CCM dá início a curso de iniciação à missão no Brasil para missionários estrangeiros

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REFLEXÃO
Todos nós somos cristãos, e muitas vezes nos orgulhamos disso, afinal de contas, temos a salvação em Jesus Cristo e a filiação divina, sem contar que somos templos do Espírito Santo. Porém devemos nos questionar se a nossa vida é coerente com o que cremos, pois muitas vezes vivemos uma religião de gestos exteriores, de cumprimento de normas rituais, de práticas religiosas, mas não vivemos o essencial: não somos capazes de amar, não temos os mesmos sentimentos de Jesus Cristo: a misericórdia, a justiça, a fraternidade, a solidariedade. Com isso, o Evangelho soa todos os dias em nossos ouvidos, mas não toca os nossos corações, nem transforma as nossas vidas, e a sabedoria fica longe de nós.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
  • Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ, Arcebispo de São Salvador da Bahia - BA
  • Dom Tarcísio Scaramussa, SDB, Bispo Auxiliar de São Paulo - SP
Ordenação Episcopal
  • Dom José Lanza Neto, Bispo de Guaxupé - MG
  • Dom Vicente Costa, Bispo de Jundiaí - SP
NOTÍCIAS
O papa Bento XVI transferiu na manhã de hoje, 19 de setembro, os bispos de Franca (SP) e Abaetetuba (PA), respectivamente, dom Pedro Luiz Stringhini e dom Flávio Giovenale, para as dioceses vacantes de Mogi das Cruzes (SP) e Santarém (PA).
Dom Pedro Luiz Stringhini nasceu em 1953, na cidade de Laranjal Paulista (SP). Foi ordenado em 2001, como bispo auxiliar de São Paulo, Região Belém, onde ficou ate 2009, quando foi nomeado bispo de Franca. Além disso, dom Stringhini foi presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz (2007 a 2011). Na diocese de Mogi das Cruzes, dom Pedro Stringhini sucederá a dom José Airton dos Santos, transferido para a arquidiocese de Campinas (SP), em fevereiro desse ano.
Dom Flávio Giovenale nasceu em 1954, em Murello, Itália. Foi ordenado bispo de Abaetetuba em 1997. Foi secretário (1999-2003), vice-presidente (2003-2004) e presidente (2004-2007) do Regional Norte 2 da CNBB. Antes, trabalhou na Pastoral Vocacional no Pará entre 1982 e 1983. Foi Reitor do Seminário Menor em Manaus de 1986 a 1989. Foi Reitor do Seminário Maior em Manaus de 1990 a 1991. Foi Ecônomo da Província de 1992 a 1997. Também foi Procurador Missionário para o Brasil de 1994 a 1997. Dom Flávio sucederá, na diocese de Santarém, dom Esmeraldo Farias Barreto, transferido em dezembro de 2011 para a arquidiocese de Porto Velho (RO).

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, assina nota de saudação da Conferência ao novo bispo de Santarém, dom Flávio Giovenale, transferido da diocese de Abaetetuba (PA). Dom Giovenale é salesiano e, atualmente, atua na presidência do regional Norte 2, como secretário.
Leia a Nota:

Nota de saudação ao novo bispo de Santarém (PA)

A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou a nomeação, pelo Santo Padre papa Bento XVI,  de dom Flávio Giovenale, SDB, para a vacante diocese de Santarém (PA), transferindo-o da diocese de Abaetetuba (PA).

Este nosso irmão, nascido da Itália, tem uma longa história de dedicação e serviço na Igreja no Brasil. Sua formação, como religioso salesiano, ocorreu em São Paulo. Na década de 1980, atuou como promotor vocacional de sua congregação no estado do Pará, e como reitor do seminário em Manaus (AM). O papa João Paulo II o nomeou bispo de Abaetetuba (PA) em 1997, onde atuou até agora. Junto à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi presidente do Regional Norte 2, do qual é o atual secretário.

O lema episcopal de seu ministério, “Que todos se sintam amados por Deus”, evidencia a ênfase de seu pastoreio.  A CNBB deseja a dom Flávio êxito neste novo serviço pastoral confiado pela Igreja. Agradecemos ao padre Luiz Pinto que administrou a diocese de Santarém durante o período de vacância.

