RADIO IDEAL FM 104,9: 5 dicas para otimizar as reuniões na empresa Uma r...

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RADIO IDEAL FM 104,9: 5 dicas para otimizar as reuniões na empresa Uma r...: Reuniões longas e ineficientes continuam sendo desafios enfrentados por empresas de qualquer tamanho e segmento, em qualquer parte. O mundo ...

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5 dicas para otimizar as reuniões na empresa Uma reunião produtiva costuma ser rápida, ter um objetivo a ser alcançado e gerar algum tipo de ação futura Por Christian Barbosa

08:55 Radio Ideal FM 0 Comentarios


Reuniões longas e ineficientes continuam sendo desafios enfrentados por empresas de qualquer tamanho e segmento, em qualquer parte. O mundo corporativo criou péssimos hábitos na condução e realização de reuniões. Não há cumprimento de horários, as pessoas são chamadas de última hora, muitas vezes desconhecem o real propósito da reunião, a condução é cheia de conversas paralelas e fica difícil manter o foco.

Reuniões sem foco levam a equipe a perder tempo, a falhar na execução de suas prioridades e a reclamar da falta de tempo para fazer o que realmente precisa. Tenho sido muito questionado nos últimos tempos sobre como é possível reduzir o número de reuniões e aumentar a produtividade das mesmas.
Por esse motivo, organizei algumas dicas úteis e rápidas para otimizar as reuniões. Confira abaixo:
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Imagem: Thinkstock

Tenha o objetivo e pauta visíveis

Defina o que deve ser alcançado quando a reunião terminar (objetivo) e os itens que ajudarão a tornar isso possível (pauta). Envie aos participantes na convocação e durante a reunião mantenha visível a todo o momento.

Use um cronômetro

Nos principais comércios populares existem cronômetros de até 2h por menos de R$ 30! Controlar o tempo é dever de todos na reunião, quando o tempo fica visível é mais fácil de conseguir manter o controle do tempo.

Conduza a reunião

Escolha uma pessoa para conduzir a reunião, de forma que organize a conversa, as ideias, registre as ações posteriores e corte conversas paralelas.

Não trabalhe na reunião

Se não for uma reunião aonde algum trabalho deva ser feito, mas apenas discutido, não caia no erro de agir durante a reunião, além de tomar tempo acaba perdendo o foco da discussão.

Envie um e-mail de fechamento

Ao terminar a reunião envie um e-mail aos participantes agradecendo a presença e pontuando as principais ideias e ações definidas.
Uma reunião produtiva costuma ser rápida, ter um objetivo a ser alcançado e gerar algum tipo de ação futura.

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Novo manual de jornalismo proíbe o uso de câmera oculta em emissoras de TV pública

08:50 Radio Ideal FM 0 Comentarios



O uso de câmera oculta pode ser proibido em emissoras de TV pública controladas por órgãos federais, segundo informações da ‘Radar On-line’, coluna editada por Lauro Jardim no site da Veja. A EBC, responsável pelo manual de jornalismo do grupo, finalizou o documento, nesta sexta-feira, 22. Ele será discutido pelo Conselho Curador para ser aprovado.
A página editada por Jardim publicou um trecho da proposta do novo manual de jornalismo para as emissoras da Empresa Brasil de Comunicação, a EBC. O texto divulgado pela ‘Radar On-line’ informa que os profissionais também estarão proibidos de usar disfarces e de omitir a identidade.
Confira o trecho:
“Seus profissionais, por regra, não adotam disfarces para obtenção de informações, nem câmeras ou microfones ocultos, assim como não se valem do truque de omissão da identidade de jornalista. A possibilidade de se usar recursos e disfarces para se obter uma informação tem de ser em caráter excepcional”.

