICAT), uma equipe executiva nacional de Catequese junto à Pessoa com Deficiência e uma equipe executiva nacional de Catequese Indígena.
Além dos serviços prestados como articulação e assessoria, há uma grande preocupação com a formação de catequistas e outros agentes, através das Escolas Bíblico-Catequéticas e subsídios. Entre muitos produzidos nestes anos, queremos apenas destacar  o Doc. 26: Catequese Renovada; o Estudos 97: Inicação à Vida Cristã – Um Processo de Inspiração Catecumenal;  o Doc. 97: Discípulos e Servidores da Palavra de Deus na Missão da Igreja, aprovado pela última Assembleia Geral em abril desse ano; e o precioso Diretório Nacional da Catequese.
De fundamental importância para a caminhada desses 60 anos foi a realização de momentos significativos como: congressos nacionais e regionais, simpósios, seminários, a manutenção de um Blog e outras modalidades de articulação e animação. Não podemos deixar de destacar entre esses a 1ª, 2ª e 3ª Semanas Brasileiras de Catequese e o 1º Congresso de Animação Bíblica da Pastoral, que ajudaram a consolidar uma reflexão e uma prática de  catequese e formação bíblica que fazem avançar sempre  por caminhos novos para os tempos atuais.
É momento de agradecer a todas as pessoas que ofereceram muito de suas vidas e de seus dons para que o processo catequético  de educação da fé levasse a Igreja do Brasil pelo caminho do discipulado a partir da  experiência com a Pessoa de Jesus Cristo. Gratidão especial a todos os bispos que passaram por essa Comissão, seus assessores e membros dos grupos acima citados que ajudam a enfrentar todos os desafios que a história nos apresenta.
Dom Jacinto Bergmann Arcebispo de Pelotas/RS     Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-Catequética

Pe. Décio José Walker Assessor da Comissão

A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB realiza de 25 a 28 de fevereiro, o Encontro das Equipes de Reflexão dos três setores da Comissão (Pastoral, Música e Espaço Litúrgico), na Casa de retiros e eventos Irmãs Cabrini, em São Paulo (SP).
Tradicionalmente, a Comissão de Liturgia promove um encontro a cada dois anos para refletir a realidade da vida litúrgica no Brasil. Este ano, o principal objetivo é fazer a revisão final do texto “Orientações para projeto e construção de Igrejas e disposição do espaço celebrativo”. O encontro fará também a definição dos conteúdos de liturgia a serem apresentados na próxima Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em abril.
Durante o encontro, cada assessor terá a oportunidade de reunir-se com sua equipe de reflexão para confirmar a agenda do ano e dar encaminhamentos aos projetos e atividades da Comissão.
O presidente da Comissão Episcopal para a Liturgia, dom Armando Bucciol, falou sobre a importância do encontro e, consequentemente, a reflexão sobre a liturgia: “Estamos no clima das comemorações dos 50 anos da promulgação da constituição conciliar Sacrosanctum Concilium e se impõe a necessidade de aprofundar os grandes assuntos da liturgia, à luz da caminhada da Igreja, sobretudo a Igreja no Brasil. Pensemos, por exemplo, no fenômeno da comunicação e na importância da beleza do espaço litúrgico”.

Um momento de oração abriu, na noite desta segunda-feira, 25 de fevereiro, o 2º Simpósio de Missiologia, que reúne em Brasília, até o dia 1º de março, cerca de 50 pessoas entre, docentes, teólogos, pesquisadores, representantes de instituições missionárias, agentes de pastoral e animadores missionários, de todo o Brasil.
Promovido pelo Centro Cultural Missionário (CCM) e a Rede Ecumênica Latino Americana de Missiólogos e Missiólogas (RELAMI) o Simpósio tem como tema: “Teologia para uma missão a partir da América Latina hoje” e pretende refletir sobre o papel da missiologia na atual conjuntura eclesial.
“Estamos vivendo um momento especial, um tanto difícil na Igreja. Diante dessa situação, o que temos para propor?”, perguntou padre Paulo Suess ao motivar o tema de reflexão. “Ouvimos falar de corrupção, lutas pelo poder. Nossa inspiração vem dos pequenos e das bases, não vem da cúpula. O povo simples nos ajuda a pensar não numa Igreja gloriosa e grandiosa, mas autêntica. Temos de refletir sobre o que significa a missão a partir da América Latina hoje, um continente pobre e sofredor”, sublinhou. “Há muitas propostas de salvação. Achamos que a proposta de Jesus pode mudar nosso rumo. Nestes dias vamos refletir sobre a busca da autenticidade na palavra que proclamamos”, completou.
A missiologia é um ramo da teologia que estuda a missão na prática e em diferentes situações e contextos do mundo de hoje. “A Igreja precisa de gente que saiba dar as coordenadas sobre a Missão”, argumentou padre Estêvão Raschietti, SX, diretor do CCM, ao destacar os principais objetivos do Simpósio. O encontro tem por finalidade também, “constituir uma associação de missiólogos para qualificar a formação missionária e partilhar experiências no campo da missiologia”, completou.
O 1º Simpósio de Missiologia aconteceu em de São Paulo, em 1999, convocado pelo Curso de Pós-graduação em Missiologia da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, e teve como tema: “Os confins do mundo no meio de nós”.

