Número saltou de 1.655 cidades para 3.391 na última década, segundo estudo da Firjan A quinta edição do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) que acompanha a evolução socioeconômica dos 5.565 municípios brasileiros, tomando por base indicadores de Emprego e Renda, Saúde e Educação, mostrou que, entre 2000 e 2010, a participação de municípios que se situaram na faixa moderada de desenvolvimento subiu de 1.655 cidades para 3.391. No mesmo período, caiu a presença de cidades comregistro de baixo desenvolvimento de 1.005 municípios em 2000 para seis em 2010. O número de cidades com patamar de alto desenvolvimento também cresceu, de 19 cidades em 2000 para 328,em2010.Oíndice varia de 0 a 1 para classificar o nível de cada cidade, em cada indicador. O Brasil, pelo IFDM, teve média de 0,7899 pontos em 2010, crescimento de 3,9% comparado a 2009 e está na classificação de crescimento moderado. Os dados refletem a recuperação da economia pós-crise e melhores desempenhos em Emprego e Renda e Educação. Ainda que o IFDM acompanhe o desenvolvimento dos municípios, dados dos estados também são computados. No topo da lista, está o estado de São Paulo, com 0,8490 pontos, seguido do Paraná, com 0,8427. Santa Catarina alcançou o terceiro melhor grau de desenvolvimento entre os estados, com 0,8261 pontos, desbancando o Rio de Janeiro, que desceu para o quarto lugar, com 0,8230 pontos. Minas Gerais, com 0,8197 pontos e Rio Grande do Sul, com 0,8190 pontos, ocupam o quinto e sexto lugares, respectivamente. Entre os piores estados, Alagoas, que manteve desenvolvimento regular, com 0,5943 pontos. O estado de São Paulo liderou o ranking de Educação nesta edição do IFDM. Dos 100 melhores resultados, 98 são paulistas. Para Guilherme Mercês, gerente de estudos econômicos da Firjan, no caso do Rio de Janeiro, os índices da capital nos três indicadores ficaram acima de 0,8 pontos. “O Rio continua muito bem. Só 54 cidades no Brasil estão na mesma condição. Outros municípios, porém, avançaram numa velocidade superior à do Rio, que não está entre os top 100 porque é necessário avançar mais na área de Saúde”, afirma Mercês. Especificamente sobre São Paulo, o IFDM mostra que, das 645 cidades do estado, 173 apresentaram alto índice de desenvolvimento em uma década. No geral, todas as cidades paulistas atingiram índices superiores a 0,6 pontos, o que significa que em nenhuma delas o desenvolvimento está abaixo do estágio de moderado. Já no Rio de Janeiro, 12 dos 92 municípios do estado apresentaram alto grau de desenvolvimento, com pontuação superior a 0,8 pontos. Desses, quarto estão na lista dos 100 maiores índices de desenvolvimento do país, pela pesquisa da Firjan: Porto Real, Rio das Ostras, Resende e Niterói. A capital fluminense, mesmo tendo avançado, saiu das top 100 das capitais e ocupa agora a posição número 123. No total, o estado do Rio tem quase todos os seus municípios (99%) com média acima de 0,6 pontos.

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Número saltou de 1.655 cidades para 3.391 na última década, segundo estudo da Firjan
A quinta edição do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) que acompanha a evolução socioeconômica dos 5.565 municípios brasileiros, tomando por base indicadores de Emprego e Renda, Saúde e Educação, mostrou que, entre 2000 e 2010, a participação de municípios que se situaram na faixa moderada de desenvolvimento subiu de 1.655 cidades para 3.391. No mesmo período, caiu a presença de cidades comregistro de baixo desenvolvimento de 1.005 municípios em 2000 para seis em 2010.
O número de cidades com patamar de alto desenvolvimento também cresceu, de 19 cidades em 2000 para 328,em2010.Oíndice varia de 0 a 1 para classificar o nível de cada cidade, em cada indicador.
O Brasil, pelo IFDM, teve média de 0,7899 pontos em 2010, crescimento de 3,9% comparado a 2009 e está na classificação de crescimento moderado. Os dados refletem a recuperação da economia pós-crise e melhores desempenhos em Emprego e Renda e Educação. Ainda que o IFDM acompanhe o desenvolvimento dos municípios, dados dos estados também são computados.
No topo da lista, está o estado de São Paulo, com 0,8490 pontos, seguido do Paraná, com 0,8427. Santa Catarina alcançou o terceiro melhor grau de desenvolvimento entre os estados, com 0,8261 pontos, desbancando o Rio de Janeiro, que desceu para o quarto lugar, com 0,8230 pontos. Minas Gerais, com 0,8197 pontos e Rio Grande do Sul, com 0,8190 pontos, ocupam o quinto e sexto lugares, respectivamente.
Entre os piores estados, Alagoas, que manteve desenvolvimento regular, com 0,5943 pontos. O estado de São Paulo liderou o ranking de Educação nesta edição do IFDM. Dos 100 melhores resultados, 98 são paulistas. Para Guilherme Mercês, gerente de estudos econômicos da Firjan, no caso do Rio de Janeiro, os índices da capital nos três indicadores ficaram acima de 0,8 pontos. “O Rio continua muito bem. Só 54 cidades no Brasil estão na mesma condição. Outros municípios, porém, avançaram numa velocidade superior à do Rio, que não está entre os top 100 porque é necessário avançar mais na área de Saúde”, afirma Mercês.
Especificamente sobre São Paulo, o IFDM mostra que, das 645 cidades do estado, 173 apresentaram alto índice de desenvolvimento em uma década. No geral, todas as cidades paulistas atingiram índices superiores a 0,6 pontos, o que significa que em nenhuma delas o desenvolvimento está abaixo do estágio de moderado. Já no Rio de Janeiro, 12 dos 92 municípios do estado apresentaram alto grau de desenvolvimento, com pontuação superior a 0,8 pontos.
Desses, quarto estão na lista dos 100 maiores índices de desenvolvimento do país, pela pesquisa da Firjan: Porto Real, Rio das Ostras, Resende e Niterói. A capital fluminense, mesmo tendo avançado, saiu das top 100 das capitais e ocupa agora a posição número 123. No total, o estado do Rio tem quase todos os seus municípios (99%) com média acima de 0,6 pontos.

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