Jornal das Onze - 19/02/2013

11:00 Radio Ideal FM 0 Comentarios











Almoço tradicional Mensal no Sítio Americana-Boituva-SP
Todo último domingo do mês, com comida deliciosamente caseira - R$ 19,50 por pessoa para comer à vontade, bebidas à parte, incluída a sobremesa (mais de 10 tipos de doces caseiros)
 Próximo Almoço será dia 24 de
Fevereiro de 2013
antecipe sua reserva!!!
É necessário fazer reserva- 15-3363-6024   15-9718-2687   mareulio@bol.com.br


Marco Aurélio Assunção Martins
Supervisor Técnico Comercial
Marcotec - Serviços de Ferramentaria
(15)3363-6024
(15)9718-2687
“ O vinho molha e tempera os espíritos e acalma as preocupações da mente…ele reaviva nossas alegrias e é o óleo para a chama da vida que se apaga. Se você bebe moderadamente em pequenos goles de cada vez, o vinho gotejará em seus pulmões como o mais doce orvalho da manhã…Assim, então, o vinho não viola a razão, mas sim nos convida gentilmente a uma agradável alegria”.
Sócrates (470-399 a.C.)





Inscrições de 1º de FEVEREIRO a 5 de MARÇO de 2013
(Preferencialmente pela INTERNET ou pelos Correios)

   PoeArt Editora de Volta Redonda RJ, institui a IV Coletânea Século XXI  (depois do sucesso da I, II, III e das Antologias Poéticas de Diversos Autores, Vozes de Aço da I A XIII e  do livro Cardápio Poético, primeira e segunda edição), para premiar autores de ambos os sexos, maiores de dezoito anos, amadores ou profissionais, somente residentes no país, na categoria: Poesia, em língua portuguesa, tendo como objetivo principal à descoberta de novos autores e o intercâmbio cultural entre os participantes.


SEM TAXA DE INSCRIÇÃO: (ATÉ 3 POESIAS)

   Ao efetuar a sua inscrição, o autor estará concordando com as regras do Concurso, e, se selecionado, autorizando a publicação dos trabalhos na IV Coletânea Século XXI – 2013. Em caso de cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral, será responsabilizado judicialmente.

Tema e Apresentação:
- O tema é livre OU HOMENAGEM À AUTORA.
- Cada autor poderá inscrever de uma a 3 poesias (versos livres ou poema com forma fixa), cada uma em uma página, inéditas ou não, máximo de até 30 versos cada, fonte Times New Roman, corpo 12, digitadas somente em um dos lados da folha, onde deverá constar o título de cada poesia. Não é necessário pseudônimo.
- Uma via de cada trabalho, no mesmo envelope, mais um CD (se for enviar pelos correios) com as poesias gravadas euma foto de perfil recente em alta resolução (que será usada no livro).
- Em anexo um envelope menor, lacrado, sem qualquer identificação do lado de fora, contendo:
- Nome completo, nº do RG, nome do concurso, títulos dos trabalhos, endereço completo, dados biográficos
(no máximo dez linhas), telefone e e-mail.

- As obras que chegarem sem esses dados não serão consideradas inscritas.
- Todos os trabalhos enviados (selecionados ou não) serão incinerados, após a divulgação do resultado.


Forma de Inscrição:

  As obras deverão ser enviadas (preferencialmente pela INTERNET para: poearteditora@gmail.com) ou pelos correios para: PoeArt Editora: Caixa Postal: 83967 – Cep: 27255-970 – Volta Redonda – RJ.

Premiação:

   Os cinco melhores poemas serão publicados sem qualquer ônus na IV Coletânea Século XXI – 2013 –, cada um dos cinco autores premiados receberá 3 exemplares da obra pelos direitos autorais, diploma e a sua foto colorida no livro.

  OBSA partir do 6º trabalho selecionado, os autores serão convidados a participar do livro pelo sistema de cooperativismo, pois serão escolhidos no máximo cem trabalhos de até cinqüenta autores.

Jean Carlos Gomes / Organizador e Editor / Contatos: 24 - 9993-0615 | 33457352 (depois das 18h)

Organização e Realização: PoeArt Editora de Volta Redonda – RJ

   Apoiadores: Reprográfica Barrense, Colégio Garra Vestibular, Lex Print – Suprimentos de Informática, Teatro GACEMSS 67 Anos de Cultura, GREBAL – Grêmio Barramansense de Letras, Academias: Barramansenses de Letras e História, Art Nouveau, Val Lourenço – Cabelo e Corpo, Jornais: O Universo, Volta Cultural, Jornal do Interior, MaioIrdade, A Voz da Cidade e Diário do Vale, Clube Foto Filatélico e Numismático de VR – Ponto de Cultura, Zênite Publicidade, Usina Gráfica – Design e Propaganda, Câmara Municipal de VR e Deputado Federal Zoinho.


http://www.overmundo.com.br/agenda/iv-seletiva-para-a-iv-coletanea-seculo-xxi-2013
http://poearteditora.blogspot.com/b/post-preview?token=gfp2sjwBAAA.vbfWmkU8lvnXTlnvaCoccw.yIVN2SIT83V30DURIuTGAg&postId=4353820568237884475&type=POST

POLÍTICA
Marina aposta nas alianças pontuais para possível candidatura

ESPORTE
Bastão com sangue foi encontrado na mansão de Oscar Pistorius

INTERNACIONAL
Novos ataques já deixam 30 mortos e 80 feridos no Iraque

GERAL
Casas Noturnas: Comissão ouve sugestões sobre mudanças na lei

TRABALHO
Inveja é um dos maiores causadores de conflitos nas empresas

POLÍCIA
Presos acusados de ordenar ataques são removidos de SC

JUSTIÇA
MPT vai investigar mortes no Carnaval baiano



BOLETIM DO CENTRO DE MÍDIA INDEPENDENTE - F16 2013
-------- http://www.midiaindependente.org --------

1) TRECHOS DE UMA MENSAGEM NÃO RESPONDIDA E NÃO ESCRITA, SOBRE 
INTERNET, GOOGLE, FACEBOOK, SKYPE E GUERRAS
2) COVARDIA: VÍDEO MOSTRANDO TORTURA EM PRISÃO VAZA E EXPLICA ATAQUES EM SC
3) APRESENTAÇÃO DO LIVRO "CYPHERPUNKS - LIBERDADE E O FUTURO DA 
INTERNET", DE JULIAN ASSANGE


1) TRECHOS DE UMA MENSAGEM NÃO RESPONDIDA E NÃO ESCRITA, SOBRE 
INTERNET, GOOGLE, FACEBOOK, SKYPE E GUERRAS

Não são só as empresas que utilizam a infinitude de dados de
comportamento para melhorar seus negócios. Os Estados também estão de
olhos bem abertos.
Recebi uma mensagem na caixa de e-mail convencional, que alertava os
militantes de esquerda para os perigos de usar o Facebook. Versava
sobre as contradições de como utilizar uma forma de comunicação
libertária dentro da estrutura de uma internet capitalista. Contudo,
verifiquei que a mensagem foi tornada pública em
Alertava tal mensagem não apenas para o fato da comunicação
criptografada com servidores autônomos ser considerada como irritante
(ao invés de segura e libertadora), mas ainda para o fato de que falar
da própria vida, da vida dos outros e de tudo e todos se ter tornado
uma doce tentação para os militantes de esquerda. Transformam-se, deste
modo, em informantes não intencionais utilizados por empresas e órgãos
de segurança.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/02/516477.shtml



2) COVARDIA: VÍDEO MOSTRANDO TORTURA EM PRISÃO VAZA E EXPLICA ATAQUES EM SC

Vídeo que teria motivado os ataques em SC

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/02/516300.shtml



3) APRESENTAÇÃO DO LIVRO "CYPHERPUNKS - LIBERDADE E O FUTURO DA 
INTERNET", DE JULIAN ASSANGE

No texto, a jornalista Natália Viana alerta: internet, que viabilizou
Wikileaks, pode ser usada para vigiar sociedades; tudo dependerá de
nossas lutas.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/02/516171.shtml

BOLETIM DO CENTRO DE MÍDIA INDEPENDENTE - J31 2013
-------- http://www.midiaindependente.org --------



1) RJ - OCUPAÇÃO QUILOMBO DAS GUERREIRAS SERÁ A PRÓXIMA?
2) OPERÁRIO TORTURADO EM JIRAU, DE NOVO PRESO E SUJEITO A JULGAMENTO
3) FLORIANÓPOLIS: ALERTA ANTIFASCISTA
4) [FORTALEZA] REVOLTA POPULAR CONTRA OBRAS DA COPA 2014
5) RÁDIO DIGITAL MUNDIAL E A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO SÉCULO XXI
6) DESASTRE SÓCIO-AMBIENTAL EM FLORIANÓPOLIS.
7) CURITIBA - A LUTA PELA MORADIA DIGNA VAI A PASSOS LENTOS PARA A MAIORIA
8) COMO ACABAR COM O MAL? CINCO DIAS DE ATIVISMO CRIATIVO
9) 2º BOLETIM DA OCUPAÇÃO DO INCRA PELOS ASSENTADOS DO MILTON SANTOS (17/01)



1) RJ - OCUPAÇÃO QUILOMBO DAS GUERREIRAS SERÁ A PRÓXIMA?

