RCR realiza teste de transmissão para a JMJ no próximo sábado

22:36 Radio Ideal FM 0 Comentarios



REFLEXÃO
Para muitas pessoas, Deus deve manifestar-se constantemente para todos, pois somente assim o mundo poderá crer. Na verdade, essas pessoas querem uma demonstração evidente da existência de Deus e da sua presença no nosso dia a dia, porém o Evangelho de hoje nos mostra que assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, Jesus é um sinal para nós, e Jonas foi um sinal para os ninivitas apenas por suas palavras, que os ninivitas ouviram e creram. Deste modo, Jesus é um sinal para nós por sua palavra e é nela que devemos crer e não ficar exigindo que ele fique realizando "milagres" para que fundamentemos a nossa fé.
COMEMORAÇÕES
Ordenação Episcopal
  • Dom José Ubiratan Lopes, OFMCap, Bispo de Itaguaí - RJ
NOTÍCIAS
Monsenhor José Mário Scalon Angonese, atualmente pároco da Paróquia da Ressurreição e Reitor do Seminário Maior de Santa Maria (RS) foi nomeado nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, pelo Papa Bento XVI como novo bispo auxiliar de Curitiba (PR).
A Nunciatura Apostólica comunicou a nomeação lembrando que o Santo Padre atendeu ao pedido do arcebispo de Curitiba, dom Moacyr José Vitti de poder contar com um colaborador e acrescentou que a notícia foi publicada no jornal “L’Osservatore Romano” desta quarta-feira, ao meio dia, no horário de Roma.
O novo bispo é gaúcho de Unistalda, Santiago. Seus pais são Roberto Antônio Angonese e Henrica Scalon Angonese. Monsenhor José Mário recebeu formação institucional em Filosofia e Teologia em Viamão (RS) e se especializou em Psicopedagogia. Foi incardinado na Diocese de Santa Maria em 1988 e ordenado sacerdote, por dom Ivo Lorscheiter, em 1989, na também cidade gaúcha de Nova Esperança do Sul.
Como padre, Monsenhor José Mário desempenhou as seguintes atividades: assistente no Seminário São José e promotor vocacional de 1990 a 2002; diretor espiritual do mesmo Seminário no período de 1991 a 1998. No ano de 1995, trabalhou por 6 meses na diocese de Cruz Alta (RS), como pároco da Paróquia da Natividade, na cidade Ijuí. Tornou-se Reitor do Seminário São José em 1999 e permaneceu nesse serviço até 2001 quando foi nomeado pároco da Paróquia Santíssima Trindade, em Nova Palma, até 2011 quando foi transferido e tornou-se pároco da Paróquia da Ressurreição, em Santa Maria.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, enviou saudação ao Monsenhor José Mário Scalon Angonese, novo bispo auxiliar de Curitiba (PR), nomeado pelo Papa Bento XVI na manhã desta quarta-feira, 20 de fevereiro.
Leia a Nota:

Saudação ao novo bispo auxiliar de Curitiba
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil recebeu da Nunciatura Apostólica na manhã desta quarta-feira, a notícia de que o Papa Bento XVI atendeu ao pedido do arcebispo de Curitiba (PR), dom Moacyr José Vitti, e nomeou como bispo auxiliar de sua arquidiocese, o Monsenhor José Mário Scalon Angonese. Ficamos alegres com a nomeação e agradecemos ao Santo Padre por esse gesto de carinho para com a Igreja no Brasil.
Sabemos que o novo bispo tem um percurso de vida sacerdotal marcado pela formação do clero e pelo empenho pastoral em paróquias. Ele é especialista em Psicopedagogia e esteve por longo tempo prestando serviços diferentes junto aos estudantes nos seminários, trabalho que ainda exerce nesse momento em que recebe a nomeação episcopal. Monsenhor José Mário também fez um longo caminho como um guia pastoral em várias comunidades no Rio Grande do Sul. Essa forte experiência o preparou para receber a nova missão confiada pela Igreja.
Desejamos que sua atuação junto a Dom Moacyr Vitti e ao povo de Curitiba seja cheia de frutos. Nós o acolhemos em nossa Conferência com os melhores votos de que sua presença fraterna enriqueça a nossa convivência e fortaleça nossos esforços de oferecer elementos para a animação da ação evangelizadora da Igreja de modo sempre alegre e esperançoso.
Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Em maio de 2007, o Papa Bento XVI veio ao Brasil para a abertura da 5ª Conferência do Episcopado Latino-americano e Caribenho realizada em Aparecida (SP).  A chegada ao Brasil aconteceu no dia 09 de maio de 2007, pelo Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos.
Logo após o desembarque o papa falou em discurso sobre o seu carinho pelo Brasil. “O Brasil ocupa um lugar muito especial no coração do Papa, não somente porque nasceu cristão e possui hoje o mais alto número de católicos, mas sobretudo porque é uma nação rica de potencialidades com uma presença eclesial que é motivo de alegria e esperança para toda a Igreja”.
Ainda na chegada, o Papa ressaltou os valores cristãos do povo brasileiro e de todos os latino-americanos, destacando o que esperava ver durante os dias de permanência no Brasil. “Estou muito feliz por poder passar alguns dias com os brasileiros. Sei que a alma deste povo, bem como de toda a América Latina, conserva valores radicalmente cristãos que jamais serão cancelados. E estou certo que em Aparecida, durante a Conferência Geral do Episcopado, será reforçada tal identidade, ao promover o respeito pela vida, desde a sua concepção até o seu natural declínio, como exigência própria da natureza humana; fará também da promoção da pessoa humana o eixo da solidariedade, especialmente com os pobres e desamparados”.
O Papa permaneceu no Brasil de 9 a 13 de maio, durante este período ele participou de diversos compromissos em São Paulo. No Estádio Pacaembu, o Papa se encontrou com milhares de jovens e em seu discurso aproveitou para orientá-los. “ Os anos que vós estais vivendo são os anos que preparam o vosso futuro. O ‘amanhã’ depende muito de como estais vivendo o ‘hoje’ da juventude. Diante dos olhos, meus queridos jovens, tendes uma vida que desejamos seja longa; mas é uma só, é única: não a deixeis passar em vão, não a desperdiceis. Vivei com entusiasmo, com alegria, mas, sobretudo, com senso de responsabilidade”.
Ainda com os jovens, o Papa destacou o modo como espera que eles ajam para que a sociedade seja composta por homens e mulheres livres e responsáveis. “O Papa espera que saibam ser protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna, cumprindo as obrigações frente ao Estado: respeitando as suas leis; não se deixando levar pelo ódio e pela violência; sendo exemplo de conduta cristã no ambiente profissional e social, distinguindo-se pela honestidade nas relações sociais e profissionais”.
No dia 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI presidiu a cerimônia de Canonização Beato Frei Galvão, no Campo de Marte em São Paulo (SP). Em sua homilia o Santo Padre ressaltou a vida religiosa do beato. “O carisma franciscano, evangelicamente vivido, produziu frutos significativos através do seu testemunho de fervoroso adorador da Eucaristia, de prudente e sábio orientador das almas que procuravam e de grande devoto da Imaculada Conceição de Maria, de quem ele se considerava ‘filho e perpétuo escravo’”.
E ainda destacou que Frei Galvão é um exemplo a ser seguido devido a disponibilidade para servir o povo sempre quando era solicitado. “Conselheiro de fama, pacificador das almas e das famílias, dispensador da caridade especialmente dos pobres e dos enfermos. Muito procurado para as confissões, pois era zeloso, sábio e prudente. Uma característica de quem ama de verdade é não querer que o Amado seja ofendido, por isso a conversão dos pecadores era a grande paixão do nosso Santo”, disse o Santo Padre.
No encontro com os bispos do Brasil, realizado no dia 12 de maio, na catedral da Sé em São Paulo (SP), o Papa falou sobre a missão confiada aos pastores. “Nós, Bispos, estamos vinculados diretamente a Cristo, Bom Pastor. A missão que nos é confiada, como Mestres da fé, consiste em recordar, como o mesmo Apóstolo das Gentes escrevia, que o nosso Salvador ‘quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade’ (1Tm 2, 4-6). A finalidade da Igreja é a salvação das almas, uma a uma”.
A abertura da 5ª Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, realizada na sala de Conferência do Santuário de Aparecida (SP), o Papa falou em seu discurso, dentre outros assuntos, sobre a fé Cristã na América Latina, sobre os compromissos com a religiosidade, sobre os problemas sociais e políticos, sobre família, vida consagrada, jovens e pastoral vocacional e concluiu invocando a proteção da Mãe de Deus e Mãe da Igreja sobre todos os presentes e sobre toda a América Latina e do Caribe.
Os textos reunidos dos discursos, saudações e homilias realizadas pelo Papa Bento XVI, em sua visita de 2007 ao Brasil, podem ser adquiridos através da publicação “Pronunciamentos do Papa Bento XVI Np Brasil”, das Edições CNBB. Mais informações: www.edicoescnbb.com.br