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Projeto da Gazeta do Povo leva assinantes à redação do jornal

08:49 Radio Ideal FM 0 Comentarios



Traço no Ibope faz Rede TV testar programa de Rafinha Bastos na madrugada

O Saturday Night Live’, atração humorística da Rede TV apresentada por Rafinha Bastos, ex-‘CQC’, ganhou reprise nas madrugadas de domingo. Às 0h30 desse dia 24, o programa exibido sete dias atrás...Leia Mais
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Novo manual de jornalismo proíbe o uso de câmera oculta em emissoras de TV pública

O uso de câmera oculta pode ser proibido em emissoras de TV pública controladas por órgãos federais, segundo informações da ‘Radar On-line’, coluna editada por Lauro Jardim no site da Veja. A...Leia Mais

Estadão acerta parceria com a FGV para a cobertura do julgamento do mensalão

O jornal O Estado de São Paulo fechou uma parceria com a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O impresso fará cobertura exclusiva do julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal...Leia Mais

G1 lança subeditoria 'Mídia & Marketing'

Projeto da Gazeta do Povo leva assinantes à redação do jornal

Sônia Bridi vai participar de bate-papo na Praia de Copacabana

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Hábito de ler está além dos livros, diz um dos maiores especialistas em leitura do mundo

08:47 Radio Ideal FM 0 Comentarios



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Marco Regulatório: Senhor ministro, o que falta?

08:45 Radio Ideal FM 0 Comentarios





Por Venício A. de Lima
Um ano e meio após a posse da presidenta Dilma Rousseff, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo fez um importante pronunciamento sobre “Regulação e Liberdade de Expressão”, na abertura do 26º Congresso da Abert, em Brasília, na terça-feira (19/6). Estava lá boa parte dos concessionários do serviço público de radiodifusão. Ausentes os empresários filiados a Abra (redes Band e RedeTV!) e a Abratel (Rede Record).
Trata-se, sem dúvida, do mais claro posicionamento deste governo sobre o tema até o dia de hoje [ver aqui a íntegra do discurso do ministro].
A cobertura da grande mídia sobre a abertura do Congresso da Abert, por óbvio, optou por destacar a “flexibilização” do horário de transmissão da Voz do Brasil e as garantias sobre a “liberdade da imprensa” – como se ela estivesse sob constante ameaça. Uma leitura isenta do pronunciamento do ministro das Comunicações, todavia, não poderá ignorar que, além das reiterações de praxe sobre o respeito à liberdade de expressão e a ausência de incompatibilidade entre regulação e democracia, estão lá as seguintes afirmações:
1.A questão de um marco regulatório para as comunicações no Brasil se transformou em questão de “bom senso”:
“Quanto à necessidade de regulação, ou de atualização das leis que regem a comunicação no Brasil, minha expectativa é de que o tema avance e ganhe apoio rapidamente, até por questão de bom senso”;
2.A legislação do setor está totalmente defasada e as normas e princípios constitucionais sobre o assunto não foram regulamentadas:
“O rádio e a televisão são regulados por uma Lei que completa meio século de vida em 27 de agosto próximo. Se não bastasse, a Constituição de 1988 prevê que questões como a programação local e independente ou o estímulo à cultura regional sejam regulamentadas. E até hoje inexiste qualquer lei que discipline como isso deve ser feito”;
3.Não deve surpreender, portanto, que exista uma série de questões concorrenciais, jurídicas e estratégicas que não encontra resposta no quadro legal existente. Alguns exemplos:
“A regra que obriga o controle de empresas jornalísticas por capital brasileiro vale para a internet? As empresas que vendem conteúdos online ou em televisores conectados devem ser submetidas a regras semelhantes às da TV paga ou radiodifusão? O que deve ser feito para que o audiovisual brasileiro continue a ser produzido e veiculado em um mercado no qual a infraestrutura e os serviços estão em mãos de grandes empresas multinacionais? Como se pode garantir a livre circulação de conteúdos e a pluralidade de fontes de informação em um mercado que tende à concentração, como é o caso das telecomunicações ou dos gigantes da Internet? Quais devem ser os mecanismos para que o Brasil continue a contar com um ambiente jurídico e normativo que permita, no longo prazo, que empresas continuem a prestar serviços gratuitos, como é o caso atual do rádio e da televisão?”;
Acesso plural
4.A possibilidade de avanços na normatização do setor chegou ao limite. Não há como prosseguir sem um novo marco regulatório:
“Com a modernização do Regulamento de Serviços de Radiodifusão (…) chegaremos ao limite dos avanços infralegais que podem ser feitos no atual ambiente regulatório das comunicações. Para irmos além, precisamos de uma nova Lei – e não podemos esperar que o rádio e a televisão sejam substituídos pela Internet para dar início à sua formulação”;
5.Os objetivos de uma Lei Geral proposta pelo Executivo não incluem a prática do jornalismo e, portanto, não se aplicarão a jornais e revistas. São eles:
“(a) regulamentar os artigos constitucionais relativos à comunicação eletrônica,(b) modernizar as regras provadamente defasadas e (c) possibilitar o tratamento à convergência tecnológica”;
6.A ausência de interferência do Estado (liberdade negativa) não é garantia da liberdade de expressão. É necessário que o cidadão comum tenha também garantidos seu direito de acesso à informação e às tecnologias que “mediam” o debate público:
“Abominamos a censura ou o que se chamou de “controle sobre a mídia”. Do mesmo modo, sabemos que o pleno exercício das liberdades individuais vai muito além da não interferência do Estado nas atividades jornalísticas. Ele passa pelo acesso dos cidadãos às variadas fontes de informação e meios de comunicação”.
Questão premente
A nota à imprensa divulgada pela Abert ao término do seu 26º Congresso fala em “resultados altamente positivos” e destaca especificamente “a garantia do governo, através do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, de que o novo marco legal da comunicação eletrônica será fruto de diálogo com toda a sociedade e que seu conteúdo respeitará os princípios de liberdade de expressão e de imprensa, sem impor qualquer tipo de controle sobre os veículos de comunicação no país” (ver aqui a íntegra da nota).
Nas últimas semanas, setores impermeáveis até mesmo ao debate sobre um marco regulatório para as comunicações têm feito declarações reconhecendo a necessidade de uma proposta legal e de sua discussão pública.
Diante desses fatos, reaparece a incontornável questão: o que impede o governo da presidente Dilma de colocar em debate uma proposta de regulação para setor de comunicações?
Senhor ministro, o que falta?
[Venício A. de Lima é jornalista, professor aposentado da UnB e autor de, entre outros livros, de Política de Comunicações: um balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012]