Brasília (DF), 18 de setembro de 2012..

+ Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília / DF
Secretário-Geral da CNBB

A CNBB envia saudação ao novo bispo de Mogi das Cruzes (SP), dom Pedro Luis Stringhini. Ele foi nomeado na manhã desta quarta-feira, 19 de setembro, pelo Papa Bento XVI. dom Stringhini é filho de Laranjal Paulista e era bispo da diocese de Franca (SP) desde 2009.
Leia a Nota:

Nota de saudação ao novo bispo de Mogi das Cruzes (SP)

A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou a nomeação, pelo Santo Padre papa Bento XVI, de dom Pedro Luís Stringhini para a vacante diocese de Mogi das Cruzes (SP), transferindo-o da diocese de Franca.

Natural de Laranjal Paulista (SP), este nosso irmão desempenhou antes do episcopado atividades importantes na Arquidiocese de São Paulo, onde assistiu diversas comunidades. Também atuou no campo da formação de novos presbíteros, como reitor do Seminário de Filosofia e professor de Sagrada Escritura. Em 2001, foi nomeado bispo-auxiliar daquela Arquidiocese, onde atuou até 2009 como responsável pela região episcopal Belém. Naquele ano, foi transferido para a diocese de Franca (SP). Junto à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ocupou entre 2007 e 2011 a presidência da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e da Paz, da qual ainda hoje é membro.

Como apaixonado pela Sagrada Escritura, escolheu como lema episcopal “Em tua Palavra” (Lc 5,5). A CNBB deseja a dom Stringhini êxito neste novo serviço pastoral confiado pela Igreja. Agradecemos ao padre José Eduardo Ferreira, que foi o administrador da diocese de Mogi das Cruzes durante o período de vacância.

Brasília (DF), 18 de setembro de 2012..

+ Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília / DF
Secretário-Geral da CNBB


Uma hora. É o tempo que separa a cidade de Belém do distrito de Icoaraci, no Pará. Mas pegar a estrada de asfalto é só uma parte do caminho, que começou às 5h, quando os primeiros saíram de casa com destino ao Porto do Distrito. Apesar da hora ingrata para a maioria dos jovens, sorrisos e cumprimentos marcam a saída em uma pequena embarcação com destino a Ilha de Urubuoca. É hora da “estrada” de água.
Rio abaixo e aí foram eles, para seguir a tarefa que cumprem rigorosamente: a evangelização nas ilhas no entorno da cidade de Belém. O projeto é desenvolvido pela Pastoral das Ilhas, da Arquidiocese de Belém, que é formada pelas Comunidades Católicas Casa da Juventude (Caju) e Mar Adentro.
“É algo que a gente não mensura. A vocação missionária está dentro do ‘ser Caju’, é um serviço que fazemos com muito amor. É uma das melhores formas que encontro para levar ao mundo a Alegria da Ressurreição de Cristo”, explica Aline Sotão, uma das coordenadoras do grupo de Assistência Missionária da Comunidade Caju.  A Caju desenvolve o trabalho de evangelização realizando celebrações eucarísticas, formações sobre a Palavra e a vida na Igreja, além de trabalhos lúdicos com as crianças da região.
E para quem tem o ardor missionário no nome não seria diferente. A Comunidade “Mar Adentro” desenvolve, há sete anos, o trabalho junto às comunidades ribeirinhas, como são chamados os moradores do entorno dos rios. “A primeira necessidade que identifico nos moradores das ilhas é a sede de Deus. Como em qualquer outra região, o homem tem necessidade do encontro pessoal com Cristo. A partir daí percebo que eles têm necessidades de serem valorizados, amados como filhos de Deus e isto se dá através do reconhecimento da cultura própria deles  e também da conscientização da região metropolitana sobre  necessidades básicas que eles não têm acesso, por exemplo, saúde”, enfatiza a Supervisora da Missão em Belém, Léa Bizeto.
A missão abraçada pelos leigos tem transformado muitas realidades. Mudança que se percebe no jeito de dona Altamira Pimentel, aos 64 anos de idade, contar como a construção de uma pequena capela em uma palafita mudou o seu cotidiano. Dona Altamira, vizinha da capela, é a responsável pelos cuidados com a ermida.  “Antes as missas eram feitas na minha casa, agora recebemos as visitas. Eles nos ensinam a rezar, a viver melhor pra Deus”, a senhora só interrompe a conversa com a chegada de Erick, de 7 anos,  um de seus oito netos: “Bença vó!”. “Deus te acompanhe meu filho”, responde ela com um sorriso no rosto. E assim a evangelização segue de geração em geração.
Para o bispo auxiliar da arquidiocese de Belém, dom Teodoro Mendes, a presença da Igreja nas regiões mais distantes é caminho para a dignidade. “Todo este trabalho inclui a promoção humana. A Igreja também assume como parte de sua missão a defesa da justiça, da integridade, da criação. Onde o povo estiver a Igreja tem que se fazer presente”, afirma.  Dom Teodoro conta ainda que não se trata de um trabalho de assistência. “O que seria destas comunidades sem esses momentos? Isso os ajuda a crescer e a assumir o seu protagonismo local para que caminhem com seus próprios pés”, destaca.

