Padre Tacílio é reeleito prepósito provincial dos Teatinos no Brasil

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O estimado padre Tacílio Ferreira Gomes, CR, que em setembro de 2011 foi empossado pelo arcebispo metropolitano de Sorocaba, dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, como terceiro pároco teatino da nossa Paróquia de São Lucas, agora no final de janeiro foi reeleito pelos seus confrades de congregação religiosa como prepósito da Província Paulo VI do Brasil da Ordem dos Clérigos Regulares (Padres Teatinos), com mandato canônico para o triênio 2013/2016.
O XVII Capítulo Provincial Ordinário da Província Paulo VI do Brasil da Ordem dos Clérigos Regulares, sob as bênçãos e proteção de seu Fundador, São Caetano de Thiene, foi realizado na cidade de Fartura, interior paulista, quase na divisa com o Estado do Paraná, entre os dias 21 e 24, no Seminário Menor Teatino “São Pio X”, no Bairro Pinheirinho. Contou com a presença de praticamente todos os religiosos teatinos, sacerdotes e demais consagrados, ligados à Província brasileira.
Junto com a reeleição do padre Tacílio como prepósito provincial, foi também eleita, na ocasião, a nova Mesa Diretora da Província, que ao lado do pároco de São Lucas, no bairro do Vergueiro, em Sorocaba, terá a responsabilidade de conduzir e administrar neste próximo triênio a Ordem dos Clérigos Regulares no Brasil.
A MESA DIRETORA – Assim, junto com a reeleição do padre Tacílio Ferreira Gomes, CR, como prepósito provincial, como Vigário Provincial foi escolhido o padre José Francisco Antunes, CR, reitor do Seminário “São Caetano“ e pároco da Paróquia de São Geraldo, na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo.
Já como consultores provinciais foram eleitos o padre Antônio Marcos Delmiro, CR, pároco da Paróquia de Santa Cruz, em Contagem (MG); padre Alcides Célio James da Silva, CR, pároco do Santuário de São Judas Tadeu, na cidade de Avaré (SP); padre João Marcos Boranelli, CR, vigário paroquial na Paróquia de Santo Antônio, na cidade de Itaí (SP); e, como quinto consultor, padre Túlio César Caetano, CR, pároco da Paróquia de São Francisco de Assis, no Bairro Veneza, em Ribeirão das Neves (MG).
FOTO: Província Paulo VI do Brasil da Ordem dos Clérigos Regulares


Novo alerta aos católicos


Apareceu um novo templo em Sorocaba com o nome de “Santuário Ágape do Divino Mestre”, situado na Vila Progresso. O folheto de propaganda promete curas milagrosas em que Deus terá como instrumento um “padre” cujo nome não aparece  no mesmo. Ele se apresenta como “Padre Carismático Exorcista” e não declara a que denominação religiosa pertence, de modo que não sabemos se ele está fundando uma nova religião ou se pertence a alguma já estruturada. 

No “rodapé” do folheto encontra-se a observação: “Nossa Igreja é devidamente registrada...”. Deve-se referir ao espaço alugado para as sessões de curas e outros milagres,  que se escreve com minúscula:igreja.. É evidente a intenção de atrair católicos em dificuldades e desprevenidos como podemos perceber no convite: “Venha ser um católico feliz e abençoado”!  Para tal são utilizados elementos da linguagem da Igreja Católica, já consagrada através dos tempos, valendo-se também de práticas da piedade de nosso catolicismo popular. 

Sobre tal expediente publicitário advertiu-nos a presidência da CNBB em nota publicada em 2011:  “O uso de nomes, termos, símbolos e instituições próprios da Igreja Católica Apostólica Romana, por outras denominações religiosas distintas da mesma, pode gerar equívocos e confusões entre os fiéis católicos...Pessoas de boa vontade podem ser levadas a frequentar tais templos, crendo que se trata de comunidades da Igreja Católica Apostólica Romana, quando na verdade não o são. Por essa razão a Igreja tem a obrigação de esclarecer e alertar o Povo de Deus para evitar prováveis danos de ordem espiritual e pastoral.”

