Novo aplicativo permite acompanhar atividades do Papa em tempo real

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REFLEXÃO
É comum ouvirmos pessoas rezarem pela conversão dos pecadores, mas é muito difícil vermos alguém rezar pela própria conversão. Isso acontece porque a maioria das pessoas acha que não precisa de conversão porque não comete aqueles pecados que possuem matéria mais grave e vive com certa constância uma religiosidade. Porém o Evangelho de hoje nos mostra que ser verdadeiramente cristão significa participar ativamente na obra evangelizadora da Igreja
a partir do envio que foi feito pelo próprio Jesus. Portanto, só é verdadeiramente convertido quem participa da missão evangelizadora da Igreja.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Rosalvo Cordeiro de Lima, Bispo Auxiliar de Fortaleza - CE
  • Dom Adalberto Paulo da Silva, OFMCap, Bispo Auxiliar Emérito de Fortaleza - CE
  • Dom José Moreira Bastos Neto, Bispo de Três Lagoas - MS
Ordenação Presbiteral
  • Dom Francisco Batistela, CSSR, Bispo Emérito de Bom Jesus da Lapa - BA
Ordenação Episcopal
  • Dom José Benedito Simão, Bispo de Assis - SP
  • Dom Francisco Manuel Vieira, Bispo Emérito de Osasco - SP
  • Dom Mauro Morelli, Bispo Emérito de Duque de Caxias - RJ
  • Dom Benedicto de Ulhôa Vieira, Arcebispo Emérito de Uberaba - MG
  • Dom Erwin Kräutler, CPPS, Bispo Prelado de Xingu - PA
  • Dom Angélico Sândalo Bernardino, Bispo Emérito de Blumenau - SC
NOTÍCIAS
Nesta quinta-feira, 24 de janeiro, durante a coletiva de imprensa de apresentação da Mensagem de Bento XVI para o 47º Dia Mundial das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, reiterou a necessidade de Bento XVI estar presente nas redes sociais, especialmente no Twitter.
Dom Claudio Maria Celli convidou os mais de 2,5 milhões de ‘amigos’ do Papa no Twitter a ‘retuitarem’ as mensagens do Pontífice, para que cheguem ao maior número possível de pessoas. O arcebispo revelou ainda outra curiosidade: a conta em latim, aberta há cerca de uma semana, já tem mais de 10 mil seguidores.
Respondendo à pergunta da Rádio Vaticano sobre um incremento das atividades em perspectiva da JMJ Rio2013, o arcebispo respondeu:
“Conheço muito bem Dom Orani, é um dos bispos mais atentos à dimensão comunicativa na Igreja. Vivi dias inteiros com ele e era surpreendente. Conheço os projetos existentes para a JMJ e considero que ela será um evento midiático no sentido que através das novas tecnologias, através de um ‘smartphone’, do próprio celular, as cerimônias do Papa poderão ser seguidas imediatamente por milhões de pessoas, será um momento realmente comunitário. Quem não poderá estar presente no Rio naqueles dias, poderá estar presente de outras maneiras, porque no momento da celebração, estará ao lado do Papa”.
Excluindo a presença do Pontífice no Facebook, Dom Claudio Maria Celli disse:
“Em relação ao Facebook, pensamos que não era necessário. Facebook tem uma dimensão própria, como estrutura, como realidade, e não vejo a necessidade que o Santo Padre esteja presente no Facebook com uma as conta, um perfil. É pessoal demais. Ao contrário, Twitter e Youtube têm uma dimensão muito mais ‘institucional’. Por isso, hoje, preferimos não entrar neste campo com um perfil pessoal do Papa”.
Segundo Mons. Paul Tighe, Secretário do Pontifício Conselho para as Comunicações, “não seria possível garantir um nível de autenticidade com um site pessoal do Papa. Seria exigente demais” – completou.
Antes de responder às perguntas dos jornalistas, Dom Celli ilustrou os resultados de uma pesquisa de 2012 realizada pela Georgetown University de Washington e divulgou dados relativos a 21 países dos 5 continentes. De acordo com o arcebispo italiano, as redes sociais “são um ambiente existencial estruturado como rede, onde ‘escutar com uma atitude não-agressiva’, mas no modo indicado por Bento XVI, através de um caminho mais rico, verdadeiro e humano”.