Restinga, Vila Autódromo, Metrô e Aldeia Maracanã: Ocupação Quilombo
das Guerreiras será a próxima?
A Ocupação Quilombo das Guerreiras, que há mais de 6 anos é construída
coletivamente pelas cerca de 50 famílias na Av. Francisco Bicalho na
Zona Portuária do Rio de Janeiro, está na mira das obras da cidade. Da
mesma maneira que aconteceu nas comunidades da Restinga, Vila
Autódromo, Metrô e que se passa atualmente na Aldeia Maracanã, os
sinais de alerta anunciam o grande risco de despejo.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515953.shtml



2) OPERÁRIO TORTURADO EM JIRAU, DE NOVO PRESO E SUJEITO A JULGAMENTO

Imagem do lado: Raimundo Braga, durante depoimento a CPI do Trabalho
Escravo, em Brasília

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515895.shtml



3) FLORIANÓPOLIS: ALERTA ANTIFASCISTA

O Instituto Plínio Corrêa e a Tradição Família e Propriedade (TFP)
estão circulando pelas principais ruas do centro da capital catarinense
realizando aquilo que chamam de "Cruzada pelos valores cristãos"
marchando contra os direitos de homossexuais, GLBTTT e contra o direito
ao aborto.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515804.shtml



4) [FORTALEZA] REVOLTA POPULAR CONTRA OBRAS DA COPA 2014

O ano de 2013 iniciou com muita luta para os moradores da comunidade
Jangadeiros.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515767.shtml



5) RÁDIO DIGITAL MUNDIAL E A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO SÉCULO XXI

"Se consideram que isso é utópico, eu lhes peço que reflitam sobre o
porquê de ser utópico"

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515648.shtml



6) DESASTRE SÓCIO-AMBIENTAL EM FLORIANÓPOLIS.

A justiça federal determinou no dia 16 de janeiro a proibição da
produção e comercialização de ostras e mariscos produzidos em
Florianópolis. A decisão, que deverá ser cumprida por tempo
indeterminado, foi tomada segundo a instituição devido à falta de
licenças ambientais dois dias depois que a Fundação do Meio Ambiente
(FATMA) determinou o embargo de atividades no mar e do consumo de
ostras, berbigões e peixes provenientes da área que compreende a Praia
da Mutuca, no Bairro Tapera, até a Freguesia do Ribeirão da Ilha (em
frente à igreja), no Sul da Ilha de Florianópolis, devido a
contaminação causada pelo vazamento de aproximadamente 12 mil litros do
óleo, usado como isolante em transformadores, de uma subestação
desativada da Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina).

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515672.shtml



7) CURITIBA - A LUTA PELA MORADIA DIGNA VAI A PASSOS LENTOS PARA A MAIORIA

Em Curitiba, mais de 70 mil famílias estão na fila pela moradia digna,
segundo dados da Cohab-Ct. A Vila Sabará que, desde a década de 90, a
COHAB, a pretexto de regularizar o Bairro, realizou 37 mil contratos
denominados TUCS (Termos de Uso e Concessão do Solo) que supostamente
trariam infra-estrutura para as casas e para a Vila, é um dos casos
gritantes no histórico déficit habitacional da cidade.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515596.shtml



8) COMO ACABAR COM O MAL? CINCO DIAS DE ATIVISMO CRIATIVO

Continuando a série de editoriais, em parceria com o Coletivo Aparecidos
Políticos, sobre iniciativas de Ativismo Criativo ou Arte Ativista,
apresentamos o encontro realizado entre 27 a 31 de Março do ano passado,
na Espanha, denominado: "Como acabar com o Mal".

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515659.shtml



9) 2º BOLETIM DA OCUPAÇÃO DO INCRA PELOS ASSENTADOS DO MILTON SANTOS (17/01)

A dinâmica na ocupação do Incra SP não pára! Ocupado o prédio desde 15
de janeiro, reivindicamos que a presidente Dilma Rousseff assine o
decreto pela desapropriação por interesse social da área do
Assentamento Milton Santos (em Americana e Cosmópolis, SP). Isto porque
já foi emitida uma liminar de reintegração de posse em favor da usina,
que prevê a retirada das famílias usando força policial a partir do dia
24 deste mês. O Milton Santos já foi reconhecido pelo Estado como
assentamento há 7 anos.

Matéria completa:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/01/515642.shtml


REFLEXÃO
As práticas religiosas não podem ser simples ritualismos que cumprimos por costume ou tradição. Os fariseus e os discípulos de João faziam jejum, cumprindo os valores tradicionais da religiosidade de sua época, mas o cumprimento desses valores não lhes foi suficiente para que se tornassem capazes de reconhecer o tempo em que estavam vivendo e por quem foram visitados, de modo que não puderam viver a alegria de quem tem o próprio Deus presente em suas vidas e nem puderam usufruir de forma mais plena essa presença de graça. Somente quem viver uma verdadeira religiosidade que seja capaz de estabelecer um relacionamento profundo e maduro com Deus e perceber os seus apelos nos dos sinais dos tempos pode colher os frutos dessa religiosidade.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida - SP
Ordenação Episcopal
  • Dom Afonso Fioreze, CP, Bispo de Luziânia - GO
NOTÍCIAS
Brasília, 13 de fevereiro de 2013
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013Fraternidade e JuventudeEis-me aqui, envia-me! (Is 6,8)
O cristão vive da esperança e do amor! Amor visibilizado na pessoa de Jesus Cristo, no seu modo de viver e conviver. Esperança despertada pela morte e ressurreição do Filho de Deus. A vida, morte-ressurreição de Jesus Cristo concede ao cristão a vida do amor e a esperança do Reino definitivo!
Iniciamos hoje nosso caminho pascal. Os quarenta dias que precedem a Cruz e a Ressurreição sinalizam o caminho que a Igreja, na liturgia, nos oferece como possibilidade de sermos atingidos pela experiência salvadora de Jesus Cristo. Nas celebrações, as leituras nos provocarão a seguir o Senhor até o “clarear do novo dia”.
O clarear no “novo dia” surge do processo da conversão que a quaresma nos possibilita. Durante esse tempo especial, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB nos apresenta a Campanha da Fraternidade como itinerário de conversão pessoal, comunitária e social. Esta experiência começou há 50 anos, em Nísia Floresta, na Arquidiocese de Natal, e, desde então, vem propondo temas de grande relevância para a Igreja e a sociedade brasileira. Para a quaresma deste ano, o tema escolhido é Juventude e Fraternidade. O lema é inspirado no profeta Isaías 6,8: “Eis-me aqui! Envia-me”.
A Campanha da Fraternidade de 1992 abordou o tema da Juventude. Igreja no Brasil, ao repropor a Juventude como tema da Campanha da Fraternidade, nesse tempo de mudança de época, deseja refletir, rezar com os jovens, reapresentando-lhes o Evangelho como sentido de vida e, ao mesmo tempo, como missão. A Campanha é um convite para nos convertermos e irmos ao encontro dos jovens e, ao mesmo tempo, é um convite aos jovens para se deixarem encontrar por Jesus Cristo, caminho, verdade e vida (Jo 14,6) e serem protagonistas da civilização do amor.
A Campanha deste ano abre a possibilidade de refletirmos e mesmo nos questionarmos a partir do Evangelho e da realidade dos jovens. Por um lado, admirar a generosidade, a criatividade, a disponibilidade, os ideais dos nossos jovens. Por outro lado, perguntarmos por que tantos assassinados, porque tanta violência contra os jovens? Por que a maioria da população carcerária é jovem? E ainda questionar por que a maioria dos jovens assassinados e encarcerados é afrodescendente? O que realizamos a favor dos jovens das comunidades originais, como indígenas e quilombolas? Qual a nossa contribuição pessoal, comunitária, social, governamental, eclesial, no enfrentamento desta realidade? O que estamos fazendo, quais as nossas iniciativas para dar horizonte, sentido de vida, dignidade aos jovens? O que oferecemos aos nossos filhos e filhas em casa, nas escolas, na universidade? Vale lembrar que apenas informações não plenificam uma vida. São as relações maduras e livres, critérios e valores perenes que iluminam a vida de toda a pessoa, por isso também dos jovens.
A Campanha deseja ser uma palavra de ânimo aos nossos jovens que participam ativamente nas nossas Comunidades de Fé, no cuidado dos pobres e idosos, no anúncio do Reino de Deus manifestado e realizado em Jesus Cristo. Ela convida a juventude a ocupar e usar os novos ambientes digitais para o anúncio e exercício da liberdade e da verdade que o Evangelho propõe. Animar nossos jovens para participarem da política na luta contra a corrupção e na busca de uma sociedade mais fraterna, justa e iluminada pelos direitos da pessoa. Uma vida animada pelo belo, pelo bem, pela verdade e pela liberdade.
A Campanha da Fraternidade é o início da peregrinação próxima para a Jornada Mundial da Juventude. A Semana Missionária e o encontro dos jovens peregrinos de todo o mundo no Rio de Janeiro serão a expressão da vitalidade da Igreja e da sociedade. Ao assumir como lema o espírito missionário da JMJ 2013 indicado pelo Santo Padre Bento XVI, Ide e fazei discípulos entre todas as nações (cf. Mt 28,19),   Jovens colocando-se a serviço da evangelização, também através dos novos ambientes de comunicação. Vivendo e testemunhando a graça e a beleza de ser cristãos. Beleza, porque partícipes da vida do Reino e, por isso, tocados por Deus que alegra a nossa juventude. Alegra a nossa juventude, pois tomados pelo vigor de Deus: amar sem medida, gratuitamente! Os nossos jovens deixam transparecer o que é próprio de toda a pessoa humana: amar na gratuidade, tomados pela esperança!
Agradecemos com carinho filial o cuidado do Santo Padre Bento XVI que, a cada ano, durante seu pontificado, enviou à Igreja no Brasil palavras de orientação e incentivo para que a Campanha da Fraternidade frutificasse em amor e solidariedade para com os menos favorecidos da sociedade.
Aproveitemos o tempo da Quaresma para rezar pela Igreja que vive este momento especial de eleição do novo papa, sucedendo a Bento XVI cuja renúncia ele próprio anunciou na última segunda-feira. Supliquemos à Mãe Aparecida abençoá-lo, protegê-lo e ampará-lo, e que ele continue ajudando a Igreja com suas preces.
Leonardo Ulrich SteinerBispo Auxiliar de BrasíliaSecretário Geral da CNBB