Termina nesta quarta-feira, 19 de setembro, o período de inscrições para o 2º Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos (Ebruc) que acontece de 12 a 14 de outubro de 2012 no Colégio Marista Santa Maria, em Curitiba, Paraná. As inscrições devem ser feitas pela internet no site www.ebruc.setoruniversidades.org.br. O investimento é de R$ 75,00 que inclui hospedagem coletiva nas salas de aula do colégio e alimentação durante o encontro. Os inscritos devem ficar atentos ao boleto que será gerado e deve ser pago dentro do prazo de 5 dias.
Com o tema Educação e Cultura: areópagos da missão e o lema “Falamos daquilo que sabemos, testemunhamos o que vimos” (Jo 3, 11) a programação do 2º Ebruc inclui oficinas temátivas, espaços de areópagos, rodas de conversa, palestras, apresentações culturais de teatro, dança e música, além de momentos de oração, celebrações eucarísticas, diálogos abertos com bispos e muitas surpresas para todos os estudantes universitários, professores, religiosos, agentes de pastoral e outros interessados pela reflexão e ação evangelizadora no meio acadêmico que participarem do encontro.
O 2º EBRUC é promovido pela CNBB, por meio do Setor Universidades da Comissão Espiscopal Pastoral para Cultura e Educação, e pela Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec), com o apoio do Grupo Marista, Pastoral da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Arquidiocese de Curitiba e Pastoral Juvenil Marista.