Rádios Comunitárias de cinco regiões de Minas Gerais se mobilizaram em encontros. O Estado possui a maior quantidade destas emissoras no Brasil. Foram realizadas reuniões no Triângulo Mineiro, Sul de Minas, Norte de Minas, Centro-Oeste Mineiro, Campo das Vertentes e Região Metropolitana. As três últimas foram promovidas nos messes de maio e junho, já primeiras, aconteceram no ano passado.
Nos encontros, foram discutidos a conjuntura nacional de luta pelo financiamento público, a alternância de canais, o aumento da potência e a formação dos comunicadores. As emissoras também expuseram suas dificuldades e conquistas sociais. No encontro do Campo das Vertentes, no dia 5 de maio em Barbacena, Davi (Rádio Libertas de Ressaquinha) defendeu a necessidade de formação dos locutores. A importância da organização das emissoras comunitárias foi lembrada por Pedro Ivo na reunião na reunião da região metropolitana (25 de maio, em Belo Horizonte).
Jerônimo, da Mega Fm de Igaratinga, reivindica uma urgente mobilização para a mudança dos canais, durante o Encontro do Oeste Mineiro, no dia 26 de maio, em Divinópolis. Por sua vez, Caio Freitas, da Liberdade 98 Fm de Nova Serrana, sugeriu a produção colaborativa de conteúdo, durante o Encontro das Rádios da Central Mineira, no dia 23 de junho. Em Governador Valadares, João Venâncio, da Nova Tropical Fm de São Sebastião da Antra, luta para que a emissora cheguem às comunidades rurais.
O articulador da Abraço Minas Gerais, Ismar Capistrano, que coordenou os últimos encontros, explica que irá realizar ainda no Vale do Jequitinhonha e Zona da Mata para em seguida reunir os coordenadores das regionais e organizar o Congresso Estadual. O coordenador executivo da Abraço Nacional, José Sóter, acredita que o evento será o maior da história da Abraço no Estados.
Informações: Ismar Capistrano

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A internet pressiona o jornal

08:43 Radio Ideal FM 0 Comentarios



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INTERNAUTA DEVERÁ PAGAR INDENIZAÇÃO POR OFENSAS PUBLICADAS NA INTERNET