A cidade de Natal (RN) acolheu nos dias 14 a 17 de fevereiro o Encontro Nacional de Coordenadores de Pastorais e Movimentos que trabalham com juventude. O evento, organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, discutiu as diretrizes da Igreja em relação à juventude, dando seguimento aos encontros que já aconteceram em anos anteriores, em Mariápolis (SP) e Natal.Durante o Encontro, o presidente da Comissão para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro, enfatizou a importância do encontro levando em consideração que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é um evento que será breve, mas que deixará muitas marcas, principalmente na organização juvenil da Igreja.
Dom Eduardo afirmou que a juventude mora no coração da Igreja e uma das provas disso são os documentos elaborados. “Bispo nenhum mudará a realidade se o povo não quiser, não é só o documento que incentiva, mas, também o trabalho na base”, disse.
Os participantes do encontro realizaram estudo da carta Porta Fidei e o pronunciamento do papa Bento XVI sobre o Ano da Fé no contexto de crise de fé da atualidade. Houve também o lançamento da CF-2013 na catedral de Natal, que contou com a participação dos jovens. No sábado, 16, após a celebração eucarística presidida pelo arcebispo de Natal, dom Jaime Vieira Rocha, quando ocorreu o lançamento do Documento 103 da CNBB, “Pastoral Juvenil no Brasil – Identidade e Horizontes”. Dom Eduardo apresentou o conteúdo do novo documento, que, segundo ele deve ser “suporte e facilitador do Documento 85”.
Thiesco Crisóstomo, secretário nacional da Pastoral da Juventude (PJ), apresentou a proposta da coordenação nacional, seus objetivos e missão e estratégias de revitalização da pastoral juvenil no Cone Sul e Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam).

