5ª Semana Social Brasileira - Juventude

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REFLEXÃO
Jesus nos mostra no Evangelho de hoje que a verdadeira religião não é aquela que é marcada por ritualismos e cumprimento de preceitos meramente espirituais, afinal de contas ele não nos perguntará no dia do julgamento final se nós procuramos cumprir os preceitos religiosos, mas sim se fomos capazes de viver concretamente o amor. É claro que a religiosidade tem sentido, principalmente porque é através do relacionamento com Deus que recebemos as graças que nos são necessárias para a vivência concreta do amor, mas a religiosidade sozinha, desvinculada da prática do amor, é causa de condenação e não de salvação.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Rafael Llano Cifuentes, Bispo Emérito de Nova Friburgo - RJ
  • Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, OFMCap, Arcebispo de Vitória da Conquista - BA
  • Dom Daniel Kozelinski Netto, Bispo Auxiliar de São João Batista em Curitiba dos Ucranianos
Ordenação Episcopal
  • Dom Pedro José Conti, Bispo de Macapá - AP
NOTÍCIAS
A Assessoria de Imprensa da CNBB enviou comunicado nesta segunda-feira, 18 de fevereiro, aos bispos de todo o Brasil, informando o adiamento do VI Encontro Nacional de Jornalistas. O evento estava marcado para os dias 15 a 17 de março. Porém, com a renúncia do Santo Padre Bento XVI, a realização do Conclave e o início do novo pontificado, a Secretaria Geral da Conferência achou por bem adiar a realização Encontro.
A nova data será os dias 07 a 09 de junho, em Brasília (DF), na Casa de Retiros Assunção. ”Nesta edição temos um desafio importante: a elaboração de um Manual de Redação e Estilo, a fim de auxiliar os redatores a adotar certo padrão na forma e na linguagem utilizada em nossa comunicação institucional”, afirma o assessor de imprensa, padre Rafael Vieira. A assessora do Encontro será da Profª Dad Squarisi, jornalista que atualmente é editora de Opinião do jornal Correio Braziliense.
As inscrições serão feitas a partir de 06/05 no site da CNBB. O participante, no ato da inscrição, deverá enviar uma versão virtual e assinada da carta do bispo que o indica como representante da diocese. Mais informações serão divulgadas posteriormente no site da Conferência.

Os assessores da CNBB estão reunidos nesta segunda-feira e na terça, 18 e 19 de fevereiro, para o retiro quaresmal pregado pelo monge trapista dom Bernardo Bonowitz. O grupo se encontra na Casa de Retiros “Divino Paraíso”, nas imediações de Brasília (DF).
Dom Bonowitz é abade do Mosteiro trapista Nossa Senhora do Novo Mundo, localizado em Campo do Tenente (PR). O tema do retiro é a espiritualidade da Quaresma com ênfase na “Volta para Deus”. As conferências tratarão da oração, do sacrifício, do serviço e dos afetos.
O grupo dos assessores realiza, durante o ano, intenso trabalho de acompanhamento da pastoral nas dioceses de todo o Brasil a serviço dos bispos que compõem as Comissões Episcopais Pastorais. Convidados pelas lideranças de pastoral, eles contribuem com a formação no campo da Liturgia, da Ação Missionária, da Missão Continental, do empenho pastoral em torno da Juventude, da Comunicação, da Cultura, do Serviço para a Caridade, a Justiça e a Paz. Servem também na área da animação Bíblico-Catequética, dos Ministérios Ordenados e da Vida Consagrada. Apoiam os bispos por meio de respostas às consultas à Doutrina da Fé e animam as iniciativas do Laicato.
As Comissões Especiais também têm assessores designados para ajudar os líderes de pastoral de todo o país. Animados pela Secretaria Geral da Presidência da Conferência, os grupo também conta com a participação do assessor de política, de Imprensa, do coordenador executivo da Campanha da Fraternidade e do diretor das Edicões da CNBB.