08:41 Radio Ideal FM 0 Comentarios



MUNICÍPIO PAGARÁ R$10 MIL DE DANOS MORAIS POR COBRANÇA INDEVIDA DE IPTU

A 2ª Câmara de Direito Público alterou sentença da comarca de Lages e fixou em R$10 mil a indenização, por danos morais, a um herdeiro cujo pai, falecido em 1989, foi executado judicialmente 11 vezes a fim de que pagasse IPTU atrasado.
Inconformado com a derrota, apelou para dizer que as inscrições em dívida ativa eram irregulares, já que o imóvel pertenceu à família de 1984 a 1989, ano em que deixou de lhes pertencer. O desembargador João Henrique Blasi, relator da questão, anotou que "patenteada está, então, a erronia com que agiu a Municipalidade, ao buscar a cobrança de tributo indevido, tendo agido, pois, abusivamente".
Já o fato de a causa ser movida pelo filho do executado, o magistrado afirmou que "não se pode subtrair dos filhos o direito de defender a imagem e a honra de seu falecido pai, pois eles, em linha de normalidade, são os que mais se desvanecem com a exaltação feita à sua memória, como são os que mais se abatem e se deprimem por qualquer agressão que lhe possa trazer mácula. E não há falar em mero contratempo cotidiano, senão que em evidente situação vexatória, geradora de sentimentos negativos a quem se vê não apenas injustiçado, mas também obrigado a promover defesa em processo judicial descabido. ". A votação foi unânime. (AC 2011.102682-7)

CLÍNICA CONDENADA POR FALHA EM TRATAMENTO ODONTOLÓGICO

A 9ª Câmara Cível do TJ/RS condenou a empresa Maxidente LTDA a pagar indenização por danos morais e pagamento por perdas e danos por problemas no tratamento odontológico de paciente.
Caso
A autora contratou a clínica pelo prazo máximo de 36 meses. Após esse período foi alegado que o tratamento não atingiu o resultado esperado. Segundo a paciente, a clínica não concluiu o tratamento odontológico, extraiu dois dentes sem necessidade e recusou-se a retirar o aparelho odontológico. Além disso, o procedimento culminou com uma piora no quadro dentário da paciente.
Sentença
Na Justiça, o processou tramitou na 1º Vara Cível da Comarca de Caxias do Sul. A autora ingressou com pedido de danos morais e materiais.
A clínica argumentou que não existe vinculação entre o prazo de contrato e a conclusão do tratamento, que sendo necessária a extensão do tratamento, é cobrada taxa de manutenção e que o prolongamento do tratamento se deu em virtude da negligência do paciente.
Considerando que a prestadora de serviços não comprovou a adequação do procedimento dentário realizado e tampouco que foram alcançados os resultados esperados pela autora, o Juiz Daniel Henrique Dummer julgou o pedido procedente em parte. Determinou a retirada do aparelho ortodôntico da autora no prazo máximo de 30 dias.
Houve recurso da decisão.
Apelação
Na 9ª Câmara Cível, o Desembargador relator Tasso Caubi Soares Delabary determinou indenização pelos danos morais, bem como indenização por perdas e danos. De acordo com o magistrado, é obrigação dos dentistas mostrarem resultados. A consumidora pagou para obter a melhora do alinhamento da sua arcada dentária, não alcançou o resultado prático objetivado e, ainda restou com dois dentes extraídos e sem a substituição.
Com relação aos danos materiais, o Desembargador afirmou que ficou comprovada a necessidade de continuar o tratamento. Restou evidenciado que há a necessidade de complementação do tratamento ortodôntico a efeito de atingir o resultado esperado pela paciente, especialmente porque persiste a necessidade de implante dos dentes extraídos da recorrente.
A empresa Maxidente LTDA foi condenada ao pagamento de R$15 mil por danos morais e pagamento de indenização por perdas e danos para custear a realização de um novo procedimento dentário.
Também participaram do julgamento os Desembargadores Leonel Pires Ohlweiler e Marilene Bonzanini, que acompanharam o voto do Desembargador relator.
Apelação nº 70048800205