No último dia 13 de fevereiro, aconteceu na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Lançamento da Campanha da Fraternidade 2013. Veja a íntegra do discurso feito pelo secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.
Brasília, 13 de fevereiro de 2013
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013Fraternidade e JuventudeEis-me aqui, envia-me! (Is 6,8)
O cristão vive da esperança e do amor! Amor visibilizado na pessoa de Jesus Cristo, no seu modo de viver e conviver. Esperança despertada pela morte e ressurreição do Filho de Deus. A vida, morte-ressurreição de Jesus Cristo concede ao cristão a vida do amor e a esperança do Reino definitivo!
Iniciamos hoje nosso caminho pascal. Os quarenta dias que precedem a Cruz e a Ressurreição sinalizam o caminho que a Igreja, na liturgia, nos oferece como possibilidade de sermos atingidos pela experiência salvadora de Jesus Cristo. Nas celebrações, as leituras nos provocarão a seguir o Senhor até o “clarear do novo dia”.
O clarear no “novo dia” surge do processo da conversão que a quaresma nos possibilita. Durante esse tempo especial, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB nos apresenta a Campanha da Fraternidade como itinerário de conversão pessoal, comunitária e social. Esta experiência começou há 50 anos, em Nísia Floresta, na Arquidiocese de Natal, e, desde então, vem propondo temas de grande relevância para a Igreja e a sociedade brasileira. Para a quaresma deste ano, o tema escolhido é Juventude e Fraternidade. O lema é inspirado no profeta Isaías 6,8: “Eis-me aqui! Envia-me”.
A Campanha da Fraternidade de 1992 abordou o tema da Juventude. Igreja no Brasil, ao repropor a Juventude como tema da Campanha da Fraternidade, nesse tempo de mudança de época, deseja refletir, rezar com os jovens, reapresentando-lhes o Evangelho como sentido de vida e, ao mesmo tempo, como missão. A Campanha é um convite para nos convertermos e irmos ao encontro dos jovens e, ao mesmo tempo, é um convite aos jovens para se deixarem encontrar por Jesus Cristo, caminho, verdade e vida (Jo 14,6) e serem protagonistas da civilização do amor.
A Campanha deste ano abre a possibilidade de refletirmos e mesmo nos questionarmos a partir do Evangelho e da realidade dos jovens. Por um lado, admirar a generosidade, a criatividade, a disponibilidade, os ideais dos nossos jovens. Por outro lado, perguntarmos por que tantos assassinados, porque tanta violência contra os jovens? Por que a maioria da população carcerária é jovem? E ainda questionar por que a maioria dos jovens assassinados e encarcerados é afrodescendente? O que realizamos a favor dos jovens das comunidades originais, como indígenas e quilombolas? Qual a nossa contribuição pessoal, comunitária, social, governamental, eclesial, no enfrentamento desta realidade? O que estamos fazendo, quais as nossas iniciativas para dar horizonte, sentido de vida, dignidade aos jovens? O que oferecemos aos nossos filhos e filhas em casa, nas escolas, na universidade? Vale lembrar que apenas informações não plenificam uma vida. São as relações maduras e livres, critérios e valores perenes que iluminam a vida de toda a pessoa, por isso também dos jovens.
A Campanha deseja ser uma palavra de ânimo aos nossos jovens que participam ativamente nas nossas Comunidades de Fé, no cuidado dos pobres e idosos, no anúncio do Reino de Deus manifestado e realizado em Jesus Cristo. Ela convida a juventude a ocupar e usar os novos ambientes digitais para o anúncio e exercício da liberdade e da verdade que o Evangelho propõe. Animar nossos jovens para participarem da política na luta contra a corrupção e na busca de uma sociedade mais fraterna, justa e iluminada pelos direitos da pessoa. Uma vida animada pelo belo, pelo bem, pela verdade e pela liberdade.
A Campanha da Fraternidade é o início da peregrinação próxima para a Jornada Mundial da Juventude. A Semana Missionária e o encontro dos jovens peregrinos de todo o mundo no Rio de Janeiro serão a expressão da vitalidade da Igreja e da sociedade. Ao assumir como lema o espírito missionário da JMJ 2013 indicado pelo Santo Padre Bento XVI, Ide e fazei discípulos entre todas as nações (cf. Mt 28,19),  a Igreja no Brasil deseja convidar os jovens a serem verdadeiros discípulos missionários no mundo de hoje. Jovens colocando-se a serviço da evangelização, também através dos novos ambientes de comunicação. Vivendo e testemunhando a graça e a beleza de ser cristãos. Beleza, porque partícipes da vida do Reino e, por isso, tocados por Deus que alegra a nossa juventude. Alegra a nossa juventude, pois tomados pelo vigor de Deus: amar sem medida, gratuitamente! Os nossos jovens deixam transparecer o que é próprio de toda a pessoa humana: amar na gratuidade, tomados pela esperança!
Agradecemos com carinho filial o cuidado do Santo Padre Bento XVI que, a cada ano, durante seu pontificado, enviou à Igreja no Brasil palavras de orientação e incentivo para que a Campanha da Fraternidade frutificasse em amor e solidariedade para com os menos favorecidos da sociedade.
Aproveitemos o tempo da Quaresma para rezar pela Igreja que vive este momento especial de eleição do novo papa, sucedendo a Bento XVI cuja renúncia ele próprio anunciou na última segunda-feira. Supliquemos à Mãe Aparecida abençoá-lo, protegê-lo e ampará-lo, e que ele continue ajudando a Igreja com suas preces.
Leonardo Ulrich SteinerBispo Auxiliar de BrasíliaSecretário Geral da CNBB

O Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni d"Aniello, participou nesta sexta-feira, 15 de fevereiro, em Nísia Floresta (RN) da cerimônia que marcou os 50 anos da Campanha da Fraternidade, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A seguir, reproduzimos a íntegra do discurso apresentado por ele na solenidade.