A coordenação nacional da 5ª Semana Social Brasileira (SSB) produziu um vídeo com o objetivo de mostrar como os jovens brasileiros podem se mobilizar no debate do tema “O Estado para quê e para quem?”. A produção tem o apoio da Misereor e da Campanha da Fraternidade da CNBB. 
Clique aqui e assista ao vídeo na íntegra. A 5ª SSB é um processo nacional que está em curso desde 2011 em todo o Brasil e promove a participação ampla de pessoas e entidades, a abertura ao ecumenismo e diálogo inter-religioso, o pluralismo de ideias e valores, o exercício do debate democrático em todas as instâncias e o ensaio coletivo de iniciativas transformadoras.
O momento de encerramento dos trabalhos da 5ª Semana acontecerá de 2 a 5 de setembro de 2013.

No início de fevereiro, a diocese de Brejo (MA) realizou o primeiro retiro diocesano em preparação para as Santas Missões Populares (SMP). O encontro foi realizado na cidade de Brejo e contou com a assessoria da equipe nacional das SMP e do Pe. José Adalberto Vanzella, secretário executivo do Regional Nordeste 5.
Aproximadamente 900 pessoas das 16 paróquias da diocese participaram do retiro, num clima de muita alegria e entusiasmo. Devido a grande quantidade de pessoas, o espaço reservado para o evento ficou pequeno para acomodar os missionários. Os encontros de formação tiverem que ser realizados em dois locais.
O bispo diocesano, dom José Valdeci se mostrou muito animado com a participação e empenho dos missionários, da equipe de organização e das famílias que acolheram os missionários. “Para nós igreja diocesana no Baixo Parnaíba, somos chamados (as) a sermos uma igreja em estado permanente de missão comprometida com a vida das pessoas e o empenho na luta em defesa da natureza. As santas Missões Populares deve ser para nós tempo do Deus presente que olha para nós e nos desperta e nos para sermos discípulos (as) missionários (as) de Jesus Cristo no anúncio do Reino de Deus”.
Padre Vanzella destacou a necessidade de se colocar em prática as cinco urgências da Igreja, propostas nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil. "Devemos ser missionários a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, observando o que nos é proposto: 1ª Igreja, em estado permanente de missão; 2ª Igreja, casa de iniciação cristã; 3ª Igreja, lugar de animação bíblica da vida e da pastoral; 4ª Igreja, comunidade de comunidades; 5ª Igreja a serviço da vida plena para todos", finalizou.
A diocese de Brejo abraçou o projeto das Santas Missões Populares na assembleia de pastoral, ocorrida no final de 2011. Em agosto do ano passado foi realizado um encontro de animação missionária, onde foi apresentado o projeto diocesano que vai até 2016. Em 2015 acontecerão as semanas missionárias em todas as paróquias da diocese. Em agosto próximo, ocorrerá o segundo retiro diocesano.

Com o tema “Na Sociedade que a Gente Quer, Basta de Violência contra a Mulher!”, cerca de três mil mulheres camponesas, de vinte e dois estados do Brasil, estão sendo esperadas para os dias 18 a 21 de fevereiro de 2013, no Parque da Cidade em Brasília (DF).
Segundo a dirigente da região Sul, Noeli Taborda o objetivo deste encontro será de “fortalecer o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) desde a base à direção Nacional, dando visibilidade ao papel importante que a mulher exerce na produção de alimentos, celebrando conquistas e planejando o futuro”.
O MMC possui como missão a libertação das mulheres trabalhadoras de qualquer opressão e discriminação. Isso se concretiza nas lutas, na organização, na formação e na implementação de experiências de organização popular, onde as mulheres sejam protagonistas de sua história. O Movimento tem a preocupação com a soberania alimentar, entendida como a produção de alimentos saudáveis e diversificados para o consumo de toda população brasileira, não apenas de suas famílias. Durante os dias do encontro, as mulheres vivenciarão diferentes momentos como plenárias que discutirão os temas: a produção de alimentos saudáveis, o combate a violência contra as mulheres e o feminismo. Além de estudos, discussões e vivências, as camponesas também terão atividades culturais.