Uma celebração eucarística na manhã desta segunda-feira, 17, deu início ao Curso de Iniciação à Missão no Brasil para missionários e missionárias que chegam do Exterior. A formação é realizada pelo Centro Cultural Missionário (CCM) em Brasília. Trata-se do CENFI, edição 108, que conta com a participação de 20 cursistas vindos da América Latina, Central, África, Europa e Ásia.
O diretor do CCM, padre Estevão Raschietti, presidiu a celebração e aproveitou a homilia para dar as boas vindas à nova turma. “Sintam-se acolhidos nesta casa. Aqui vocês aprenderão muitos conteúdos que servirão para a missão o trabalho missionário no Brasil, desde o aperfeiçoamento da língua portuguesa à história da Igreja e da sociedade brasileira”, disse.
Uma das características do CENFI é a extensão. O curso tem duração de três meses, por isso, os cursistas conviverão durante todo esse período juntos no Centro Cultural Missionário estudando diversos módulos como português; introdução sobre a sociedade e a Igreja no Brasil; e estágio em casas de famílias, se adaptando à vida no Brasil através das relações fraternas..
Ainda em sua homilia, padre Estevão falou da importância desse período de convivência. “O Brasil é feito de diferentes raças, estados, mas é Jesus que une a todos. Ao longo do curso vocês estarão convivendo, conhecendo as limitações e dificuldades dos colegas, mas saibam que é um momento de aprendizado muito importante com o objetivo de levar o anúncio do Reino de Deus”.
Participou da missa o pastor da Igreja Luterana Manfrid Weidt, alemão, que também fez o CENFI em 1986. Hoje ele participou da abertura da edição 108 porque trouxe um  casal de obreiros da Igreja para fazer o curso. “É uma formação importante principalmente com relação ao aprendizado da língua portuguesa. Os nossos missionários da Igreja Luterana sempre que enviados ao Brasil, fazem a formação do CCM. Desta vez trouxemos o casal Sônia e Lars, que trabalharão na região Nordeste por tempo indeterminado”, contou o pastor que já está no Brasil há 28 anos, é casado com uma alemã e é pai de três brasileiros.
Falou de suas expectativas o jovem Samuel Davi Miranda Atoche. Ele é do Peru, religioso da Congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada. Já atuou como missionário na Guatemala, em 2011. Após o curso do CCM, a partir de janeiro de 2013, ele atuará na cidade de São Paulo (SP) por quatro anos.
“Estou muito contente em estar no CENFI. É um espaço que me dá a oportunidade de aprender a língua portuguesa e nos possibilita partilhar a vida, a missão, sobretudo com todos os outros cursistas. Espero aprender as diversas culturas deste país, a vida missionária, pastoral e comunitária”, contou Davi.
Ainda hoje os cursistas participam de entrevistas individuais com a equipe de professores do curso. E, a partir de amanhã, 18, eles começam a estudar. “Amanhã eles começam a estudar noções de gramática, conversação e cultura brasileira. As quatro primeiras semanas, porém, são dedicadas ao estudo da língua. A partir da quinta semana eles têm palestras no turno vespertino sobre a situação e história da Igreja no Brasil, a sociedade e aspectos políticos e históricos que irão ajudá-los a entender além da língua, o nosso país, para construírem a base do seu trabalho missionário. É um curso completo para quem vai atuar no Brasil”, resumiu a professora Susana Oliveira, formada em Letras pela Universidade de Brasília (UnB).

Uma onda de protestos de indígenas por todo o Brasil, iniciados em julho, levou a Advocacia Geral da União (AGU) a suspender novamente a polêmica Portaria 303. Se entrar em vigor, a medida permitirá intervenções militares e empreendimentos hidrelétricos, minerais e viários em terras indígenas sem consulta prévia aos povos, além de prever a revisão dos territórios já demarcados e homologados.
Segundo a Portaria 415, publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira, dia 17 de setembro, a "Portaria [303] entra em vigor no dia seguinte ao da publicação do acórdão nos embargos declaratórios a ser proferido na Pet 3388-RR [Raposa-Serra do Sol] que tramita no Supremo Tribunal Federal".
"Traquiliza um pouco - não 100%, mas tranquiliza um pouquinho saber que ela não vai entrar em vigor já, como achávamos que poderia acontecer", comenta a liderança guarani Marcos Mariano de Moraes. Desde terça-feira, 18 de setembro, Marcos e outros mil indígenas das etnias Kaingang e Guarani estão bloqueando uma estrada federal e uma estadual no Rio Grande do Sul, e outra Rodovia Federal em Santa Catarina, exigindo a imediata revogação da Portaria.
Desde a publicação da medida, dezenas de protestos ocorreram em todo o Brasil, e diversas delegações estiveram na Capital Federal para pressionar o governo e a AGU a revogarem o dispositivo.
O problema, agora, é que a suspensão permanece até a votação do acórdão das condicionantes da Terra Indígena Raposa-Serra do Sol. "Precisamos agora analisar e discutir entre nós esse processo, essa nova Portaria, e o que nós vamos fazer. Eu não sei se ela é boa. Por enquanto, a gente continua aqui em movimento", conclui Marcos.