Eminências e Excelências Reverendíssimas
Distintos membros do Regional Nordeste 2 da CNBB
Meus amigos,
Agradeço de coração o convite para participar do lançamento da Campanha da Fraternidade de 2013, numa celebração que faz parte da comemoração dos 50 anos que, por iniciativa do saudoso Cardeal Dom Eugênio de Araújo Salles, iniciou sua caminhada de solidariedade e de esperança da Igreja no Brasil.
Ao Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira da Rocha, minhas sinceras homenagens de gratidão também por aceitar que a celebração fosse realizada nesta Igreja local, relembrando a primeira Campanha realizada na Arquidiocese de Natal, em abril de 1962.
A visita de Suas Eminências e Excelências a Nísia Floresta e Timbó teve um expressivo significado para a história da evangelização no Brasil, pois refletia a particularidade de recordar o objetivo primordial da Campanha, destinada a recolher meios para as obras sociais e apostólicas da Arquidiocese. Sua importância foi logo percebida, pois, nos anos seguintes, estendeu-se, através de seus diversos temas, a todo o território nacional.
Como foi justamente ressaltado pelo Secretário Executivo da Campanha, o Padre Luiz Carlos Dias, a edição de 2013, além de ser um momento comemorativo, será também um momento de revisão da Campanha da Fraternidade, frisando a necessidade de um aprimoramento da Campanha para que esta possa ser sempre mais um “forte poder de evangelização”.
Penso que todos estamos de acordo que esta celebração adquire uma importância ainda maior, considerando que estamos no Ano da Fé que, como afirmou o Santo Padre, foi instituído para suscitar “em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança” (Carta Apostólica Porta Fidei, 9). Nesse sentido, o tema da Campanha, sugerido e aprovado para este ano, não podia ter sido melhor: “Fraternidade e Juventude”. Por certo, as diretrizes propostas são dirigidas a todos os católicos indistintamente, mas existe uma feliz coincidência no seu objetivo, se pensarmos que, dentro de poucos meses, o Brasil será sede da Jornada Mundial da Juventude.
Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI ao anuncia o lema da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto.
Em 2011, na Capital da Espanha, o Papa chamou aquela Jornada de “uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz”.
Por isso, é tão importante que os jovens do Brasil e do mundo assumam desde agora esse chamado à missão e participem da Jornada como testemunhas vivas do Cristo.
Esse tema é para ser refletido e meditado: fazer discípulos e chamar outras pessoas para a comunhão e o convívio com o Senhor. Esse mandato, essa missão já está anunciada nos Evangelhos. E, na verdade, só faz discípulo quem já é discípulo, quem convive com o Senhor.
“O que ganha o discípulo de Jesus? Ganha a pertença ao reino, a certeza do amor de Deus, ganha a certeza de ser para os outros sinal de misericórdia e amor. Ganha o levar e doar a paz do Senhor.  São esses os frutos e os dons de que o mundo mais precisa. O perdão, a misericórdia, a paz é que farão diminuir na sociedade, no mundo de hoje, a violência, a guerra, a corrupção, a maldade, tudo aquilo que tira a possibilidade do jovem crescer e colocar toda a sua riqueza e vitalidade a serviço da humanidade”, afirmou o Papa.
No mandato final do texto de Mateus – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” – está o grande sonho de todos, porque o contato com o Senhor, a amizade com Ele, desperta o que cada um tem de melhor em si mesmo.
“Vivemos num mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor. O  anúncio “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos interrompe-lo, porque ele supõe que quem é amigo do Senhor, por sua vida e por seu estar no mundo, comunica aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor. Essa é a missão de que precisa a nossa Igreja”.
“Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (Mt 28,19) é o lema da Campanha.
Confiando-nos este mandato, o Senhor quis acentuar a confiança que em nós deposita e confirmar os sentimentos de amizade que nutre por aqueles que estão dispostos a segui-lo.
Amigos e mensageiros! Que combinação maravilhosa, que descoberta extraordinária a de saber-nos amigos de Cristo e seus colaboradores na construção do Reino. Mas também, quanta disponibilidade encerra e quão grande tem de ser nossa consciência ao sabermos que o Senhor quer servir-se de nós para espalhar seu amor pelo mundo inteiro.
Como disse o Santo Padre Bento XVI em sua mensagem à Juventude em 2012: “A Igreja tem a vocação de levar ao mundo a alegria; uma alegria autêntica e duradoura, aquela que os anjos anunciaram aos pastores de Belém na noite do nascimento de Jesus (cf. Lc 2,10). No difícil contexto atual, muitos jovens ao vosso redor tem uma imensa necessidade de sentir que a mensagem cristã é uma mensagem de alegria e de esperança!”
Como a Igreja nos ensina, esta missão tem de ser levada à frente com amor.
Como nos lembra o Santo Padre Bento XVI em sua encíclica: Deus caritas est, esse amor não é uma condição abstrata, mas é uma pessoa: Jesus; é um acontecimento através de sua encarnação, morte e ressurreição. Algo que não acabou, mas que se repete e que age em todos os momentos de nossa vida através da ação do Espírito Santo: a redenção continua sempre.
A humanidade tem caminhado ainda agora e sempre caminhará com fome da palavra e do conhecimento de Deus, mesmo que muitas pessoas não estejam conscientes dessa profunda necessidade de suas almas. E ao conceder-nos o dom da fé, o Senhor impõe-nos o dever de despertarmos e de despertar aqueles que se encontram mergulhados no sono da ineficácia e da morte.
Compete-nos o dever diário de renovar o desejo de colocar Cristo no cume e no íntimo das realidades humanas. Para isso, é necessário crescer no relacionamento pessoal com Deus e na entrega aos outros, contribuindo com o nosso grãozinho de areia – a entrega diária total – para a construção de um mundo renovado pela graça e pelo sal do Evangelho, que o Senhor confiou aos seus discípulos.
Precisamente por isso, a formação da juventude deve ter sempre uma especial importância nas diretrizes pastorais de cada Diocese. Em várias ocasiões, o Santo Padre Bento XVI fez notar as contradições do tempo em que vivemos. “Em várias partes do mundo, existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo caminha igualmente sem Ele. Mas existe, ao mesmo tempo, também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. É espontâneo exclamar: não é possível que esta seja a vida! Deveras, não. E assim, juntamente com o esquecimento de Deus existe um “boom” do religioso. Não quero desacreditar – diz o Santo Padre – tudo o que existe neste contexto. Pode existir nisto também a alegria sincera da descoberta. Mas para dizer a verdade, não raramente a religião se torna quase um produto de consumo. Escolhe-se aquilo de que se gosta, e alguns sabem até tirar dela algum proveito. Mas a religião procurada a seu ‘bel-prazer’ no fim não nos ajuda” (Homilia, 21-8-2005). E o Papa concluía com o seguinte convite: “Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo!”
Não é por acaso esse risco que a nossa juventude está correndo? Analisando os ensinamento dos Santos Padres, Bento XVI detém-se num ponto de particular importância para os momentos atuais. Ele afirma que o grande erro das antigas religiões pagãs consistiu em ignorar os caminhos traçados no fundo das almas pela Sabedoria divina. “Por isso, o ocaso da religião pagã era inevitável: fluía como consequência lógica do afastamento da religião reduzida a um conjunto artificial de cerimônias, convenções e hábitos” (Discurso na audiência geral, 21-2-2007). O Papa acrescenta que os antigos Padres e escritores cristãos, pelo contrário, optaram pela “verdade do ser contra o mito do costume” (Ibidem). Tertuliano, como menciona o Pontífice, escreveu: “Dominus noster Christus veritatem se, non consuetudinem, cognominavit Cristo afirmou ser a verdade, não o costume”. (Sobre o véu das virgens, I, 1 PL 2,889). O Sucessor de Pedro nos assinala que “a este propósito observe-se que a palavra consuetudo, aqui empregada por Tertuliano referindo-se à religião pagã, pode ser traduzida nas línguas modernas com as expressões <<moda cultural>>, <<moda do tempo>>” (Ibidem).
Não tenhamos dúvidas: apesar da aparente vitória do relativismo em alguns lugares, esse modo de pensar e de desorientar tantas pessoas acabará por desmoronar como um castelo de cartas de baralho, por não estar escorado na verdade de Deus Criador e Providente, que guia os caminhos da história. Ao mesmo tempo, a realidade que vemos à nossa volta deve nos encorajar a não nos abandonarmos e a não abandonar as pessoas que estão num estado de desilusão e de falta de conteúdo.
Nossos jovens necessitam da fé e do vigor que ela nos transmite. A eles é preciso dizer: “Convençam-se e suscitem nos outros a convicção de que nós, os cristãos, temos de navegar contra a corrente. Não se deixem levar por falsas ilusões. Pensem bem: contra a corrente andou Jesus, contra a corrente foram Pedro e os outros primeiros apóstolos e todos aqueles que ao longo dos séculos quiseram ser discípulos fiéis do Mestre. Tenham, pois, a firme persuasão de que não é a doutrina de Jesus Cristo que deve se adaptar aos tempo, mas sim os tempos é que devem abrir-se à luz do Salvador”.
Vamos confiar nas palavras de Bento XVI quando vem afirmando que: “Caritas Christi urget nos – o amor de Cristo nos impele” (2Cor 5,14): é o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar. Hoje, como outrora, envia-nos pelas estradas do mundo a proclamar seu Evangelho a todos os povos da terra (cf. Mt 28,19). Com seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja, confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto em favor de uma nova evangelização, para descobrir novamente a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé (Porta Fidei, 7).
Não creio sair do objetivo desta minha intervenção se procurarmos renovar nossa convicção de que, na linha pastoral de qualquer Diocese, devemos incluir a necessidade imperiosa de que a juventude seja orientada e formada por um sadio conceito da família.
É conhecida a sentença que, com pequenas variantes, afirma “Família sadia, sociedade sadia. Família em crise, sociedade em crise”.
A abrangência dessa afirmação poder ser discutível, mas é inegável que encerra um grande núcleo de verdade.
Sobre a importância social da família já se escreveram volumes alentados, análises e estudos muito ponderáveis. Eu desejaria agora, concretamente, frisar apenas uma das razões que, a meu ver, evidencia o nexo de casualidade existente entre família sadia e sociedade sadia.
Refiro-me ao fato que, na sociedade, não há nenhum âmbito de crescimento humano e moral, nenhum ambiente educativo, nenhum “coletivo” tão propício e eficaz para o cultivo das virtudes como a família bem estruturada. E isso parece-me de suma importância, levando em consideração que, no mundo atual, aparece sempre mais evidente que a sociedade precisa das virtudes como de um oxigênio vital, de virtudes aprendidas, arraigadas, exercidas e desenvolvidas até a maturidade. Decadência social e ignorância ou desprezo pelas virtudes são a mesma coisa.
A não ser que hoje ainda se considerem vigentes as afirmações feitas pelo poeta Paul Valéry, em famoso discurso à Academia Francesa: <<Virtude, senhores, a palavra ‘virtude’, já morreu, ou pelo menos, está em vias de extinção [...]. Receio que não exista jornal algum que a imprima ou se atreva a imprimi-la com outro sentido que não seja o do ridículo. Chegou-se a tal extremos, que as palavras ‘virtude’ e ‘virtuoso’ só podem ser encontradas no catecismo, na farsa, na Academia e na opereta>>.
Seria de desejar que atitudes desse tipo tivessem ficado enterradas no passado. Quando Valéry falava, virtude sugeria limite, enquadramento, barreira obsoleta, num ambiente ébrio do vinho novo da liberdade. A centralidade da virtude na formação do ser humano havia cedido o espaço à liberdade sem limites, numa eufórica erupção de individualismo egocêntrico (que, paradoxalmente, na primeira metade do século XX, descambou nas duas maiores tiranias da história). A sociedade atual, com suas mazelas, com os preocupantes desvios de uma parte não pequena da juventude (basta pensar nas drogas) é de molde a reacender uma autêntica “saudade das virtudes”. Mas, pergunto-me, será possível ao mesmo tempo em que se exalta como nunca a “liberdade ilimitada”, como único valor moral, ao passo que se desprestigia a família?
Pois bem, diante disso, creio necessário que nos perguntemos: onde é que a nossa juventude aprende a virtude, que dever ser, acima de tudo, um valor reconhecido e amado pela criança, pelo adolescente e pelo jovem, uma convicção enraizada, uma prática exercida com empenho, da qual depende o bem da pessoa e da sociedade? A família, sim, a família já foi e ainda agora deveria ser o ambiente de cultura mais propício para a descoberta, a valorização, o aprendizado e a prática das virtudes.  Mas, em que é está a família entre nós? Será que o mundo de hoje esquece que a família é a estrutura vital e moral indispensável para a construção do bem da sociedade?
Hoje em dia, como dizia o jurista Pedro J. Viladrich, a sociedade tem uma escolha a fazer: ou ser uma “constelação de famílias”, dessas células primárias, vitais, naturais, sadias, que constituem o bom tecido social; ou ser um “aglomerado de indivíduos”, preso cada um deles ao interesse particular e ligado aos demais por aquilo que Gustave Thibon chamava de “egoísmo compartilhado”.
Portanto, queridos irmãos no episcopado, cabe a nós também a missão de ensinar a nossos jovens que, como filhos e filhas de Deus pelo Batismo, tem a importante tarefa de fazer que o amor entre nós seja uma projeção do amor que acontece entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo, simbolizado na cruz peregrina da Jornada Mundial da Juventude e que no Rio será mais uma vez derramado sobre todas as nações, através dos jovens que participarão naquela significativa manifestação.
É esta a tarefa que, junto com a cruz, os jovens brasileiros levarão para o Rio de Janeiro: levar ao mundo inteiro, através de seu testemunho, o amor que Deus tem por nós.
Encaminhemo-nos, junto com nossos jovens, para o Rio de Janeiro na perspectiva do Ano da Fé, esta linda iniciativa que quer ser um CONVITE para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo que, doando seu amor, introduziu numa nova vida.
Em virtude da fé, possa esta vida nova plasmar toda a existência humana segundo a novidade radical da ressurreição, transformando nossas mentalidades e pensamentos para sermos, pouco a pouco, purificados e transformados em Cristo.
Eminências, Excelência, caros amigos,
Ao concluir, faço votos que a Campanha da Fraternidade alcance seus objetivos primários de revitalizar em todos os segmentos da sociedade o sentido mais nobre dos valores que norteiam a juventude brasileira.
Agradeço a atenção dispensada e peço ao Altíssimo abundantes graças para todos, a fim de que a luz do Espírito Santo ilumine esse evento de capital importância para a Igreja e para o Brasil.
Muito obrigado!
+ Giovanni d’AnielloNúncio Apostólico