Segundo a dirigente do Movimento da região Amazônica, Tânia Chantel a importância do encontro se situa no fato de “reunir mulheres do campo de todo o Brasil para discutir e dialogar sobre temas tão importantes como o projeto de agricultura camponesa que defendem, bem como o tema da violência que atinge muitas mulheres do campo, mas que não é visibilizada pela sociedade, pelas autoridades e pela mídia. O encontro também pretende ser propositivo no sentido de fomentar a criação de políticas públicas e novas discussões nos grupos de base nos Estados, visto que muitas políticas públicas não se efetivam na vida das camponesas”.
Já está confirmada a presença de Organizações de Mulheres Internacionais dos países de Cuba (Federação de Mulheres Cubanas), Honduras (Conselho para o Desenvolvimento Integral das Mulheres Camponesas), Colômbia (Federação Nacional Sindical Unitária Agropecuária), Venezuela (Frente Nacional Campesina Ezequiel Zamoura), Chile (Associação Nacional de Mulheres Rurais e Indígenas), Paraguai (Coordenadora Nacional de Organizações de Mulheres Trabalhadoras Rurais e Indígenas), República Dominicana (Confederação Nacional de Mulheres do Campo), Itália (Universidade de Verona) e África (União Nacional de Camponeses de Moçambique e uma articuladora de organizações de camponeses da África do Sul - TCOE).

Durante a abertura oficial da Campanha da Fraternidade 2013 na Arquidiocese de Belo Horizonte, o arcebispo  dom Walmor Oliveira de Azevedo disse que a Igreja tem como grande meta “ajudar cada jovem a crescer no amor a Jesus Cristo”. Em 2013, a Campanha tem como tema “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). A abertura oficial na Arquidiocese de Belo Horizonte foi realizada na Praça da Pampulha, na manhã deste sábado. Mais de duas mil pessoas participaram do evento, organizado pelo Vicariato Episcopal Para a Ação Social e Política e  Secretariado Arquidiocesano da Juventude.
Durante a solenidade de lançamento, que contou também com a participação dos bispos auxiliares dom Joaquim Mol, dom Luiz Gonzaga Fechio, dom Wilson Angotti e dom João Justino, o arcebispo dom Walmor ressaltou que aproximar a juventude de Cristo “é o caminho para fazer suas vidas desabrocharem à luz do Evangelho”. Conforme explica dom Walmor, “a luz amorosa de Deus faz crescer o gosto de ser bom e de fazer o bem”.
O Arcebispo disse também que a Igreja cresce quando se aproxima da juventude. “Ao fazer opção preferencial pelos jovens, dialogamos e aprendemos com a juventude a linguagem de nosso tempo. Precisamos, especialmente, dos jovens que carregam no coração o amor a Jesus Cristo”, destacou.
A abertura da Campanha da Fraternidade 2013 na arquidiocese de Belo Horizonte começou às 8h30 da manhã, quando foi realizada a Corrida e Caminhada da Juventude, com mais de 500 participantes. Antes da largada, o bispo auxiliar dom João Justino presidiu o momento de bênção aos atletas. A solenidade contou também com exposições sobre a Semana Missionária e a Jornada Mundial da Juventude, apresentações artísticas e culturais. Na conclusão do evento, jovens da Arquidiocese de Belo Horizonte apresentaram uma coreografia especial, em homenagem à Jornada Mundial da Juventude.

Durante a abertura oficial da Campanha da Fraternidade 2013 na Arquidiocese de Belo Horizonte, o arcebispo  dom Walmor Oliveira de Azevedo disse que a Igreja tem como grande meta “ajudar cada jovem a crescer no amor a Jesus Cristo”. Em 2013, a Campanha tem como tema “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). A abertura oficial na Arquidiocese de Belo Horizonte foi realizada na Praça da Pampulha, na manhã deste sábado (16). Mais de duas mil pessoas participaram do evento, organizado pelo Vicariato Episcopal Para a Ação Social e Política e  Secretariado Arquidiocesano da Juventude.