Em 1991, a italiana Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares visitou o Brasil. Espantada com os bolsões de desigualdade social, começou a refletir sobre os motivos pelos quais a cidade de São Paulo abrigava, lado a lado, a extrema riqueza e a extrema pobreza. Como uma cidade com imensos e luxuosos arranha-céus, convivia com favelas vizinhas e com os indigentes habitando as calçadas dos prédios?
Impelida pela urgência de viabilizar alimentação, moradia, tratamento médico e, se possível trabalho para os pobres e inspirada pela recém-publicada Encíclica Centesimus Annus, de João Paulo II, que lançava luz sobre a questão operária e mercadológica, Chiara Lubich pensou na “Economia de Comunhão” (EdC).
Esse projeto, voltado para o meio empresarial, tem três esferas: ajudar os que se encontram em necessidade, oferecendo-lhes condições de melhoria de vida e possibilidade de emprego; incrementar os ganhos das empresas; e, por fim, desenvolver as estruturas, visando a formação interpessoal das pessoas, construindo o que Chiara denomina “homens novos”, porque sem eles não se faz uma sociedade nova.
Os sujeitos produtivos da Economia de Comunhão (empresários, trabalhadores, até mesmo clientes e fornecedores, e demais agentes empresariais) buscam inspiração em princípios fundamentados numa cultura diferente da prática e da teoria econômica vigente. Essa cultura pode ser definida como “cultura do dar”, em antítese à “cultura do ter”.
Empresas, empresários e funcionários
Os empresários que aderem à Economia de Comunhão formulam estratégias, objetivos e planos empresariais, tendo como critério a gestão ética e buscando envolver no trabalho os membros da empresa. Realizam investimentos com prudência, mas dão particular atenção à criação de novas atividades e postos de trabalho.
O ser humano, e não o capital, está no centro da empresa. As capacidades e habilidades de cada funcionário são valorizadas da melhor forma possível pelos gestores da empresa, que procuram ainda estimular a criatividade, a responsabilidade e a participação na definição e na realização dos objetivos empresariais. Os funcionários que passam por dificuldades financeiras ou mesmo problemas pessoais recebem atenção especial.
A empresa é administrada de modo a destinar os lucros em três partes: para o desenvolvimento da empresa; para as pessoas em dificuldades financeiras, iniciando por quem compartilha a opção pela “cultura do dar”; e para a difusão dessa cultura.
Marcelino Vaz participou ativamente durante dois anos dessa realidade. Ele foi funcionário de uma marcenaria em São Paulo e ressalta que o tratamento dispensado aos trabalhadores é diferente, com respeito e, por conta desse aspecto, a produtividade é elevada.
Dentro dessa expectativa está a Campo Fertile Delicatessen, uma empresa dos paranaenses Marcos e Inês Gugel, que nasceu em Recife, e que já faturou dois prêmios para Micro e Pequenas Empresas do Sebrae, pela inovação e pela responsabilidade social.
Inês Gugel conta que a empresa auxilia muitos jovens em situação de vulnerabilidade social. “Não nos vangloriamos por ter iniciado nossa empresa em uma favela. Somos empresários como quaisquer outros, procuramos ser gestores competentes e formar cidadãos comprometidos e multifuncionais para um mercado cada vez mais exigente”, explica.
Segundo a proprietária, o trabalho social é fruto basicamente do compromisso como cristãos e cidadãos, não um meio de se fazer negócio. “Deus não se deixa vencer em generosidade, a Campo Fertile ano passado cresceu cerca de 25%, bem acima da média nacional referente ao setor de panificação. Os lucros ou a queda destes, não têm correlação com o trabalho social, os lucros aumentam ou diminuem apenas por uma razão: competência nos controles, rigidez na redução dos desperdícios, consciência dos colaboradores”, completa.
Na Fazenda da Esperança, uma economia que restaura vidas
Em 1983 um jovem sem pretender nada, a não ser colocar em prática o Evangelho, aproximou-se de uma boca de fumo. Depois de um tempo de relacionamento, um dos jovens ligados àquele ambiente pediu-lhe ajuda para mudar de vida.
Esses dois jovens foram a origem e a inspiração do grupo que deu início à Fazenda da Esperança. Este primeiro grupo de jovens voluntários e recuperandos tomaram a decisão de colocar todos os seus bens em comum e fizeram um pacto de sustentarem aquela primeira casa com os resultados obtidos do suor do trabalho de cada um.
Depois de 30 anos, a missão continua a mesma: colocar em prática o Evangelho e refazer o conceito de existência por meio do suor no trabalho dos mais de três mil homens e mulheres (sobretudo jovens), em 88 Fazendas da Esperança espalhadas por mais de dez países.
Atualmente os jovens que se recuperam são responsáveis pelo cultivo, distribuição e venda de produtos orgânicos, ou seja, livres de agrotóxicos. Tudo o que é utilizado para a produção, desde a muda, é feito com métodos que não agridem o meio ambiente, sem intervenção química, o que torna o produto saudável e mais rico em nutrientes.
De acordo com o assessor de imprensa da Fazenda, Maurício Araújo, em cada unidade da instituição o trabalho acontece de forma diferente. Em Coroatá (MA), a unidade produz acerola. Os jovens em recuperação são responsáveis pelo cuidado da planta desde o plantio, adubação e outros cuidados como poda; já a venda é feita por um jovem membro da Família da Esperança que conseguiu uma parceria na Europa, para onde as frutas são enviadas ainda verdes para a produção de vitamina C.
Em outras regiões, ocorre o plantio da Aloe Vera, conhecida popularmente por babosa. Os jovens fazem a seleção da muda, o preparo do campo, o plantio, a conservação (capina do mato), a extração da folhas e o preparo do bem manufaturado para o próprio consumo. A Fazenda da Esperança utiliza a planta como aliada no processo de desintoxicação dos jovens dependentes químicos.
Além de auxiliar nas despesas de manutenção da instituição, essas atividades ajudam a maioria dos jovens a descobrirem um potencial até então obscurecido pelo uso de entorpecentes. “A maioria dos jovens nunca desenvolveram uma atividade e os que trabalhavam anteriormente já haviam perdido o trabalho em consequência da drogadicção. Ter os horários bem definidos e a responsabilidade diária do trabalho possibilita ao jovens uma boa auto-estima, porque descobrem que podem se auto-sustentar”, destaca Maurício Araújo.
Jeferson Alves Rosa Junior (17), que há nove meses está na Fazenda da Esperança em Nanuque (MG), tem experimentado a palavra do Evangelho por meio do trabalho. “Estava trabalhando na plantação da babosa e o coordenador me pediu para capinar a plantação, muito rápido e bem feito. Porém, a minha vontade era de largar tudo e ir embora para casa, mas por causa da Palavra eu fiquei, fiz bem feita minha parte, dessa forma o dia foi mais produtivo e me deu uma alegria muito grande que nunca senti antes”, se alegra.
Segundo o assessor, essa atividade também beneficia a comunidade local, que encontra nos alimentos orgânicos uma fonte de renda. Esse é o caso de Maria Luiza de Sousa Santos (66), que vive em Croatá (CE).
Há 22 anos, ela foi convidada pela Fazenda das Esperança a ajudar no “projeto das acerolas” e foi com esse trabalho que conseguiu sustentar os filhos e educar seus netos. “Sou feliz e grata a Deus pelo que faço. Tenho o costume de dizer que nasci para catar acerola e pescar, pois pesco muito bem também”, brinca.
A coordenadora do projeto de orgânicos, Priscila Uchoas, conta que o consumidor além de adquirir um produto de qualidade, ajuda na construção de uma sociedade melhor, tanto na preservação do meio ambiente, como na restauração dos jovens. “O consumidor tem a certeza que esta consumindo um alimento que não agredirá sua saúde; ao contrário, estará fazendo um bem para ela, além de estar contribuindo com a preservação ambiental”, frisa.

