Plano de Acompanhamento Familiar

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O seminário realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Tribunal de Justiça prevê a construção de modelo de atendimento. Caderno de Orientações está disponível no site da Secretaria
Para Rodrigo, trabalho será referência
Público de mais de 150 técnicos acompanhou o evento
São Paulo, 28 de fevereiro de 2013- O secretário de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia, participou hoje do seminário “Contribuições técnicas para a elaboração do plano de acompanhamento familiar”. O evento feito em parceria com a Coordenadoria de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e Escola Paulista da Magistratura (EPM) prevê a construção de uma estratégia para o acompanhamento das famílias e o atendimento de crianças e adolescentes em conflito com a Lei.
Além dos 150 presentes, o seminário contou com a participação de uma média de 40 pessoas em cada um dos 72 polos de videoconferência espalhados pelo Estado. O desembargador Antônio Carlos Malheiros, coordenador da Infância e Juventude do TJSP, abriu os trabalhos. “A parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social tem sido muito positiva, não apenas neste tema do acompanhamento familiar, mas também no enfrentamento ao crack no Estado”, disse referindo-se ao trabalho realizado em conjunto no Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas) desde o dia 21 de janeiro.
A construção do plano de atendimento começou em 2010
A Secretaria de Desenvolvimento Social ficou responsável por reunir informações e experiências para compor o Caderno de Orientações que será a referência para o plano de acompanhamento familiar. “Desde 2010, a Secretaria vem dialogando com os municípios para conhecer os instrumentais e as metodologias utilizadas no atendimento das famílias. Esse material compilado, certamente será referência para outros estados brasileiros”, comentou o secretário Rodrigo Garcia.
Segundo Ana Paula, 131 cidades dividiram suas experiências
Ana Paula Souza Romeu, especialista em Desenvolvimento Social da Secretaria, explicou como o Caderno de Orientações: Referências para a Construção do Plano de Acompanhamento Familiar foi organizado. “O Caderno vem reiterar a importância do conceito da rede de atendimento. Ouvimos 131 municípios para conhecer suas experiências e instrumentais no atendimento das famílias e dos menores. Percebemos uma grande variedade nas metodologias, mas com a ajuda dos municípios chegamos a um documento unificado que resultou no Caderno de Orientações”, explicou.
Ana Paula acrescentou que o documento também auxilia os municípios na elaboração de um plano de metas. “Sem planejamento não existe acompanhamento e avaliação de resultados”, afirmou. O conteúdo do Caderno de Referência está disponível no site da Secretaria no endereço:
http://desenvolvimentosocial.sp.gov.br/a2sitebox/arquivos/documentos/406.pdf
Outros palestrantes
Juiz Eduardo Rezende Melo
Eduardo Rezende Melo, juiz da Vara Criminal e de Crimes contra Crianças e Adolescentes, falou sobre “A relação da Política de Assistência Social com o Judiciário no contexto do acompanhamento familiar”.
Simone Aparecida Albuquerque, diretora do Departamento de Gestão do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), abordou o tema: “Prontuário SUAS padronizado de atendimento e acompanhamento familiar”.
“Concepção de Família e Trabalho Social no âmbito da Assistência Social” foi o assunto tratado por Dalva Azevedo de Gois, professora doutora e co-coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Políticas e Práticas Sociais com Famílias.
Da Secretaria de Desenvolvimento Social
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