Peço aos pregadores e catequistas, especialmente nesse momento em que deve ser escolhido o novo sucessor de Pedro, que explique aos fieis católicos que só existe uma Igreja de Jesus Cristo conforme sua palavra a Simão Pedro: “Sobre esta pedra edificarei MINHA IGREJA”. As outras têm seus donos como inevitavelmente aparece na linguagem do povo: “a Igreja do bispo fulano” ou do “pastor sicrano” e assim por diante. É hora de uma boa catequese sobre a visibilidade da Igreja de Cristo bem como sobre a missão do Bispo de Roma como princípio da unidade visível da Igreja de Cristo presente em todas as nações.

Sorocaba, 23 de fevereiro de 2013
Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues
Arcebispo Metropolitano


Irmã Virgínia parte em Missão para o Maranhão


O mês de fevereiro, particularmente também para a Paróquia de São Lucas, marcou as despedidas à estimada Irmã Virgínia Filomena Pitanguy, da Congregação das Irmãs Missionárias de Ação Paroquial. Concluídos seus estudos teológicos no final de 2012, foi ela transferida por suas superioras, para novos campos de missão, agora no Nordeste brasileiro, no interior do Estado do Maranhão, na cidade de São Pedro da Água Branca, Diocese de Imperatriz.

Nesta sua segunda passagem por Sorocaba, entre 2008 e 2012, Irmã Virgínia pode dar inestimável contributo pastoral a nossa Paróquia, que tem a grata felicidade de ter a casa em Sorocaba da Congregação das Irmãs Missionárias de Ação Paroquial localizada dentro de seu território canônico, na rua Major João Lício. Atuou entre nós em diversas frentes pastorais, sempre presente nas atividades paroquiais, sobretudo àquelas ligadas à Catequese e Liturgia, integrando inclusive o CPP (Conselho Paroquial de Pastoral), como representante das Irmãs Missionárias de Ação Paroquial. 

Assessorou, nesse período, vários cursos de formação de catequistas tanto na Paróquia de São Lucas, como na vizinha Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos, de Vila Hortência. Também dirigiu retiros de catequizandos de Primeira Comunhão e de Crisma em preparação à recepção desses sacramentos e colaborou com a Arquidiocese na formação de leigos através do Curso Livre de Teologia e Pastoral, ministrado no Centro Arquidiocesano de Pastoral. Era ainda a representante dentro da Província Eclesiástica de Sorocaba da CRB (Conferência dos Religiosos do Brasil).

“O que dá sentido à Vida é a resposta ao chamado, seja ele qual for” foi a mensagem deixada a nós todos por Irmã Virgínia antes de partir para novas terras de missão, ela que no ano passado celebrou seu jubileu de prata como missionária consagrada, 25 anos como integrante do Instituto Religioso das Irmãs Missionárias de Ação Paroquial. A propósito, sempre afirma ela que sua identificação com o Carisma da congregação de origem espanhola das Missionárias de Ação Paroquial “é grande e, assim, entrego-me cada vez mais ao serviço de Deus e da Igreja no ministério paroquial, conforme rege nossas Constituições”.

VOCAÇÃO COMO FRUTO DE FIDELIDADE

 “Minha vocação é fruto da fidelidade familiar, da boa formação catequética, da participação em CEB's (Comunidades Eclesiais de Base), Pastoral da Juventude e formação específica da Vida Religiosa Consagrada”, afirmou também Irmã Virgínia antes de partir em entrevista à equipe do Informativo Paroquial de São Lucas.