Durante a solenidade de lançamento, que contou também com a participação dos bispos auxiliares dom Joaquim Mol, dom Luiz Gonzaga Fechio, dom Wilson Angotti e dom João Justino, o arcebispo dom Walmor ressaltou que aproximar a juventude de Cristo “é o caminho para fazer suas vidas desabrocharem à luz do Evangelho”. Conforme explica dom Walmor, “a luz amorosa de Deus faz crescer o gosto de ser bom e de fazer o bem”.
O Arcebispo disse também que a Igreja cresce quando se aproxima da juventude. “Ao fazer opção preferencial pelos jovens, dialogamos e aprendemos com a juventude a linguagem de nosso tempo. Precisamos, especialmente, dos jovens que carregam no coração o amor a Jesus Cristo”, destacou.
A abertura da Campanha da Fraternidade 2013 na arquidiocese de Belo Horizonte começou às 8h30 da manhã, quando foi realizada a Corrida e Caminhada da Juventude, com mais de 500 participantes. Antes da largada, o bispo auxiliar dom João Justino presidiu o momento de bênção aos atletas. A solenidade contou também com exposições sobre a Semana Missionária e a Jornada Mundial da Juventude, apresentações artísticas e culturais. Na conclusão do evento, jovens da Arquidiocese de Belo Horizonte apresentaram uma coreografia especial, em homenagem à Jornada Mundial da Juventude.

Termina terça-feira, 19 de fevereiro, a 4ª Edição da Semana Nacional contra o Alcoolismo, do Regional Nordeste 1 da CNBB (Ceará), realizada pela Pastoral da Sobriedade.
A Semana começou na quarta-feira, 13 de fevereiro, e teve como tema “A ação eficaz do programa de vida nova [12 passos] na prevenção e recuperação ao uso abusivo de álcool e outras drogas”. Na abertura foi celebrada uma missa em ação de graças na catedral da Sé, cidade do Crato (CE).
No dia 15 de fevereiro o coordenador estadual da Pastoral da Sobriedade, Rogério Melo, conduziu um workshop e uma mesa redonda, composta por autoridades ligada ao assunto, que debateram os ‘problemas sociais e familiares gerados pelo alcoolismo’. Compareceram ao evento, alcoólatras, ex-alcoólatras, dependentes químicos, ex-dependentes químicos, e familiares, profissionais da saúde e representantes da Pastoral da Sobriedade. Os presentes puderam interagir com os convidados da mesa através questionamentos e expondo posicionamentos particulares.
Rogério Melo ressaltou que houve uma “providência divina no fato de haver coincidido a data de início da Semana Nacional contra o alcoolismo com o começo da quaresma”. Segundo o coordenador “este é um momento bastante promissor para se conseguir levar a sociedade, maior sensibilização quanto à importância da prevenção ao consumo de bebidas alcoólicas”.

Uma multidão cheia de fé e alegria participou da Via Sacra que marcou a abertura da Campanha da Fraternidade (CF) em Vitória (ES). O lançamento oficial na arquidiocese foi realizado na tarde do último domingo, dia 17 de fevereiro, no centro da cidade.
Além da presença de centenas de fiéis e dos diferentes movimentos ligados ao Setor Juventude da Igreja, a solenidade de lançamento contou com a participação do arcebispo de Vitória, dom Luiz Mancilha Vilela, e dos Bispos Auxiliares, dom Joaquim Wladimir Lopes Dias e Dom Rubens Sevilha.
Em suas palavras, dom Luiz recordou o papel da CF para a evangelização no Brasil. “A missão da Igreja é evangelizar. Portanto, a Campanha da Fraternidade, como ação social e evangelizadora vem confirmar esse compromisso da Igreja com a sociedade. Em seguida, o Arcebispo direcionou suas palavras especialmente para o jovem. "Você traz consigo uma coisa importante que é a fé. Deus está em seu coração. Cabe a você abrir o seu coração para anunciar Jesus a outros jovens. Precisamos viver nosso encontro com Jesus e tornar-nos missionários. A juventude é esperança e alegria".