A Arquidiocese de São Paulo celebra a sua festa Patronal nesta sexta, 25 de janeiro. A missa na Catedral da Sé, às 9h, está sendo presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, concelebrada pelos bispos auxiliares e demais padres da arquidiocese.
Em Roma por poucas horas, Dom Odilo encontrou-se com o Programa Brasileiro e nos falou da programação da festa de São Paulo Apóstolo:
“A programação está em dois níveis: um é o nível religioso, da Arquidiocese, enquanto comemora o seu Patrono. Nós estamos celebrando um tríduo de preparação e teremos naturalmente, no dia 25, celebração solene na Catedral com a presença também das autoridades do município. Por outro lado, recomendamos que haja celebrações nas paróquias, porque S. Paulo é o Patrono de toda a Arquidiocese”.
“Outro nível de celebração é o da cidade, que comemora o seu dia de fundação. A cidade está há dias em clima de comemoração, com vários eventos culturais e iniciativas múltiplas para colocar em evidência a vida da cidade, seus valores e problemas; afinal, é o interesse dos paulistanos pela sua cidade para torná-la melhor. Sabemos que a programação será bastante cheia: lembro de dois momentos oficiais: um às 8h no Pátio do Colégio, onde teve berço a cidade de SP, e ali haverá um momento de memória, de depositar uma coroa de flores aos pés do monumento, aos fundadores, ao lugar da memória da cidade. Depois, haverá, perto de 12h, um ato de homenagem a pessoas destacadas, com entrega de medalhas, na Prefeitura Municipal”.

O Pontifício Conselho das Comunicações Sociais (PCCS) lançou na última quinta-feira, dia 24 de janeiro, o "The Pope App", um aplicativo gratuito que permite acompanhar as atividades de Bento XVI por meio de celulares e computadores portáteis da Apple.
Disponível em cinco línguas, incluindo o português, o aplicativo “permite acompanhar eventos ao vivo e configurar alertas para notificar quando um evento papal começa”, refere a apresentação do PCCS.
Também se oferece acesso a “todo o material oficial relacionado com o Papa em vários formatos: notícias e discursos oficiais, galerias com as últimas fotos e vídeos, acesso ao seu calendário e links para outros serviços da Santa Sé”.
O aplicativo possibilita ainda a visualização de áreas específicas do Vaticano através de câmaras espalhadas pela Praça São Pedro que transmitem em tempo real.