Ela é a quarta dos 7 filhos – um faleceu após poucos meses de vida - do casal Geraldo Alves Pitanguy e Lourdes Pires Branco Pitanguy. Nasceu no município de Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo, na Fazenda Taquaral, onde viveu até os 6 anos de idade. Por questões financeiras, a família mudou-se para São Carlos, depois para Colina e, de Colina, para Descalvado, onde ainda estão seus irmãos e onde, em 1979, conheceu as Irmãs Missionárias de Ação Paroquial, por iniciativa de um professor de Língua Portuguesa. 

“Estava cursando a 7ª série ginasial – recorda ela - e esse professor nos levou uma ficha vocacional, onde apareciam várias profissões e, no final, indicava a opção de vida consagrada. Desse momento em diante, ele me encaminhou para um acompanhamento vocacional e, após meu discernimento, decidi ingressar na etapa do aspirantado, na cidade de Tietê, fui amadurecendo nesse processo e segui em frente até meus votos, após 6 anos de preparação”.

Sua primeira profissão de emissão dos votos de Castidade, Pobreza e Obediência, Irmã Virgínia fez em Barretos, no dia 9 de fevereiro de 1986 e seu primeiro destino como Irmã professa foi para a comunidade de Tietê, com a responsabilidade de coordenar a cozinha, continuando, paralelamente, seus estudos, cursando o primeiro ano de Magistério e atuando também na Pastoral Catequética nos finais de semana, isto durante dois anos (1986-1987). Depois, sucessivamente, esteve nas casas de Jaborandi e Barretos, antes de em 1990 ser transferida para o Estado de Goiás, na cidade Araguapaz, onde passou a ter forte atuação também nas pastorais litúrgicas e catequética, na área urbana e comunidades rurais, durante quatro anos (1991 a 1994).

Em 30 de janeiro de 1993, Irmã Virgínia professou solenemente seus votos perpétuos em Descalvado, cidade onde reside minha família, voltando, então, para São Paulo. Nesse período, esteve sucessivamente outra vez em Jaborandi, Palmital (com a responsabilidade de ser cuidadora das idosas do Lar São Vicente de Paulo, além de prestar assessoria na Catequese Paroquial e na Liturgia, trabalhando com crianças e adolescentes) e Sorocaba, onde atuava mais no serviço interno da casa e administração do Pensionato Sagrada Família, isto durante 5 anos (1998 a 2002).

Em 2002, antes de retornar para este segundo período junto à Comunidade de Sorocaba das Irmãs Missionárias de Ação Paroquial agora encerrado, voltou para Araguapaz, no interior de Goiás, atuando diretamente na assessoria das pastorais durante mais 6 anos, bom período inclusive com as Irmãs responsabilizando-se por toda coordenação pastoral e administrativa da Paróquia local, por não ter padre residindo na cidade. Neste período, ela foi nomeada, paralelamente, membro da equipe do governo regional do Brasil das Missionárias de Ação Paroquial, auxiliando na sua coordenação por três anos (2003/2006).
Neste novo período em Sorocaba, Irmã Virgínia pode ainda realizar seu curso de Teologia, pelo sistema EAD, na Faculdade dos Claretianos, de São Paulo. 

O período de estágio realizou também na secretaria da Paróquia de São Lucas e, como monografia de final de curso o ano passado, debruçou-se sobre intensa pesquisa teológica, histórica e de nuances da religiosidade popular em torno da secular devoção sorocabana a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil, e das célebres Romarias de Aparecidinha, que acontecem a cada 1º de janeiro, com o traslado da Santa para a igreja da Catedral, e no segundo domingo do mês de julho, para o seu retorno ao Santuário Arquidiocesano, no bairro de Aparecidinha. (Aliás, ela deve retornar a São Paulo em maio, para a colação de grau.)

 “Parto para uma realidade que não conheço, o Estado do Maranhão e, particularmente, a cidade de São Pedro da Água Branca. Minha comunidade será de três irmãs e atenderemos a Paróquia local, suas pastorais e movimentos eclesiais, assistindo-os no que precisarem. Também não temos sacerdote residente na Paróquia, somente para os finais de semana..”, conclui Irmã Virgínia.





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