Para dom Rubens Sevilha, a CF não se trata de um evento exclusivo para os jovens, mas uma campanha de todos que sonham por um País mais justo. “A Campanha promove um diálogo entre a Igreja e a sociedade. Somos convidados a repensar o que estamos oferecendo de bom aos nossos jovens”, questionou.
Com o tema “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8), na arquidiocese, a Campanha foi um convite à reflexão. Uma cruz  com 22 metros, construída especialmente para o evento foi carregada pelas ruas de Vitória, por 1.612 jovens. O número representa os 1.612 capixabas, com menos de 30 anos, que morreram assassinados no ano passado no Espírito Santo. A “Cruz da Juventude” foi erguida em frente ao palácio Anchieta (sede do Governo do Estado), simbolizando o protagonismo juvenil e a necessidade de dar mais atenção aos jovens no Estado.
O coordenador da Campanha da Fraternidade na arquidiocese, padre Kélder Brandão, disse que a juventude capixaba clama por justiça. “A Campanha neste ano, nos convidar a olhar com mais seriedade a realidade juvenil. A nossa juventude precisa de proteção e de cuidado. Precisamos de políticas públicas que garantem a dignidade dos jovens”, afirmou.
A abordagem da temática “juventude”, escolhida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é mais uma oportunidade para fortalecer a evangelização dos jovens, e motiva-los para a Jornada Mundial da Juventude, que acontece entre os dias 23 e 28 de julho deste ano, no Rio de Janeiro. “As pastorais sociais devem aproveitar este ano que é da Fé e da juventude para acolher, acreditar e investir mais no jovem”, ressaltou o Bispo Auxiliar de Vitória, dom Joaquim Wladimir Lopes Dias.
Oração, comoção e sentimentos de esperança se fizeram presentes durante toda realização da Via Sacra. Este ano, a Campanha da Fraternidade completa 50 anos de criação. De acordo com o texto-base da CF 2013, o objetivo geral da Campanha é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.

Manhã de inverno, fria e enevoada, em Roma, neste primeiro domingo de Quaresma, com um tépido sol que pouco a pouco se foi manifestando. A 10 dias da cessação do ministério petrino de Bento XVI, por sua livre decisão de renúncia, anunciada segunda-feira passada, milhares e milhares de fiéis, sobretudo romanos, se concentraram na Praça de São Pedro, para este penúltimo encontro dominical do Angelus do pontificado do Papa Ratzinger. Presente também o presidente da Câmara da cidade, com vereadores e os estandartes municipais.
Depois da recitação das Ave-Marias, a concluir as saudações em diversas línguas, Bento XVI agradeceu aos numerosos presentes na Praça de São Pedro, mais este “sinal de afeto e de presença espiritual”, “manifestado nestes dias”. “Estou-vos profundamente grato”. Um especial “muito obrigado” reservou-o o Papa às autoridades municipais de Roma e a “todos os habitantes desta amada Cidade”. A concluir, para além de desejar a todos bom domingo e boa caminhada quaresmal, Bento XVI recordou os Exercícios Espirituais que iniciará ao fim do dia, juntamente com os responsáveis dos principais organismos da Cúria Romana. "Permaneçamos unidos na fé" - foi o pedido dirigido a toda a multidão, que o aplaudiu longamente. “A Quaresma é um tempo favorável para redescobrirmos a fé em Deus como base da nossa vida e da vida da Igreja.” – esta a versão portuguesa do tweet enviado hoje por Bento XVI aos seus “seguidores”. Uma mensagem concisa que bem resume a breve catequese proposta pelo Papa antes da reza do Angelus, comentando como habitualmente o Evangelho do dia, neste caso, as tentações de Jesus, na versão do Evangelho de São Lucas.
No momento de iniciar o seu ministério pública – explicou o Papa – “Jesus teve que desmascarar e rejeitar as falsas imagens do Messias que o tentador lhe propunha”. Aliás – observou – “esta tentações são também falsas imagens do homem, que em todos os tempos insidiam as consciências, disfarçando-se de propostas convenientes e eficazes, e porventura até mesmo boas. Três as tentações propostas pelos evangelistas Mateus e Lucas: “O núcleo central (destas tentações de Jesus) consiste sempre em instrumentalizar Deus para os próprios fins, dando mais importância ao sucesso ou aos bens materiais”.