No próximo dia 28 de janeiro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A data é uma homenagem ao assassinato dos auditores fiscais do trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, no ano de 2004, quando apuravam denúncia de trabalho escravo na zona rural de Unaí (MG). A data foi oficializada em 2009, no entanto, essa luta é mais antiga. Desde o início dos anos 1970, a Igreja, com dom Pedro Casaldáliga, e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), tem denunciado a utilização do trabalho escravo na abertura das novas fronteiras agrícolas do país.
A CPT foi pioneira no combate ao trabalho escravo e levou a denúncia às Organização das Nações Unidas (ONU). “A Igreja precisava tomar um posicionamento diante da realidade já muito explícita de trabalho escravo no Brasil, o Governo negava que existia esse tipo de situação”, disse o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e da Paz, padre Ari Antônio dos Reis. Com isso, o Estado se comprometeu em criar uma estrutura de combate a esse crime em território brasileiro.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o trabalho escravo apresenta características bem delimitadas. Além das condições precárias, como falta de alojamento, água potável e sanitários, por exemplo, também existe cerceamento do direito de ir e vir pela coação de homens armados. Os trabalhadores são forçados a assumir dívidas crescentes e intermináveis, com alimentação e despesas com ferramentas usadas no serviço.
Por parte do Estado, existem ações que podem auxiliar no combate ao trabalho escravo, como por exemplo, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438. A "PEC do Trabalho Escravo" é considerada um dos projetos mais importantes de combate à escravidão, tanto pelo forte instrumento de repressão que pode criar, mas também pelo seu simbolismo, pois revigora a importância da função social da terra, já prevista na Constituição.
A PEC 438 foi apresentada em 1999, pelo ex-senador Ademir Andrade (PSB-PA), e propõe o confisco de propriedades em que forem encontrados casos de exploração de mão-de-obra equivalente à escravidão, e/ou lavouras de plantas psicotrópicas ilegais, como a maconha. A PEC 438/2001 define ainda que as propriedades confiscadas serão destinadas ao assentamento de famílias como parte do programa de reforma agrária.
A Igreja do Brasil está atenta à realidade do tráfico humano. Prova disso, é que a Campanha da Fraternidade de 2014 terá como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). “A partir do trabalho e da reflexão dentro da CNBB, e do Conselho de Pastoral, foi aprovado para a Campanha da Fraternidade de 2014, tratar do trabalho escravo, por sua vez, ligado ao tráfico humano. Então nós vamos trabalhar na Campanha essas duas propostas: a denúncia do tráfico de pessoas e trabalho escravo, e todas as consequências que essas denúncias trazem para a Igreja”, explicou padre Ari.
De acordo com a secretária do Grupo de Trabalho (GT) de Enfrentamento ao Tráfico Humano, da CNBB, irmã Claudina Scapini, o trabalho escravo é uma entre as modalidades do tráfico humano. “O trabalho escravo, a exploração sexual, o tráfico de órgãos, e a adoção irregular, são, para nós, as grandes modalidades do tráfico de seres humanos”, afirmou.
Segundo os últimos dados da Campanha Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, os casos de trabalho escravo em 2012, somaram 189, com a libertação de 2.723 trabalhadores, em todo o país. Ainda de acordo com as informações, o número de trabalhadores resgatados do trabalho escravo cresceu 9% em relação a 2011. Os maiores índices foram encontrados na região Norte, onde foi registrada metade do número total de trabalhadores envolvidos em situação de escravidão, e 39% dos que chegaram a ser resgatados.
No ano de 2011, o estado do Pará havia deixado de ser o campeão permanente do ranking entre os estados, pelo número de trabalhadores envolvidos em situação de escravidão. Já em 2012, voltou ao topo do ranking em todos os critérios: número de casos (50), número de trabalhadores envolvidos (1244) e número de libertados (519). O Tocantins vem logo em seguida com 22 casos, 360 envolvidos e 321 libertados (três vezes mais que em 2011).
No estado do Amazonas, onde a fiscalização passou a operar mais recentemente, foram identificados 10 casos, e resgatados quase três vezes mais trabalhadores do que no ano anterior: 171 pessoas. Alagoas, em apenas um caso, passou de 51 para 110 trabalhadores resgatados e o Piauí (com 9 casos), de 30 para 97.
Outro dado que chama a atenção é o aumento da participação da região Sul na prática desse crime. Em 2011, foram registrados na região 23 casos, envolvendo 158 trabalhadores, sendo que 154 foram resgatados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De uma forma geral, os números mostram que houve resgate de trabalhadores em 20 estados, o que demonstra que essa prática criminosa persiste de norte a sul do nosso país, mesmo diante das ações de órgãos do governo e de organizações sociais que lutam pelo seu fim. A CNBB é aliada ao combate desse tipo de prática, fazendo o chamamento ao diálogo de dioceses, paróquias, comunidades e entidades ligadas à missão pastoral.
Persistem alguns desafios para o Estado, a Igreja e a sociedade civil, voltados na perspectiva de enfrentamento e superação desta situação. Destacam-se a fiscalização eficiente, a mobilização social contra esta prática, a reforma agrária, superação da miséria. A impunidade, ainda constante, precisa ser combatida.  Na chacina de Unaí, nove anos depois, nenhum dos nove réus indiciados foi julgado. Agora são oito réus, pois Francisco Elder Pinheiro, acusado de ter sido o contratante dos pistoleiros, morreu no último dia 7 de janeiro, aos 77 anos, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Durante os dias 21 a 25 de Janeiro de 2013, aconteceu o Encontro Latino Americano e Caribenho das Comissões Episcopais das Missões. O encontro aconteceu na Sede da Conferencia Episcopal Mexicana (CEM), na Cidade do México.
Na abertura do evento foi realizada uma missa presidida pelo bispo da diocese de Ponta Grossa (PR), dom Sergio Artur Braschi. A celebração aconteceu às 15h do no Santuário Basilica, Nossa Senhora de Guadalupe, situada no mesmo local do encontro, na Cidade do México.
Dom Sergio Artur Braschi é membro do departamento de Missão e Espiritualidade do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a ação Missionária e Cooperação Intereclesial, da Conferência Nacional dos Bispo do Brasil (CNBB).

Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia, será homenageado no próximo dia 7 de fevereiro no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo.
Desde novembro de 2012, Dom Pedro, bispo emérito da Prelazia São Félix do Araguaia, no Mato Grosso, vem recebendo ameaças de morte devido à sua luta pela devolução das terras batizadas como Marãiwatsédé aos índios da etnia Xavante.
No início de dezembro, após a Justiça derrubar dois recursos que tentavam adiar a retirada dos não índios da região, agora chamada Gleba Suiá Missú, ele teve de se transferir, contra sua própria vontade, para uma localidade não revelada.
Na ocasião 15 organizações da sociedade civil e da Igreja Católica, incluindo o Conselho Indigenista Missionário e a Comissão Pastoral da Terra, divulgaram nota de apoio ao religioso.
Dom Pedro retornou em 29 de dezembro a São Félix, onde se encontra sob proteção policial. Desde que o Incra iniciou o processo de desintrusão da região, diversas lideranças indígenas e agentes da pastoral também estão sendo ameaçados.
Como informa o site da revista ‘Missões’, editada pelos Missionários da Consolata, a homenagem ao bispo, que completa 85 anos no próximo dia 16 de fevereiro, é promovida pelo Comitê de Solidariedade a Dom Pedro Casaldáliga e ao Povo Xavante.
Catalão, o missionário da ordem dos Claretianos chegou à Amazônia brasileira em 1968.

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