Cooperativa de reciclagem é criada em Boituva, SP A entidade é composta por 20 catadores. Com a oficialização, houve assinatura de convênio com a Prefeitura.

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Reciclagem em Boituva (Foto: Reprodução TV Tem)Aproximadamente 100 toneladas de materiais são
reciclados em Boituva (SP).
(Foto: Reprodução TV Tem)
Das mil toneladas de lixo produzidas por mês em Boituva, 100 toneladas vão para a reciclagem atualmente. Na cidade, um grupo de catadores desenvolve o trabalho há quatro anos de maneira informal. Já em abril, a cooperativa foi oficializada e denominada Cooperativa de Materiais Recicláveis de Boituva (Coomareb). Com isso, foi assinado convênio com a Prefeitura.
A assinatura do convênio é parte do projeto para redução dos resíduos sólidos. Em 2010, foi criada a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com ela, foram determinados critérios para os municípios brasileiros sobre funcionamento de aterros, além da criação de plano de erradicação dos lixões e disponibilizar a geração, redução, reutilização, reciclagem. Pelo tratado, as cidades devem ainda ter metas para tratamento dos resíduos sólidos e adotadar medidas limpas para minimizar o impacto ambiental.
A PNRS incentiva parcerias entre o poder público e o setor empresarial para a gestão integrada dos resíduos sólidos e o desenvolvimento da indústria de reciclagem com o objetivo de proteção da saúde pública e qualidade ambiental.
O convênio firmado com a Coomareb teve a participação dos 20 cooperados. A Prefeitura deverá subsidiar parte do trabalho. Além da ajuda de custo que cada cooperado receberá, o município fica encarregado de disponibilizar um caminhão para coleta e um espaço para funcionar como centro de triagem e separação de material coletado, além de auxiliar na manutenção do programa já existente “Coleta Seletiva Voluntária”.
Catador de reciclaveis (Foto: Reprodução TV Tem)O catador Antonio Barros e a mulher dele, Maria, tra-
balha há quatro anos com coleta de materiais para
reciclagem. (Foto: Reprodução TV Tem)
De acordo com o presidente da Cooperativa, Antonio Marcos Barros, o enfoque da cooperativa será também na questão orientativa a fim de que mais pessoas participem da Coleta Seletiva voluntária. “Quanto mais pessoas fizerem reciclagem, mais trabalho teremos”, concluiu.
Há quatro anos no trabalho, ele conta que a reciclagem é responsável pelo sustento da família dele. Junto com a esposa, comercializam os materiais coletados. Ele ressalta que a casa da família foi conquistada por esse trabalho. “Coletando material para reciclagem, consegui sair do aluguel. Consegui comprar um terreno e construir uma casa”, afirma.

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