O tentador é insidioso: não impele diretamente ao mal, mas a um falso bem, fazendo crer que as verdadeiras realidades são o poder e aquilo que satisfaz as necessidades primárias.“Deus torna-se secundário, fica reduzido a um meio, em última análise torna-se irreal, deixa de contar, dissipa-se. Em última análise, nas tentações está em jogo a fé, porque está em jogo Deus. Nos momentos decisivos da vida – mas, bem vistas as coisas, em cada momento – estamos perante uma encruzilhada: queremos seguir o nosso eu ou Deus – o interesse individual ou o verdadeiro Bem, aquilo que realmente é bem?”
Quase a concluir a sua catequese, antes do Angelus deste domingo, Bento XVI recordou ainda que, para os Padres da Igreja, as tentações fazem parte da “descida” de Jesus na nossa condição humana, no abismo do pecado e das suas consequências. Uma “descida” que Jesus percorre até ao fim, até à morte de cruz e até aos “infernos” do extremo afastamento de Deus. É precisamente assim que Ele é a mão que Deus estende ao homem, à ovelha extraviada, para a trazer a salvo. Não tenhamos medo de enfrentarmos também nós a combate contra o espírito do mal: o importante é que o façamos com Ele, com Cristo, o Vencedor.

Encerra neste domingo, 17 de fevereiro, o Encontro dos coordenadores de animação bíblico-catequética dos Regionais da CNBB de 2013. Promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, o Encontro foi realizado nas dependências das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília (DF) e teve início na sexta-feira, 15 de fevereiro.
Ao longo dos três dias de encontro, os coordenadores puderam dividir experiências acerca da catequese de Iniciação à Vida Cristã que está sendo realizada em todos os Regionais.  De acordo com o assessor da Comissão, padre Décio Walker, as experiências divididas permitiram a elaboração de um itinerário de Iniciação à Vida Cristã como orientação para toda a Igreja do Brasil.
“Os objetivos traçados para o Encontro se realizaram plenamente, houve um clima muito fraterno e as partilhas de cada Regional foram muito enriquecedoras. As celebrações imprimiram uma mística muito forte que produz ânimo e coragem para continuar a caminhada em todo ano de 2013”, destacou padre Décio.
O Encontro dos coordenadores de animação bíblico-catequética dos Regionais da CNBB é realizado anualmente. Em 2014 o Encontro também será no mês de fevereiro.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, abriu a coletiva deste sábado transmitindo a saudação do Papa aos jornalistas. O porta-voz vaticano confirmou o encontro privado desta tarde entre Bento XVI e o premier italiano Mario Monte. Na parte da manhã, o Santo Padre recebeu o Presidente da Guatemala, Otto Perez Molina (foto).
Neste domingo, no Angelus, também o prefeito de Roma estará na Praça São Pedro com os vereadores e o estandarte da cidade. Na coletiva, Padre Lombardi não descartou a possibilidade de o Conclave ter início antes da metade de março, se todos os cardeais tiverem chegado ao Vaticano.
A partir do dia 28 de fevereiro, o Papa habitará na residência pontifícia de Castel Gandolfo, onde provavelmente permanecerá por dois meses, o tempo necessário para a restauração do mosteiro de clausura, no Vaticano, para onde se transferirá. Trata-se de uma decisão de estar perto da Basílica de São Pedro, por motivos de caráter "logístico organizativo, de comunhão, de apoio de continuidade espiritual com o seu sucessor".
Com relação aos exercícios espirituais, que se iniciarão neste domingo às 18h locais, explicou que o Santo Padre não terá atividades públicas e que dom Georg Gaenswein (seu secretário particular) terá com ele, como de costume, um breve encontro para tratar das "incumbências mais urgentes".