As emissoras da Rede Católica de Rádio (RCR) realizam no próximo sábado, 23 de fevereiro, teste de transmissão e recepção do sinal em preparação para a cobertura da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que vai ocorrer no Rio de Janeiro (RJ) de 23 a 28 de julho. O teste vai transmitir a programação das catequeses para os jovens da Arquidiocese do Rio.
A jornalista responsável do departamento de Audiovisual da Arquidiocese do Rio, Fátima Lima, explica que as emissoras de Rádio poderão retransmitir a programação integral ou parte dela. ”O objetivo deste ensaio é fazer os ajustes de qualidade de áudio, tempo e formato de transmissão e produção de conteúdos que vão ter a transmissão durante a JMJ”.
O comitê de organização da transmissão diz que para as emissoras que tenham interesse em participar desta transmissão, a RCR vai disponibilizar o canal de áudio no link da Rádio Catedral primeiramente para o teste, e posteriormente se fará em canais profissionais e de alta definição para as geradoras e rádios. A RCR pede para que, após o ensaio deste do sábado, as emissoras enviem um relatório com a avaliação da transmissão. As reuniões em preparação para as transmissões da JMJ vem acontecendo desde setembro de 2012.

Como se processa a experiência do "chamado" e do "envio" vocacional no mundo de hoje? Esta será a reflexão da 2ª Semana Vocacional Missionária, promovida pelo Centro Cultural Missionário (CCM), em parceria com a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) e Pontifícias Obras Missionárias (POM). O evento será em Brasília (DF), de 8 a 12 de abril de 2013.
De acordo com os organizadores, essa Semana de formação missionária vai propor a reflexão dos desafios do contexto atual para o discernimento vocacional; reflexões sobre a cultura vocacional e missão; a pessoa do animador vocacional missionário na cultura atual; a proposta missionária e a cultura vocacional atual; a cultura vocacional e o desafio do discernimento.
“Convidamos as animadoras e os animadores vocacionais e missionários que atuam no Brasil a participar desse importante momento de formação, para que se sintam sempre mais capacitados e qualificados a propor a ousadia do Evangelho, com autêntico espírito missionário, alem de toda fronteira”, afirma dom Sérgio Braschi, presidente do Conselho Missionário Nacional em convite enviado às dioceses.
O curso terá os seguintes assessores: o Fr. Rubens Nunes da Mota, que vai tratar dos temas “A Pessoa da Animadora e do Animador Vocacional missionário na cultura atual” e “Cultura vocacional e o desafio do discernimento”; e o padre Estevão Raschietti, com o tema “A proposta missionária e a cultura vocacional”. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico www.ccm.org.br. A taxa, incluindo formação e hospedagem, é de R$ 400,00.

0 comentários:

Obrigado pelo seu Comentario, seja bem vindo !

Postagem mais recente Página inicial Postagem mais antiga