PAIS SERÃO INDENIZADOS POR PROPAGANDAS ENDEREÇADAS A FILHO FALECIDO

A 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do RS condenou o Banco Itaú ao pagamento de indenização de quase R$ 25 mil pelo envio de diversas correspondências e pelos reiterados telefonemas oferecendo serviços a pessoa já falecida. As cartas e ligações eram recebidas pelos pais do rapaz que, mesmo informando da morte do filho, continuaram sendo importunados.
Na avaliação do relator, Juiz Carlos Eduardo Richinitti, a prática da instituição financeira, que vem sendo adotada cada vez mais pelas grandes empresas, contraria o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Destacou especialmente o artigo 6º, que protege o consumidor da publicidade enganosa e abusiva.
Coloco-me na condição destes pais, recebendo a toda hora correspondência dirigida ao filho falecido, como se vivo estivesse, servindo apenas para tocar na ferida que jamais cicatriza e que tanto dói. A respeito das ligações, salientou que persistiram mesmo com o pedido do casal para que parassem de contatá-los, pois o filho havia falecido. Estar morto era detalhe menor, sendo que a dor dos pais, tendo que informar, a todo momento, a morte do filho, foi tomada como circunstância irrelevante e incapaz de gerar mudança na atitude fria de quem oferecia algo que não se pediu, analisou o Juiz.
Acrescentou que os autores, em dezembro de 2010, enviaram e-mail ao banco comunicando o problema e pedindo que parassem de enviar cartas. Em resposta à comunicação, a ré alegou que seriam necessárias informações adicionais para ser possível verificar o problema, como a agência e conta ou CPF do correntista. Em fevereiro do ano seguinte, nova correspondência foi enviada.
Indenização
No Juizado Especial Cível de Veranópolis, a indenização foi arbitrada em R$ 2 mil, motivando o recurso dos pais, que buscavam uma reparação de valor mais elevado.
Para o Juiz Richinitti, que analisou a apelação, trata-se de um caso emblemático. Ponderou que, de um lado, há uma instituição financeira de grande porte que, em desrespeito ao CDC, insiste em vender produtos a um filho morto, causando dor e sofrimento aos pais. Qual a dimensão econômica para o desrespeito perpetrado, ao sofrimento imposto e ao descaso da indigna? questionou. Considerando não apenas o dano causado, mas também a capacidade econômica do ofensor, entendeu por fixar indenização no valor máximo possível nos Juizados Especiais: 40 salários mínimos.
Destacou ainda a atitude da ré que, ao ser notificada do problema pelos autores, via e-mail, respondeu com um texto provavelmente padrão, informando que necessitava de mais dados e manteve a prática abusiva. Além disso, ao ser citada no processo na Justiça, manteve-se inerte, sendo condenada à revelia.
O magistrado considerou que uma condenação em valor mais significativo, de R$ 24.880,00, possa fazer com que o banco repense sua forma de agir. Ainda que isso não ocorra, ao menos servirá para que, agora, com o som mais alto da única voz que ouve e do único comando que atende, do dinheiro e do lucro, ouça a súplica de pais sofridos que pedem apenas para não mais receber correspondências dirigida ao filho morto, concluiu.
A decisão é do dia 14/6. A Juíza Adriana da Silva Ribeiro e o Juiz Eduardo Kraemer acompanharam o voto do relator.
Recurso nº 71003550910

A 6ª Câmara Cível do TJRS manteve a condenação de internauta do Município de Nova Bréscia que publicou ofensas a mulher no site de relacionamento Orkut. A indenização por danos morais foi fixada em R$ 2 mil.
Caso
De acordo com a autora da ação, após prestar homenagens no funeral de uma amiga em comum com a ré, esta publicou em seu perfil do Orkut mensagens agressivas, chamado-a de falsa, bosta e dizendo que possuía atitude medíocre. Destacou que reside em uma cidade do Interior e que a repercussão foi grande, causando-lhe sofrimento e baixa autoestima. Moradores do município testemunharam que o caso foi comentado em toda a cidade, principalmente nos círculos que a autora frequentava.
Na decisão de 1º grau, o Juiz João Regert, da Comarca de Arroio do Meio, condenou a ré ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5.450,00. A internauta apelou, alegando que não houve danos morais, já que a autora não perdeu o emprego, tampouco deixou de frequentar os lugares que costumava ir.
Apelação
Na avaliação do relator do recurso, Desembargador Artur Arnildo Ludwig, houve conduta ilícita por parte da ré e a relação entre sua atitude e o dano causado está comprovada. Destacou que na prova documental demonstra claramente as ofensas dirigidas à autora. Da mesma forma, os relatos das testemunhas apontam a repercussão do fato na cidade.
Por certo que a declaração confeccionada pela recorrente [ré] revela-se de todo constrangedora e humilhante, caracterizando abusividade e inadequação, expondo a parte autora a constrangimento exacerbado, decorrendo, pois, o dever de indenizar, concluiu. Confirmando parcialmente a sentença, entendeu por reduzir o valor da indenização para R$ 2 mil.
O julgamento ocorreu no dia 31/5. Acompanharam o voto de relator os Desembargadores Luís Augusto Coelho Braga e Ney Wiedemann Neto.
Apelação Cível nº 70043332832