No sábado, dia 23, pela manhã, será a conclusão da semana de retiro e oração. Três meditações diárias do pregador dos exercícios espirituais da Quaresma deste ano, Cardeal Gianfranco Ravasi, serão difundidas pela Rádio Vaticano mediante podcast; cada noite uma das meditações será transmitida; todas elas serão resumidas na newsletter da Rádio Vaticano. Sucessivamente serão publicadas em versão integral.
Foi confirmado que ao término dos Exercícios espirituais terá lugar o encontro, ainda a ser estabelecido se público ou privado, com o Presidente da Itália, Giorgio Napolitano.
E referindo-se aos próximos dias 27 e 28, Pe. Lombardi acrescentou: "Já se tem a confirmação de 35 mil pessoas para a audiência geral do dia 27 e, naturalmente, a cifra aumentará. Os fiéis e as autoridades poderão saudar o Santo Padre nesta última ocasião de presença pública do Pontífice. Já no dia 28, por sua vez, como dissemos, haverá o encontro com o Colégio cardinalício e a partida na parte da tarde para Castel Gandolfo."
Pe. Lombardi disse ainda que na tarde do dia 28 de fevereiro, em Castel Gandolfo, aonde o Papa chegará de helicóptero, haverá um momento de saudação aos habitantes da cidadezinha do Lácio. Em seguida, o porta-voz falou sobre notícias difundidas nestes dias na imprensa relacionadas aos colóquios entre Bento XVI e Peter Seewald, o biógrafo que realizou com o Papa o livro-entrevista "Luz do mundo". Segundo Lombardi, são informações não particularmente novas, relacionadas a dois colóquios, o último deles entre novembro e dezembro passados, mantidos com Bento XVI em vista de uma biografia.
Voltando ao Conclave, reiterou que o mesmo poderia ter início, se todos os cardeais já tiverem chegado ao Vaticano, antes do anunciado 15-20 de março; prazo este sucessivo ao início da sé vacante, estabelecido no caso de morte de um Pontífice. "Na Constituição se diz entre 15 e 20 dias, porém o prazo 'é de espera', ou seja, para dar àqueles que precisassem, o tempo necessário para chegar ao Vaticano. Na eventualidade de os cardeais estarem todos aqui, se poderia interpretar a Constituição de modo diferente."
Perguntado sobre a renúncia do Papa e sobre a nota editorial para a Rádio Vaticano em que o próprio Pe. Lombardi falou de "ato de governo do Santo Padre", especificou: "Porque se coloca numa perspectiva, como ele disse repetidamente, em que a Igreja segue adiante, em que a Igreja tem as suas energias. O Papa olha para a eleição de um sucessor que tenha – como ele disse - vigor no corpo e no ânimo, e uma personalidade que possa enfrentar os desafios do nosso tempo no modo adequado, o que ele sentia mais difícil com o passar do tempo e com o diminuir das forças."
Por fim, perguntado sobre a recente nomeação da cúpula do Instituto das Obras Religiosas (Ior), padre Lombardi disse que o novo e o Conselho de Supervisão – do qual Ernst Von Freyberg passou a fazer parte – terão vencimento em 2015.

A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB realizou na sexta-feira, 15 de fevereiro, a reunião final para a preparação do Documento de estudos sobre as comunidades Quilombolas. “A finalidade deste texto é contribuir para a atuação da Igreja frente a realidade das comunidades quilombolas. Valorizando e defendendo seus direitos de vida, cultura, tradições, crenças e tudo aquilo que lhes são próprios”, explicou o presidente da Comissão, dom Guilherme Werlang.
Formada por bispos, padres e antropólogos, o grupo de trabalho responsável pela elaboração do Documento está neste projeto há quase um ano. Durante os encontros foram expostas as situações vividas pelos negros nas épocas da escravidão, abolição e também a situação nos tempos atuais. “Analisamos a situação do povo negro em nível nacional e pretendemos com o Documento expressar toda a luta pela justiça das comunidades Quilombolas”, disse dom José Valdeci, bispo da diocese de Brejo (MA).