Nesta terça-feira, 18 de setembro, completou-se um ano de peregrinação, pelo Brasil, da cruz e do ícone de Nossa Senhora em preparação para a Jornada Mundial da Juventude que será realizada em julho de 2013 no Rio de Janeiro. Pe. Antonio Ramos do prado, assessor da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB faz uma avaliação desse período.
"A Cruz Peregrina é um símbolo da fé católica, da evangelização, da união de várias nações com o objetivo de expressar redenção e fé. Porém, a Cruz Peregrina tem um significado maior, mais forte, mais amplo: representa a figura de Cristo Salvador, o cordeiro de Deus.
No Brasil os Ícones chegaram no dia 18 de setembro de 2011 na cidade de São Paulo. Uma grande festa religiosa aonde reuniu 100 mil jovens. A partir desse dia os ícones iniciaram a peregrinação no território brasileiro levando esperança e alegria aos jovens para que eles tenham vida em abundância.
Os ícones da JMJ têm proporcionado um fervor apostólico em todas as dioceses por onde passam. O clero tem reafirmado a opção afetiva e efetiva pelos jovens da Igreja do Brasil.. Um novo olhar de esperança para a juventude que nesse momento é uma população de mais 52 milhões no Brasil.
Os Ícones têm levado esperança aos presídios, casas de recuperações de dependente químico, orfanatos, riberinhos, aldeias indígenas, etc. Deus esta presente em cada um desses lugares de sofrimento e deseja que os seus filhos possam viver com dignidade, pois a vida é um presente amoroso de Deus.
Ao passar pelas escolas e universidades os Ícones provocam na vida dos jovens e de seus educadores um desejo amadurecer a fé e rever o próprio projeto de vida. Em especial nas universidades o debate entre Fé x Razão tem sido um ponto fundamento para o diálogo e respeito pela diversidade religiosa.
Os eventos de massa como Boté, procissões e fóruns têm sido um espaço de visibilidade de Evangelização e ao mesmo tempo os cantores católicos do Brasil propagam o Evangelho através da música e da arte. São milhares de jovens que participam desses espaços e divulgam o Evangelho em outros meios.
O Papa João Paulo II, ao entregar a Cruz aos jovens disse “Meus queridos jovens, ao concluir este Ano Santo, confio­vos o símbolo deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Levai-a pelo mundo afora como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciai a todos que só na morte e ressurreição de Cristo é que poderemos encontrar salvação e redenção”. Assim os ícones especialmente através dos jovens propagam o Evangelho e leva os jovens a evangelizarem outros jovens.
A missão continua. No mês de dezembro os ícones irão para os outros países do Cone Sul – Paraguay, Uruguay, Argentina e Chile e após esse caminho internacional retornará para o Brasil e continuará o seu itinerário até a JMJ no Rio de Janeiro".

A programação de lançamento nacional da próxima Campanha da Fraternidade (CF), cuja temática será juventude, está definida. O planejamento foi feito durante reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 19 de setembro, em Natal (RN). A próxima edição da CF, em 2013, celebra os 50 anos da criação da iniciativa. Ao abrir a reunião, o arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira da Rocha, falou da satisfação da Arquidiocese de Natal em sediar o lançamento da CF 2013. “Será um momento de resgate da história da Campanha da Fraternidade, que começou aqui. Ficamos muito felizes pela compreensão da CNBB em nos conceder a alegria desse momento, na história da Campanha. Para nós, é muito significativo”, disse o arcebispo. O assessor da CF da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Luiz Carlos lembrou que a edição de 2013, além de ser um momento comemorativo, será também um momento de revisão da Campanha da Fraternidade. “A Campanha tem um forte poder de evangelização e, por isso, precisamos, cada vez mais, aprimorá-la”, ressaltou. Ele lembrou que a decisão de fazer o lançamento da em Natal foi do Conselho Episcopal Pastoral – CONSEP, da CNBB. Para o lançamento, ficou definida uma visita ao município de Nísia Floresta (RN) – lugar onde a Campanha teve início, na manhã da quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013;  ainda no dia 14, à tarde, haverá uma entrevista coletiva com a imprensa; no dia 15, será realizado um seminário sobre a temática da CF 2013 – “Fraternidade e Juventude”. Neste mesmo dia, às 17 horas, será realizada a solenidade oficial de lançamento, e, às 20 horas, na Catedral Metropolitana, será celebrada missa, seguida de um show.Segundo o Padre Luiz Carlos, antes, no dia 13, quarta-feira de cinzas, em Brasília, a presidência da CNBB receberá a imprensa, em entrevista coletiva. Também participaram da reunião o assessor da Comissão Episcopal para a Juventude, Padre Carlos Sávio Ribeiro; o bispo referencial para a juventude no Regional Nordeste 2, Dom Bernardino Marchió; o bispo referencial para Campanhas para o Regional Nordeste 2, Dom Francisco Lucena; além das coordenações de Campanhas do Regional e a coordenação arquidiocesana do Setor Juventude.Origem da CFA primeira Campanha foi realizada na Arquidiocese de Natal em abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico, Dom Eugênio de Araújo Sales. O objetivo era fazer uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da Arquidiocese. A comunidade rural Timbó, no município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu, pela primeira vez.O lançamento foi feito oficialmente numa entrevista do Administrador Apostólico da Arquidiocese às Rádios Rural de Natal e Poty. Dizia, então, Dom Eugênio: “Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe; não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever; um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”.A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2, nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. Em 1964, a CNBB assumiu a Campanha da Fraternidade.