Em vista da renúncia do Santo Padre, o Papa Bento XVI, ao seu ministério de Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, a Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro, com aprovação do senhor arcebispo, Dom Orani João Tempesta, divulga algumas orientações práticas, para os sacerdotes e para o povo fiel, referentes aos três períodos seguintes:
1. Período antecedente à renúncia:
Até o próximo dia 28 de fevereiro, às 16 horas do Rio de Janeiro, quando a Sé Romana ficará vacante, governa a Igreja o Santo Padre, o Papa Bento XVI. Como Vigário de Cristo na terra, por ele devemos orações, amor, veneração, respeito e obediência, e seu nome deve ser mencionado na Oração Eucarística.
2. Período da Sé vacante:
Durante a Sé vacante, e especialmente durante o Conclave, recomenda-se instantemente que todas as comunidades façam orações e súplicas pela eleição do novo Romano Pontífice. Para tanto, pode ser tomado o formulário da missa “Pela eleição do Papa” (no Missal Romano em “missas e orações para diversas necessidades”).
Considerando a utilidade pastoral, esta missa pode ser celebrada nos dias de semana da Quaresma, mas não nos domingos. Os sacerdotes saberão discernir sobre a oportunidade e sobre o uso moderado deste formulário no tempo da Quaresma.
Durante a Sé Vacante, na Oração Eucarística deverá ser mencionado apenas o nome do arcebispo, podendo-se mencionar também os bispos auxiliares.
3. Período posterior à eleição do novo Romano Pontífice:
Anunciada a eleição do novo Romano Pontífice, sejam tocados, onde for possível, os sinos das igrejas, como manifestação de júbilo e acolhida ao novo pastor supremo.
Para cada um destes períodos haverá celebrações no âmbito arquidiocesano e de cada paróquia.
No período antecedente à renúncia, a Igreja no Rio de Janeiro celebrará, no dia 22 de fevereiro, Festa da Cátedra de Pedro, a ação de graças pelo fecundo ministério e pelo grandioso legado, para a Igreja e para o mundo, deixado pelo Papa Bento XVI. A celebração arquidiocesana será na Igreja Paroquial Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Centro, às 12h. As paróquias farão sua própria programação na mesma data.
No período da Sé Vacante, a celebração arquidiocesana “Pela eleição do Papa” terá sua data oportunamente divulgada. Também as paróquias terão sua programação própria.
Anunciada a eleição do novo Romano Pontífice, igualmente, será divulgada a data da celebração arquidiocesana de ação de graças. Do mesmo modo, as paróquias programarão suas celebrações.
Como devem ser proclamadas as intercessões nas Orações Eucarísticas I, II e III
Na Oração Eucarística I:
Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unido-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também por nosso bispo Orani e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
Na Oração Eucarística II:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o nosso bispo Orani e todos os ministros do vosso povo.
Na Oração Eucarística III:
E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o nosso bispo Orani, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.

No próximo dia 02 de Março, de 2013, dom Geraldo Verdier, bispo emérito da diocese de Guajará-Mirim (RO) e membro da Academia Guajaramirense de Letras, lançará seu livro “Paixão pela Amazônia. Diocese de Guajará-Mirim: Uma igreja missionária”. O evento ocorrerá na cidade de Guajará-Mirim, no Centro de Treinamento São José às 19h30 e reunirá lideranças da Igreja Católica e comunidade em geral.
Dom Geraldo, que tem 75 anos de idade, chegou a Guajará-Mirim, em 1975, para auxiliar na missão evangelizadora juntamente com Dom Francisco Xavier Rey. Atuou vários anos no atendimento à população ribeirinha e indígena do Vale do Guaporé, Rio Mamoré e Pakaas Novos. Em 1980 foi ordenado bispo da diocese de Guajará-Mirim.
Os anos de vivência pastoral permitiram a dom Geraldo Vergier narrar o impulso missionário e dever social de que vivenciaram os todos aqueles “apaixonados por Deus e pela Amazônia”, como cita em seu livro.
O livro “Paixão pela Amazônia. Diocese de Guajará-Mirim: uma igreja missionária”, “mostra o trabalho realizado pelos missionários, que doaram as suas vidas para a evangelização na floresta, e revela as lutas, as dificuldades, as vitórias e as conquistas da missão na Amazônia”, descreve a nota do livro.
“Convidamos a toda população da diocese de Guajará-Mirim, cidades e redondezas, para prestigiar este grande evento, de lançamento do livro, de maneira especial homenagear este grande homem de fé: Dom Geraldo Verdier”, comunicou a Pastoral da Comunicação, da diocese de Guajará-Mirim (RO).
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