De acordo com dom Guilherme, o Documento será divido em três partes tendo por linha o método VER-JULGAR-AGIR. Na primeira parte (VER) será abordado, dentre outras coisas, um contexto histórico narrando a maneira como os negros foram trazidos para o Brasil e escravizados, o modo como aconteciam as torturas, a violência e injustiças, e também a maneira como teve início a formação dos quilombos e as resistências em busca da liberdade.
Na segunda parte (JULGAR) haverá “uma grande iluminação bíblica e dos Documentos da Igreja em relação a toda situação da escravidão, da liberdade e da igualdade de todas as pessoas independente de etnias, raças e religiões”, anunciou dom Guilherme.
A terceira e última parte (AGIR) será composta pelos encaminhamentos, exigências e direitos que devem ser efetivamente consagrados para os Quilombolas e seus territórios, além dos novos rumos a serem tomados.
De acordo com o assessor das comunidades remanescentes de quilombos do estado do Pará, Girolamo Domenico Treccani, o Documento se faz importante para os povos Quilombolas uma vez que eles têm o anseio de ouvir a palavra da Igreja para confirmar, valorizar e defender a luta que desempenham por seus territórios e inclusão social, além de terem a identidade cultural respeitada em todos os sentidos e níveis.
O texto sobre as comunidades Quilombolas será apresentado na próxima Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, em abril. Se aprovado, será publicado na coleção de textos de estudo da entidade.

Cerca de duas mil pessoas lotaram o Centro de Convenções na Via Costeira de Natal (RN), nesta sexta-feira (15/02), para o lançamento nacional da Campanha da Fraternidade (CF) 2013, que tem como tema “Fraternidade e Juventude”. Um seminário marcou as comemorações alusivas ao jubileu da Campanha, que teve origem na Arquidiocese de Natal, na comunidade de Timbó, município de Nisia Floresta.
A solenidade de lançamento contou com a participação do secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner; do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, dom Eduardo Pinheiro; do arcebispo metropolitano de Natal, dom Jaime Vieira Rocha; e diversos bispos do Regional Nordeste 2.
Em suas palavras, dom Jaime recordou o papel da CF para a evangelização no Brasil. “Podemos destacar neste momento, a contribuição da Campanha da Fraternidade, como ação social e evangelizadora da Igreja. Vivemos com muito empenho e alegria, este momento em nossa Arquidiocese”, comemora.
Já para o secretário geral da CNBB, a importância da CF se dá, principalmente, pelo objetivo social que desempenha. “Os temas das Campanhas nos trazem uma reflexão, promovendo uma discussão entre Igreja e sociedade. Além disso, hoje a campanha dispõe de subsídios que auxiliam nos debates nas escolas, e isso mostra a ação social que a CF desempenha”, pontuou dom Leonardo.
Para dom Genival Saraiva, presidente do Regional Nordeste 2, voltar às origens da Campanha da Fraternidade, remete ao trabalho pastoral que a Igreja Católica realiza. “Lembro a iniciativa de dom Eugênio Sales, de investir nas ações sociais da Igreja, e os resultados dessa proposta, nós podemos observar ao longo do tempo, com diversos projetos que hoje a Igreja financia. Isso sem dúvida contribuiu para a ação evangelizadora da Igreja”.
Durante a solenidade de lançamento da CF, o vigário-geral da Arquidiocese de Natal, padre Edilson Nobre, leu uma carta enviada pelo Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D’aniello, em razão dos 50 anos da CF. Na carta, dom Giovanni ressaltou a importância de dom Eugênio Sales na difusão desta iniciativa, que contribuiu para a caminhada de solidariedade e de esperança da Igreja no Brasil. “Este é um momento celebrativo, e também, um momento de revisão da Campanha da Fraternidade, frisando a necessidade de um aprimoramento do conteúdo da Campanha, para que esta possa ser sempre mais um forte poder de evangelização”.
Ainda de acordo com a carta do Núncio, a celebração adquiriu uma maior representatividade, considerando que a Igreja vive o Ano da Fé. “Como afirmou o Santo Padre, foi instituído para suscitar “em cada crente, o anseio de confessar a fé e com renovada convicção, com confiança e esperança” (Carta Apostólica Porta Fidei, 9)”, realçou.

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