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No Dia da Imprensa, Comunique-se conhece cidade sem banca de jornal e mídia local

08:36 Radio Ideal FM 0 Comentarios



"Nosso jornal vem de segunda a sexta, exceto feriados bancários. Pagamos duas vezes: primeiro pela assinatura - o jornal vem de Belo Horizonte e é entregue em Piumhi (MG). Então pagamos de novo para uma pessoa trazer para cá". O relato é de Bruno Barcelos, morador de São Roque de Minas, que fica a aproximadamente 300 km da capital estadual.
A região, que em abril passado foi palco de um sequestro que durou oito dias, não tem banca de jornal e a única rádio local, chamada de Chapadão FM, é essencialmente musical. A reportagem do Comunique-se conheceu o lugar e, no Dia da Imprensa, conta como é o acesso e as dificuldades para obter informações.
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Durante entrevista, locutora conta como é o trabalho da Chapadão FM (Imagem: Isa Luchtenberg)
De acordo com Barcelos, o cenário deixa os moradores limitados aos noticiários de TV e as notícias locais, que são compartilhadas por eles em um sistema de "boca a boca". O jornal recebido pelo empresário viaja, em média, 390 km até chegar em seu destino final, já no período da tarde. Sobre a Chapadão FM, ele afirma que ela "serve para entreter" os moradores.
Ao visitar a rádio, a reportagem descobriu que não há jornalistas trabalhando no local. A locutora Paola Menezes afirma que há espaço para algumas notícias, mas elas são sempre retiradas de portais na internet. "Não falamos com as pessoas da cidade, não vamos atrás da notícia pesquisando ou fazendo entrevistas. Já pegamos pronto", explica.
Para Barcelos, seria interessante ter algo como a rádio CBN na região, com "informações rápidas". Ele afirma que, no mês do sequestro, a Chapadão FM colaborou ao manter contato com o sequestrador Lindair Marques. A imprensa que foi cobrir teve diversos problemas, segundo o empresário. "Tudo aconteceu no feriado e as pousadas estavam lotadas. Deixei de atender a equipe do jornal O Tempo e O Estado de Minas".
Na cidade, o reflexo da “falta de imprensa” é visível. A cidade de São Roque de Minas é a maior produtora de queijo canastra nesta região. Entretanto, poucos moradores sabem que, desde 2008, o modo artesanal é considerado patrimônio imaterial brasileiro

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EBC e Unesco lançam livro sobre a qualidade das emissoras públicas

08:34 Radio Ideal FM 0 Comentarios



Com direito a release, secretaria do RJ promove evento com a imprensa para anunciar prisão de traficante

A equipe de comunicação da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro promoveu na tarde desta quarta-feira, 27, coletiva de imprensa para mostrar a prisão do foragido Cristiano Santos Guedes,...Leia Mais
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Secretaria de Segurança do RJ convoca imprensa para cobrir prisão de líder do tráfico

Nesta quarta-feira, 27, a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro realizou coletiva de imprensa para apresentar Cristiano Santos Guedes (o Puma), líder de organizações criminosas do tráfico...Leia Mais

Jornalista diz à CPMI do Cachoeira que recebeu “dinheiro sujo” do governador de Goiás

Em depoimento à CPMI do Cachoeira, o jornalista Luiz Carlos Bordoni afirmou que recebeu “dinheiro sujo” do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), durante a campanha eleitoral de 2010."Vou processar...Leia Mais

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Brasil não cumpre parâmetros internacionais para a liberdade de expressão

08:33 Radio Ideal FM 0 Comentarios



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