Guilherme Barros deixa a IstoÉ Dinheiro, vira assessor da Fazenda e diz que Mantega fica no poder até 2014

Foi com um “até breve” que Guilherme Barros se despediu de seus leitores do blog que mantinha até essa quarta-feira, 13, na IstoÉ Dinheiro. O jornalista atualizava diariamente a página virtual e escrevia semanalmente para a edição impressa da revista. Ele deixa a Editora Três para assumir a chefia da assessoria de comunicação do Ministério da Fazenda, provavelmente na próxima semana. Por enquanto, o profissional está "de férias". Em entrevista ao Comunique-se, ele fala sobre o convite feito diretamente pelo ministro Guido Mantega, que lhe garantiu que permanecerá no cargo até o final do mandato de Dilma Rousseff.
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Guilherme Barros deve parar de alimentar redes sociais (Imagem: Reprodução/Arquivo Pessoal)
No último post, Barros agradece a oportunidade que teve durante pouco mais de um ano e expressa seu desejo em retornar a escrever para o veículo no futuro. “Espero poder voltar, em breve, e encontrar a mesma acolhida que tive nesses anos de blog, motivo de muito orgulho na minha carreira”. Um texto mais curto também foi reproduzido em sua página pessoal no Facebook. Ele revelou que não sabe se continuará atualizando as redes sociais, mas tende a achar que é melhor “dar um tempo”.
Barros tem vasta experiência na imprensa brasileira, tendo passado pelas redações de Veja, Folha, Exame, Época e O Globo. A chefia da comunicação de Ministério da Fazenda estava vaga desde 13 de dezembro de 2011. O jornalista Ricardo Moraes formalizou sua saída após nove anos à frente do posto. Na época, Moraes voltou para o Rio de Janeiro para assumir a diretoria de comunicação da Invepar, uma holding voltada para investimentos de infraestrutura.
Confira a íntegra da entrevista com Guilherme Barros: O que motivou sua saída da IstoÉ Dinheiro para assumir a comunicação do Ministério da Fazenda?Eu e o ministro nos damos muito bem há bastante tempo. Ele é uma pessoa íntegra e bem intencionada e está fazendo uma belíssima administração nesses dez anos no governo. Mantega fez coisas que considero muito positivas: baixou os juros, a renda tem subido, o desemprego nunca esteve tão baixo no país e ele também tem baixado impostos. Ele me convidou e acho que é uma oportunidade de dar uma guinada na minha carreira, até mesmo para conhecer como funciona o governo. Será uma boa passagem em um momento bastante interessante na vida do país.
Quando vocês se conheceram pessoalmente? Nos conhecemos quando ele assumiu o Ministério do Planejamento [2003, no primeiro mandato do governo Lula], eu fazia uma coluna na Folha de S. Paulo e, por isso, fui encontrá-lo. Sempre tivemos uma relação profissional, mas com uma empatia muito grande.
Como foi o convite feito pelo Mantega? Na sexta-feira de pré-feriado de Carnaval, 8, ele me chamou no gabinete dele em São Paulo e me convidou, disse que já tinha vontade de chamar há algum tempo. Aceitei. Vou trabalhar com uma equipe que é muito competente. Vamos manter o trabalho que o Fábio Graner (assessor especial do ministro – área de imprensa) tem feito e vamos dar continuidade juntos. O Fábio trabalha muito bem, é um excepcional profissional. Vou contar com a ajuda dele nos trabalhos. Vou dividir com ele minha nova função.
A negociação para o cargo levou quanto tempo? Eu aceitei na hora. Imediatamente liguei para meus superiores da IstoÉ, que entenderam perfeitamente que é uma oportunidade para a minha carreira e que vai me enriquecer profissionalmente. Minha opção foi vista com muito respeito e carinho. Em meio a rumores sobre a saída de Mantega, quais serão, na sua opinião, os maiores desafios do cargo? Nunca ouvi nada do Palácio do Governo em relação ao ministro e nem dele próprio sobre qualquer rumor de saída. Ele me garantiu que vai ficar no cargo até o final do mandato da Dilma, em 2014.
O cargo que você vai ocupar estava vago há um ano. Alguém citou o motivo do convite neste momento?Foi uma coincidência [com os rumores de saída de Mantega], é um plano antigo do ministro. Não tem nenhuma ligação com “esse momento”. Ele vem fazendo esse trabalho na área de comunicação há bastante tempo.
Você passou por vários veículos de comunicação. De que forma seu currículo pode contribuir para a função?A experiência que tenho vai contribuir mais do que eu mesmo. Estou muito animado e quero aprender bastante com a função e com o governo. Assim que o ministro voltar da reunião do G-20 na Rússia [a Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais do G-20 acontece nesta sexta-feira, 15, em Moscou], eu devo assumir o cargo. Ele volta na semana que vem e deve me chamar para conversar e para acertar o dia de início. Por enquanto, estou de férias. Até ir para Brasília, você vai continuar escrevendo para a IstoÉ Dinheiro?Não, acho que é incompatível manter alguma atividade jornalística dado o meu novo cargo. Terei acesso a informações privilegiadas. Por isso, considero incompatível. Não sei como farei com as redes sociais. Há três anos tenho atualizado páginas no Twitter e no Facebook. Tem muita gente que diz que devo manter, mas não sei como agir. Essa é uma discussão que tenho que ter com o governo. Tendo a achar que vou dar um tempo. É preciso ter cuidado para não ter conflito. Matéria publicada originalmente em 14/2, às 15h55.