No dia 5 de setembro, a arquidiocese de Curitiba (PR), por meio do Conselho de Leigos, realizou um bate-papo na Cúria Metropolitana com os oito candidatos à prefeitura de Curitiba. O bate-papo teve início às 20h e trouxe mais de 250 interessados. O evento teve como um dos objetivos ver qual era a postura dos candidatos em relação a alguns temas considerados importantes pelos católicos, como a preservação da vida.
Num primeiro momento, os candidatos explanaram e se posicionaram quanto a dois temas propostos pela Arquidiocese: "preservação da vida" e "políticas públicas". Após o bate-papo, foram convidados a responder, cada um, a cinco questões da plateia, referentes aos dois temas discutidos.
Por mais de uma vez, os mediadores do debate tiveram que pedir aos candidatos que se restringissem a falar somente sobre os assuntos das perguntas e que não atacassem uns aos outros, já que não haveria tempo de resposta ou de réplica. O evento teve como um dos objetivos analisar a postura dos candidatos em relação aos temas supracitados, considerados importantes pelos católicos.

Por volta das 19h30, desta segunda-feira 17/09, teve início, na Residência Episcopal, um encontro entre o arcebispo de Maceió (AL), dom Antônio Muniz Fernandes e sacerdotes, com os candidatos à Prefeitura de Maceió. A intenção do encontro foi apresentar uma Carta de Compromisso com dez propostas para o futuro gestor do Município.
Além dos candidatos à prefeitura, estavam presentes alguns candidatos ao cargo de vereador, e líderes de pastorais da arquidiocese. Postos os candidatos, também compuseram a mesa: monsenhor José Augusto, vigário-geral da arquidiocese; o cônego Walfran Fonseca, coordenador da Comissão de Formação Política da arquidiocese de Maceió; e o padre Rogério Madeiro, representante das Obras Sociais da arquidiocese.
Na ocasião, dom Antônio saudou os candidatos dizendo: “nossa intenção aqui não é promover um debate de ataques a qualquer candidato ou candidata, mas apresentar uma Carta de Compromisso e colher a assinatura vossa como uma forma de assegurar o compromisso de quem for eleito, a fim de que olhe com cuidado para estas dez propostas que se apresentam como um decálogo, em favor do povo de Maceió”. (Leia os dez itens no final da matéria).
Após a fala do arcebispo, e tendo a moderação do mesmo, cada candidato teve dez minutos para falar ao público presente sobre a sua postura perante as dez propostas apresentadas pela Igreja Católica que está em Maceió. A ordem da fala se deu mediante o posicionamento convergente dos candidatos na mesa. Em seguida, foi servido um jantar a todos os presentes ao evento seguido de uma sessão de perguntas. Serviram-se do momento de questionamento os padres Eduardo Tadeu, Paschal Singarayan e Cícero Leite que tocaram em temas como violência, saneamento básico, educação e gestão do patrimônio.
Por fim, vale dizer que o encontro durou cerca de três horas num clima de concórdia e respeito mútuo entre os candidatos, onde estes foram unânimes em agradecer a arquidiocese de Maceió pela feliz e importante iniciativa. Concluindo, o arcebispo disse estar muito contente com a correspondência dos mesmos, ao passo em que pediu as bênçãos de Deus para o futuro gestor ou gestora municipal de Maceió.
10 pontos da Carta de Compromisso
1) Ampliar o acesso à educação infantil, com disponibilidades de creches e pré-escolas de qualidade para as crianças com menos de seis anos de idade;
2) Promover programas de atendimento às pessoas portadoras de deficiência;
3) Implementar a educação de qualidade em tempo integral para crianças, adolescentes e jovens, com a inclusão de Terapia Ocupacional através das atividades de música, arte e esporte nas escolas de comunidades com risco e/ou vulnerabilidade social, vítimas da exclusão social;
4) Erradicar o analfabetismo e fortalecer a cidadania;
5) Investir na oferta de saneamento básico para 100% da população, com tratamento de água e serviços de coleta e tratamento de esgoto;
6) Oferecer Programas de capacitação profissional para adolescentes, jovens e adultos, objetivando inseri-los no mercado de trabalho;
7) Implementar o “Pacto pela Saúde”, que estabelece o compromisso e a solidariedade dos gestos com a vida, a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e a gestão dos serviços de saúde, com prioridade para com a saúde do idoso, Garantia do acesso e atendimento com qualidade às gestantes com oferta de, no mínimo, seis consultas de Pré-Natal e exames básicos, o controle do câncer de colo, de útero e de mama, a redução da mortalidade materna e infantil, o fortalecimento da atenção básica, a promoção da saúde e ações para o controle de doenças emergenciais e endemias, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza;
8) Aumentar a cobertura do Programa de Saúde da Família – PSF, de 27% atuais para 100% da população maceioense, garantindo com isso, a resolubilidade de 80% dos casos de doenças da população;
9) Combater o trabalho infantil retirando todas as crianças da rua, especialmente dos semáforos e oferecer atenção aos moradores de rua implantando Albergues e implementando os existentes, visando à inserção social destes junto à família e a sociedade;
10) Oferecer e apoiar programas de recuperação e reabilitação de dependentes químicos, inclusive com financiamento de projetos e garantia da oferta de ações e serviços da rede pública (saúde, educação e assistência social) para esse público.