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REDES SOCIAIS



Sociedade civil pleiteia vaga no Conselho Consultivo da Anatel

O Clube de Engenharia concorre à vaga da sociedade civil do Conselho. Amanhã, 16, encerra-se o mandato de uma das duas entidades que representam a sociedade civil. Atualmente cadeira é ocupada por representante de empresas ligadas aos prestadores de serviços.

ORDEM DO DIA – NOVAS PROPOSIÇÕES EM TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL



Vereadores autorizam Prefeitura a iniciar pagamento de dívida de R$ 38 milhões
Primeiro acordo de parcelamento foi firmado com a Elektro – R$ 462 mil serão quitados


A Prefeitura de Tatuí começou esta semana a pagar a dívida pública que já passa dos R$ 38 milhões, herdada da administração passada. A Câmara Municipal aprovou de maneira unânime o projeto de lei 09/2013 de autoria do Poder Executivo, que autoriza acordo para pagamento dos débitos e parcelamento de dívida com a Elektro. Após aprovação unânime dos vereadores, na sessão realizada no último dia 5, o prefeito José Manoel Correa Coelho, Manu, editou a Lei Municipal 4.739, de 7 de fevereiro, que trata da regulamentação para amortização das pendências junto a concessionária que gere a distribuição de energia elétrica no município.
O total da dívida passa dos R$ 462 mil, conforme os relatórios oficiais de débitos da tesouraria municipal. Conforme o artigo segundo da legislação, R$ 150 mil serão pagos imediatamente no ato da celebração do acordo, enquanto o excedente, R$ 312 mil, será amortizado em seis parcelas mensais.  
Manu lembrou em sua justificativa que havia risco de corte de energia devido o montante da dívida, relativa ao fornecimento dos meses de novembro e dezembro. Segundo o prefeito, as pendências impediam ainda realização de novos serviços essenciais para o município. “A Elektro está no aguardo do equacionamento da dívida para efetuar a regularização do padrão da nova creche municipal, localizada na Avenida Firmo Vieira de Camargo, que depende dessa instalação para ser inaugurada”, explicou.
A primeira parcela já foi disponibilizada à Elektro.

Apuração da dívida
A comissão nomeada pelo prefeito Manu, para análise de possíveis irregularidades, confissões de dívidas e convênios, transferências de recursos, aumentos de dotações e reservas legais, notas fiscais empenhadas e não pagas, realiza nesta sexta-feira, 15, sua quarta reunião de trabalho. Um dos assuntos em pauta é convênio para realização em 2010 do concurso Mis Itália, que não teve prestação de contas aprovada pelo Ministério do Turismo e fez com que o município tivesse suas certidões negativadas, por inclusão no Cauc – Cadastro Único de Convênios. 
Os 11 integrantes do grupo, formado por servidores de carreira e comissionados, terão até o final deste mês para concluir os trabalhos. 

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                                                      Carnaval Tatuí 2013





Ex-prefeito de Tatuí tem bens bloqueados pela Justiça
Ação de improbidade administrativa foi gerada por contratação sem licitação


A Prefeitura de Tatuí aguarda para esta semana a notificação judicial sobre a condenação do ex-prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo, por contratação sem a devida licitação da empresa Tesc, que administrou sistema de radares e processamento eletrônico de multas de trânsito no município até 2007. Além de Gonzaga, outros servidores municipais, incluindo José Nivaldo Nunes de Miranda, responsável pelo setor de Compras que presidiu os processos de tomada de preços, tiveram seus bens bloqueados.
Mas, as irregularidades apontadas pelo Ministério Público são ainda maiores. Tantas que se Gonzaga ainda estivesse à frente da Prefeitura seria sumariamente afastado.
O Ministério Público aponta que mesmo após o encerramento do contrato, a Tesc recebeu quase R$ 740 mil, a título de indenização, medida que viola a Lei 8.666/93, que regulamenta as licitações do poder público. “O então prefeito Luiz Gonzaga, visando revestir com manto de licitude as barbáries apontadas, abriu procedimento licitatório na modalidade convite, com o fracionamento, visando regularizar a situação espúria que já ocorria no município”, explica o texto original do documento.
A juíza da primeira Vara Civil, Vilma Tomaz Lourenço Ferreira Zanini, cita ainda o parágrafo 4º, do artigo 37 da Constituição Federal para embasar sua decisão: “Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda de função pública, a indisponibilidade de bens, e o ressarcimento ao erário”.
Há indícios ainda de subcontratação da empresa R DE C Michelan Tatuí ME para prestação de serviço de processamento de multa, no período de 2005 a 2007. Para o Ministério Público, a empresa haveria sido criada com o único intuito de ser subcontratada da Tesc, já que uma das indiciadas, Rita de Cássia Michelan e também funcionária da Tesc e namorada de Geraldo Ribeiro Souza Lima, administrador da referida empresa. Ambos também tiveram seus bens bloqueados. 

Mais de 1 milhão de reais foi o valor liberado para Santa Casa de Tatuí em janeiro



CORRUPÇÃO

Os zumbis da política brasileira

Apesar das constantes denúncias de corrupção, a velha guarda da política brasileira se mantém firme


“Brasileiros, vocês foram enganados!”. Assim começa a petição pelo impeachment de Renan Calheiros, que foi eleito presidente do Senado no início de fevereiro. Em 11 de fevereiro, em meio à folia do carnaval, a petição alcançou cerca de 1,5 milhões de assinaturas, quase 1% do eleitorado do país.
Os assinantes conquistaram o direito de apresentar sua exigência ao Congresso, mas terão de esperar até 19 de fevereiro, pois enquanto a população ganha três dias de folga para o carnaval, parlamentares desfrutam de duas semanas inteiras.
Renan é o mais recente exemplo de um fenômeno bastante comum no Brasil: o político que consegue sobreviver a todos os tipos de golpes aparentemente fatais. Exemplos não faltam. Condenado por superfaturamento e propina durante sua gestão com prefeito de São Paulo, Paulo Maluf é uma figura tão notória que o verbo “malufar” entrou para o linguajar brasileiro como sinônimo de “roubar fundos públicos”. Maluf foi eleito para o Congresso em 2006, e continua lá. José Genoino, condenado por corrupção no processo do mensalão, acaba de substituir um congressista que deixou o cargo para assumir como prefeito. No total, um terço dos parlamentares brasileiros está sendo investigado por crimes que vão de compra de votos a escravismo.
Apesar disso, a população vem depositando suas esperanças na força da opinião pública e no Supremo Tribunal Federal. Durante o carnaval, enquanto uns se dedicavam a apoiar a campanha “Fora, Renan!”, outros desfilavam pelas ruas usando máscaras de Joaquim Barbosa, juiz responsável pelos vereditos mais duros do julgamento do mensalão. Os brasileiros ainda têm esperança de que os zumbis da política possam ser colocados para descansar.














Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social criado em 2009 tem como prioridade para esse ano de 2013, a organização de Campanha Nacional em favor do Sol como fonte de produção de energia elétrica, forçando a mudança da Política Energética Nacional.
O objetivo do Fórum é articular Pastorais Sociais da CNBB, Movimentos Sociais e Entidades da sociedade civil parceiras da Misereor – organismo de apoio ao desenvolvimento da Igreja Católica da Alemanha, e outras entidades comprometidas com a causa.
Vamos juntos disseminar informações, gerar consciência crítica e mobilizar as pessoas para contribuir no enfrentamento das causas estruturais do Aquecimento Global que as Mudanças Climáticas provocam em todo o planeta Terra.
Os comentários das notícias são feitos pelo assessor nacional do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, Ivo Poletto. Comentários, sugestões e críticas podem ser enviadas a ele pelo email: ivopoletto@uol.com.br.
Só para se ter idéia da abrangência do Fórum , eis alguns dos parceiros do Fórum:
· Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA)
· Cáritas Brasileira
· Centro de Assessoria de Iniciativas Sociais (CAIS)
· Comissão Pastoral da Terra (CPT)
· Conselho Indigenista Missionário (CIMI)
· Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP)
· FASE
· FIAN-Brasil
· Jubileu Sul Brasil
· Koinonia
· Movimento de Educação de Base (MEB)
· Movimento de Mulheres Camponesas (MMC)
· Movimento de Pequenos Agricultores (MPA)
· Movimento de Trabalhadores Sem-Terra (MST)
· Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
· PACS (Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul)
· Pastorais Sociais – CNBB
· Pastoral da Ecologia da Arquidiocese de São Paulo
· Via Campesina
FÓRUM “MUDANÇAS CLIMÁTICAS E JUSTIÇA SOCIAL”
- DOCUMENTO POLÍTICO -
Na atual realidade mundial, os fenômenos climáticos são, cada vez mais, causadores de crescentes sofrimentos a populações urbanas e rurais. As populações mais pobres são atingidas frontalmente pelas consequências do atual modelo de desenvolvimento e serão ainda mais pelas consequências do aquecimento global, produzindo de imediato o agravamento da injustiça social.
Diante da gravidade dos fenômenos das mudanças climáticas, por iniciativa do “Fórum de Parceiros”, formado por movimentos e organizações sociais e populares, Pastorais Sociais da Igreja, Comissões Episcopais da CNBB, Organizações Não Governamentais, apoiados pela Organização Católica Alemã Misereor, está sendo desenvolvido um programa de atuação que busca:
Ampliar o conhecimento e monitorar os impactos sociais e ambientais das mudanças climáticas e do aquecimento global, averiguar suas causas e suas consequências, tendo prioritariamente como referência a sabedoria dos povos tradicionais e a opinião das pessoas que já passam por situações graves relacionadas ao assunto, os estudos de cientistas e do IPCC da ONU.
Desenvolver ações conjuntas e abrangentes, para enfrentar os problemas decorrentes do aquecimento e encontrar alternativas de adaptação para as populações, especialmente as mais pobres que serão as mais violentamente atingidas.
Construir um programa de atividades integradas, onde se insere o Simpósio Internacional sobre Mudanças Climáticas e Justiça Social, promovido conjuntamente pela CNBB e parceiros de Misereor.
Concretamente, o Fórum “Mudanças Climáticas e Justiça Social” , compreendendo a gravidade da realidade analisada, assumiu um compromisso público de mobilizar a sociedade para:
Participar de processos de tomada e ampliação da consciência e participação dos setores ligados às entidades parceiras e da sociedade como um todo.
Enfrentar o modelo de desenvolvimento dominante e contribuir na construção de um modelo alternativo em que o meio ambiente seja constitutivo do processo de desenvolvimento.
Assumir e valorizar a sabedoria e as experiências dos povos ancestrais e comunidades tradicionais, bem como iniciativas alternativas que possam preservar o planeta e garantir a vida em melhores condições de vida para todas as pessoas.
Exigir e implementar uma política de mudanças climáticas, com leis, planos, programas, e com recursos para a sua efetivação.
Lutar pela implantação de um novo sistema de produção de energia e o estabelecimento de metas claras e concretas de diminuição do uso das fontes que causam o aquecimento global, bem como metas positivas e controláveis de implantação de tecnologias alternativas – energia eólica e solar – nacionais, estaduais e municipais, assumidas pela sociedade em geral, por todo o setor produtivo e repercutindo nos atuais hábitos de consumo.
Estabelecer uma política de produção e distribuição de alimentos que garanta qualidade e atendimento a todas as pessoas da população, sem destruição do meio ambiente.
Exigir imediata diminuição do desmatamento até chegar, em curto prazo, ao total impedimento da destruição das florestas, encontrando novas alternativas na relação econômica com a natureza e promovendo rápido reflorestamento com espécies nativas.
Pressionar e exigir que o Brasil assuma o compromisso de incentivar e defender alternativas de produção e de desenvolvimento que levem em conta os direitos das populações e da terra nas negociações internacionais.
Buscar alternativas para os problemas da concentração urbana, especialmente os ligados ao acúmulo de lixo, às limitações do saneamento básico, ao transporte que privilegia o consumo de combustíveis fósseis, uma das principais causas do aquecimento.
Apoiar as iniciativas que visam a conquista de uma matriz energética com fontes ambientalmente limpas, superando a atual que apenas visa o lucro das grandes empresas de construção e industriais, mas que não considera nem os direitos dos atingidos e muito menos a limitada capacidade da terra em suprir um consumo desenfreado.
Incentivar programas de descentralização da produção, do consumo de energia, da produção de alimentos e outros produtos, com o aproveitamento do potencial do pequeno produtor e facilitando o consumo o mais próximo possível das comunidades.
Implementar programas de consumo responsável da água, tratando-a como direito de todas as pessoas e não monopólio de alguns e lutar por políticas de preservação dos aquíferos, mananciais, rios, lagos, matas ciliares, mangues, com a sua proteção e, nos casos de degradação, sua recuperação.
Combater a política agrícola que privilegia a pecuária, a utilização de bio-combustíveis, a partir da produção extensiva, e o desenvolvimento do agronegócio que levam à destruição da natureza e violação dos direitos à vida e à liberdade das populações.
Promover a participação construtiva das populações na gestão do país e nas decisões que possam definir o futuro da humanidade.
Por estarem convencidas da urgência de uma ação conjunta em relação ao tema do aquecimento global decorrente das mudanças climáticas e na busca da consolidação da Justiça Social, o Fórum de Parceiros “Mudanças Climáticas e Justiça Social” conclama a todas as pessoas e organizações de boa vontade a se incorporarem neste esforço coletivo e a construir um futuro melhor para todas e todos, uma nova realidade planetária em que as pessoas e a natureza sejam o centro das preocupações.
Brasília, aos 30 de agosto de 2009.
Fórum de Parceiros: Comissão Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz – CNBB, FASE, CÁRITAS, CIMI, MAB, MMC, MPA, MST, CPT, FIAN, CAIS, VIA CAMPESINA, MEB, Comissão Água e Ambiente e Comissão da Amazônia da CNBB, MISEREOR.

Maria Lúcia participa de reunião da bancada na Assembleia
Parlamentar irá se reunir com outros deputados para discutir sobre Mesa Diretora e Liderança do PSDB
Na manhã desta terça-feira, 19, a deputada estadual Maria Lúcia irá participar da reunião da bancada do PSDB da Assembleia Legislativa de São Paulo, que irá discutir os trabalhos dos deputados tucanos dentro da Casa, mais especificamente sobre a eleição da Mesa Diretora que ocorrerá no próximo dia 15 de março e o sucessor da liderança do PSDB na Assembleia.



Grão de mostarda e tempos melhores
Paiva Netto

Atravessamos um momento de transformação no mundo, radical e turbulento sob muitos aspectos, o que exige de nós capacidade superior no enfrentamento de obstáculos de todos os matizes. Assim comecei mais uma palestra no rádio. E prossegui: Não me refiro a uma correria neurótica porque há gente que corre, corre, corre sem chegar a ponto algum. Falo aqui de uma preparação sistemática e corajosa em prol de tempos melhores, sempre desejados, mas até agora não devidamente conseguidos pela Humanidade (...). O que lhe anda talvez faltando é perspicácia e perseverança no tocante a certos ensinamentos básicos que Jesus, o Profeta Divino, farta e esperançosamente, nos transmite. Bom exemplo encontramos na Parábola do Grão de Mostarda, em que um homem planta pequena semente e, apesar de miúda, ela desabrocha, cresce e se torna frondosa árvore, de forma que as aves, dela se aproximando, formam morada nos seus ramos (Evangelho segundo Mateus, 13:31 e 32).
O semeador teve, digamos, uma visão profética, porque possuía conhecimento acerca do extraordinário valor contido na sementinha e seu consequente futuro. É essa uma das lições que Jesus, nessa parábola, nos quer transmitir. O contrário seria deixar o diminuto grão largado no caminho, e lá abandoná-lo sem germinar. Assim, quando não temos ciência da força que traz a Palavra Divina, arriscamo-nos a chutar a semente e desprezar a grande fortuna que Deus nos oferece, prejudicando o porvir. Ora, o que hoje aprendemos senão que aquele que possui informação e comunicação é dono do mundo?...
Vê-se logo que o chutador de semente anda desinformado. Imaginemos o que ocorre com quem desconhece Evangelho e Apocalipse, de preferência em Espírito e Verdade à luz do Novo Mandamento de Cristo Rei. Quantas oportunidades perde! Não considerar isso é andar mal avisado.
Todos os empreendimentos humanos e espirituais, dos modestos aos mais destacados, foram antes pequeninos, assim como um novo ano que se inicia (2013). A origem pode ter sido um diálogo familiar, uma reunião de trabalho, uma intuição... E, se a ideia nova é cultivada segundo os princípios humanitários evangélicos e apocalípticos, os benefícios para a coletividade hão de ser incontáveis.

CORRIDA PELA INCLUSÃO
O artigo “Autismo e desafios da inclusão”, que publiquei nesta coluna, agradou muito a sra. Eufrásia Agizzio, presidente da Amai-SBO (Associação de Monitoramento dos Autistas Incluídos de Santa Bárbara D’Oeste/SP), que considerou o texto bastante esclarecedor. Ela é mãe de Victor, jovem autista de 13 anos, cuja história de vida está na origem da Amai-SBO, que nasceu para ajudar outras famílias com situações semelhantes.
Recentemente, a Boa Vontade TV, no programa “Sociedade Solidária”, repercutiu a 1ª Corrida Pela Inclusão, realizada pela Amai-SBO no mês de dezembro, na sua cidade-sede. Da louvável mobilização esportiva, participaram atletas com e sem deficiência. Autoridades, profissionais da saúde, da educação, da mídia, pessoas da melhor idade, moços, crianças, povo em geral prestigiaram o evento com o seu apoio.
Dona Eufrásia, ao agradecer, sensibilizada, a cobertura feita pela LBV, ressaltou: “É fundamental a divulgação do autismo, o conhecimento diminui o preconceito”.
Aos pais: fiquem atentos aos sinais de alerta na criança. Por exemplo: “Não balbucia aos 12 meses; Não faz gestos (adeus, apontar) aos 12 meses; Não diz palavras soltas aos 18 meses; Não diz frases espontâneas de 2 palavras (não é ecolalia/repetição) aos 24 meses; Perda de qualquer capacidade social ou de linguagem em qualquer idade”. (Filipek e cols., 1999)
Oportunamente, voltarei ao assunto.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.






Golpes oficiais

O chamado jeitinho brasileiro tornou-se sinônimo de expertise do nosso povo ao longo do tempo. Já foi muito enaltecido, cantado em verso e prosa. É universal entre as camadas sociais. Seu significado é ser contrário à forma correta de praticar algum ato.
Têm algumas condutas tanto mais reiteradas quanto negadas. Quem quer passar no primeiro exame para tirar uma habilitação para dirigir sabe muito bem do que se está falando. Isso vem de muito longe. Em agosto de 1995 a revista Veja São Paulo trouxe na capa a compra de uma carta por 200 reais. A reportagem apontava que a repórter não sabia dirigir. Ela cometera faltas propositais que seriam suficientes para reprovação de quatro candidatos, mas foi aprovada, além de o instrutor ter feito praticamente tudo por ela para evitar mais erros. Assim funciona o Brasil oficial. Quando se paga por fora, vale tudo, mas acontece; quando não, busca-se pelo em ovo e a coisa não anda.
“Limpar” pontos da carteira de habilitação era um negócio tão explícito que faixas tomavam conta de toda a cidade de São Paulo. A lei Cidade Limpa ajudou a diminuir, mas vez outra aparece alguns anúncios. Cada lugar tem o modo próprio dos seus golpes oficializados.
No desfile das escolas de samba no Anhembi é de doer a omissão dos órgãos oficiais. Primeiro, se proíbe entrar com comida e água. Lá dentro, um cachorro quente, apenas com pão, salsicha e alguns grãos de milho custa 7,00 reais. Quando permitem entrar com uma garrafa d’água, que custa 1,50 fora, os controladores da entrada retiram a tampinha “para evitar que atirem na pista”. Lá dentro se consegue as garrafas lacradas com as mesmas tampinhas ao custo de 5,00 reais.
Outro exemplo de golpe corriqueiro é a proibição de tirar fotos com as máquinas próprias em festa de formatura. Nem mesmo contratar um fotógrafo do seu gosto é permitido. É o verdadeiro golpe casado.
No caso dos desfiles, o espaço é público, jorra dinheiro público para as escolas e o evento se torna uma mistura que ninguém sabe onde termina o público nem onde começa o privado.  Isso serve para não identificar responsáveis com clareza quando precisar, como no caso da boate Kiss, em Santa Maria/RS.
Fiscalizar talvez seja a função mais essencial da administração pública. Nela, a omissão é a regra e a corrupção grassa país afora. Os preços deveriam ser tabelados dentro dos sambódromos ou de quaisquer eventos públicos para evitar os abusos, que começa com o preço dos ingressos. Em São Paulo custou de 80 a 120 reais nas arquibancadas, mesmo com a derrama de dinheiro público para as escolas.
Com relação às formaturas, cada pessoa poderia ser livre para levar sua máquina ou seu fotógrafo. O argumento de que o espaço não poderia comportar tanta gente não passa de desculpa, afinal, a maioria iria apenas levar suas máquinas e “revelar”  quando quisesse ou pudesse. De novo, caberia uma fiscalização sobre o preço abusivo das fotos mais valiosas do mundo.
Esse funcionamento “casado”, formando uma verdadeira teia de aranha, com abuso nos preços, ocorre também nas casas de shows, buffet, prestação de serviços de TV, internet e outros. Muitos são verdadeiras cadeias particulares, mas todas deveriam ser fiscalizadas, além de muitos emaranhados desses pertencerem ao próprio poder público. E o pior, nesses eventos um questionamento é rechaçado com ameaças e não se tem a quem recorrer. Como sempre, o cidadão fica apeado no meio deste misto de ganância particular e negligência pública.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bacharel em direito
Marcusso define nome para a pasta de Segurança Pública de Boituva
O prefeito Edson Marcusso anunciou na tarde desta sexta-feira, dia 15, o nome do novo secretário municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública. Trata-se do delegado aposentado Antonio Firmino Martins Alcooléa, de 62 anos, que é o 11º secretário a compor o novo governo de Boituva.
Alcoléa tem uma carreira de mais de 30 anos na Polícia Civil do Estado de São Paulo, atuando em diversas delegacias da capital e como professor da Academia da Polícia Civil. Teve passagem pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, assessorando o Delegado Geral Álvaro Luz Franco Pinto (1986-1997). Também foi professor de Direito Penal da Faculdades Integradas de Guarulhos (FIG) e mais recentemente foi chefe de Segurança da Exxonmobil.
Para a apresentação esteve presente José Ailton Ribeiro, que foi o primeiro secretário de Segurança Pública em Boituva e vice-prefeito de Sorocaba, na gestão 2009-2012. O vice-prefeito Juninho Barbosa, o chefe de Gabinete Nivaldo de Assis e o secretário João Pedro Pacheco me acompanharam nesta apresentação.
A secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública foi criada em 2002, por ocasião do terceiro mandato do prefeito Edson Marcusso, com a missão de integrar as forças policiais do município. Por meio de sua ação, Boituva se despontou como referência no setor, sendo uma das primeiras cidades do interior a implantar o sistema de vídeo monitoramento na segurança pública.

Da Assessoria de Comunicação

Apagão faz Prefeitura suspender carnaval e prefeito poderá levar CPFL à Justiça
 
Um curto-circuito na rede que serve a região central da cidade, gerado pela soltura de balões infantis metalizados, teria ocasionado a interrupção parcial no fornecimento de energia elétrica, na noite da última segunda-feira (11), em Boituva.
A informação foi dada pelo gerente Luiz Carlos Moreira Júnior, responsável pelo setor de Serviços de Campo Oeste e pelo gerente de Negócios, Giuliano Emanuel Vieira, ambos da CPFL – concessionária responsável pelos serviços no município –, em audiência com o prefeito Edson Marcusso, na manhã desta quinta-feira (14), ocorrida no Paço Municipal.
A interrupção atingiu quadras próximas à rua Coronel Eugênio Mota, exatamente onde eram realizados os desfiles das escolas de samba, na última noite da programação do carnaval da cidade. A demora no restabelecimento total fez a Prefeitura de Boituva cancelar os desfiles e antecipar a programação do Centro Municipal de Eventos.
Ação
Segundo informou Luiz Carlos Moreira Júnior, o tempo de interrupção e chegada da equipe da CPFL até a localização dos balões, foi de aproximadamente 20 minutos. “A queda foi parcial, porque temos um sistema de circuito seccionado, até mesmo para garantir que o rompimento de qualquer cabo de alta tensão ofereça riscos a população”, disse o gerente.
“Após a retirada dos balões, os funcionários percorreram toda a rede, para averiguar outros pontos que precisam de reparo. Neste caso, encontramos outro ponto que o cabo estava rompido. Sem o devido reparo, o sistema não é acionado”, comentou o representante da CPFL.
Reação
Acompanhado dos secretários Rogério Fogaça (Obras e Vias Públicas), Artur Proença (Planejamento) e Roberto Moretti (Finanças), além do chefe de Gabinete Nivaldo de Assis, o prefeito demonstrou sua indignação com a demora no restabelecimento dos serviços. “As explicações foram dadas, mas nada justifica o tempo do restabelecimento dos serviços. Situações que precisam ser revistas”, disse o prefeito aos representantes da CPFL.
Atendendo solicitação do prefeito, a Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos estuda ingressar com ação judicial contra a concessionária. “Estamos avaliando os prejuízos, em decorrência do apagão, afinal de contas, tínhamos escolas de samba contratadas, que se deslocaram até a cidade e não puderam se apresentar para o público. Nossa cidade não pode arcar com este prejuízo”, ressaltou Marcusso.
 
Da Assessoria de Comunicação
Prefeitura de Boituva









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