A arquidiocese de Mariana (MG), por meio de seu arcebispo, dom Geraldo Lyrio Rocha, emitiu uma declaração sobre o crescimento da atividade mineradora e industrial em boa parte da região compreendida pela arquidiocese. Segundo dom Geraldo, como a declaração visa os princípios éticos e cristãos no posicionamento da Igreja em relação à defesa da vida, em favor da preservação do meio ambiente e da conservação do patrimônio histórico, artístico, cultural e religioso do estado.
Leia abaixo a declaração de dom Geraldo Lyrio Rocha, durante a celebração do Jubileu do Senhor Bom Jesus, na cidade de Congonhas:
Declaração da Arquidiocese de Mariana diante dos impactos da atividade mineradora e industrial
O crescimento da atividade mineradora e industrial em grande parte da região compreendida pela Arquidiocese de Mariana, com suas múltiplas consequências, motiva a presente declaração, por ocasião da celebração do Jubileu do Senhor Bom Jesus, na cidade de Congonhas. Como Pastor desta porção do rebanho de Cristo,  dirijo-me às autoridades, aos empresários e a todos os cidadãos comprometidos com o bem comum, reafirmando, à luz dos princípios éticos e cristãos, a posição da Igreja em defesa da vida, em favor da preservação do meio ambiente e da conservação do nosso patrimônio histórico, artístico, cultural e religioso.
Mesmo reconhecendo o progresso, impulsionado em grande parte pelo avanço científico e tecnológico, que gera emprego, renda e recursos econômicos e financeiros, não podemos desconhecer o risco dos impactos causados à qualidade de vida de nosso povo, ao meio ambiente e à preservação de seu precioso patrimônio. Tais impactos são, muitas vezes, ignorados em nome do desenvolvimento econômico. Em sua encíclica Populorum Progressio, dizia o Papa Paulo VI: “o desenvolvimento não se reduz a um simples crescimento econômico e, para ser autêntico, deve ser integral, isto é, deve promover o ser humano todo e todos os seres humanos” (cf. PP 14).
O progresso, portanto, deve ser regulado não apenas pelas leis da economia e do mercado, mas também por princípios éticos e morais que permitam um desenvolvimento sustentável, com responsabilidade social. Toda atividade mineradora e industrial deve ter como parâmetro o bem estar da pessoa humana, buscando a superação dos impactos negativos sobre a vida em todas as suas formas e a preservação do planeta, com respeito ao meio ambiente, à biodiversidade e ao uso responsável das riquezas naturais. É preciso empregar todos os esforços para manter viva a natureza, preservar os mananciais e as nascentes, garantir o habitat dos seres vivos e defender as espécies ameaçadas de extinção.  Com sabedoria ensina-nos o Papa João Paulo II: “A programação do desenvolvimento econômico deve considerar atentamente a necessidade de respeitar a integridade e os ritmos da natureza, já que os recursos naturais são limitados e alguns não são renováveis” (cf. SRS, n. 26). Além da defesa do meio ambiente, é de fundamental importância que se garanta o respeito à vida humana em todas as suas dimensões e em todas as suas fases, desde a concepção até o seu término natural, e se promova a “ecologia humana”, conforme a expressão do Papa João Paulo II.
Diante dos grandes investimentos econômicos que transformam várias cidades desta Arquidiocese, os cidadãos, por meio de mecanismos de controle social, como os conselhos municipais, têm direito a reivindicar melhorias sociais e ambientais, a cobrar medidas eficazes que atendam às prioridades defendidas pela comunidade, a exigir que os impostos sejam devidamente aplicados em sua finalidade e a lutar por medidas que garantam o respeito à dignidade de todos, com especial atenção aos trabalhadores e suas famílias. Preocupa-nos, de modo particular, a situação das famílias forçadas a deixarem suas casas e suas terras (às vezes sem receberem indenização justa) ou atraídas pela ilusão do dinheiro da desapropriação. Para defender a vida, medidas urgentes precisam também ser tomadas em relação às condições das rodovias e à segurança no trânsito, especialmente nessa região.
A Igreja Católica é depositária e guardiã de enorme parte do patrimônio histórico e artístico do Brasil, cuja preservação é responsabilidade de todos. Na cidade de Congonhas, a Arquidiocese de Mariana é proprietária de importantes obras reconhecidas pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, entre as quais se incluem as capelas dos passos, as estátuas dos profetas, o Santuário do Senhor Bom Jesus com seu entorno e a Praça dos Romeiros. A Igreja tem consciência da importância histórica, artística e cultural desse acervo, e reafirma que se trata, antes de tudo, de autêntico patrimônio religioso, expressão de fé daqueles que edificaram esse lugar sagrado, espaço privilegiado de manifestações da devoção e piedade de nosso povo e dos numerosos romeiros vindos de tantas partes de Minas Gerais, de outros Estados e do exterior. A utilização desse espaço não é incompatível com a atividade turística, desde que sejam respeitadas suas finalidades originais e sua destinação religiosa. A Arquidiocese de Mariana, atenta ao desenvolvimento dessa região, reafirma que a atividade industrial e a exploração mineradora devem respeitar esses bens culturais e contribuir para sua conveniente preservação.
Por intercessão de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais, imploramos ao Senhor Bom Jesus que derrame suas bênçãos sobre todos nós e nos ajude a promover a vida, a preservar o meio ambiente, a proteger o patrimônio histórico, artístico, cultural e religioso de Congonhas e demais municípios desta bela e rica região de nosso Estado, dom de Deus e obra da criação humana.
Congonhas, 14 de setembro de 2012Jubileu do Senhor Bom Jesus+Geraldo Lyrio RochaArcebispo de Mariana (MG)

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